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Monday, 28 July 2008

Grande momento do setor naval e offshore do país atrai coreanos para a Navalshore. Número de visitantes é recorde
(Publicado na revista Portos e Navios - edição 571 - agosto de 2008)
A quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore seguiu a tendência dos anos anteriores e bateu novos recordes. Cerca de 12,3 mil pessoas visitaram a feira, contra os 11,6 mil de 2007, um crescimento de 6%. Neste ano, 130 expositores participaram, contra 115 em 2007, 13% a mais. Somadas as marcas representadas, 228 empresas expuseram seus produtos e serviços em 2008. Pela primeira vez, empresas coreanas participaram: Hyundai, TankTech, Panasia, Deyang e Haean Machinery  Industry.  O crescimento mais significativo  aconteceu no evento paralelo   “Negócios  em 15 minutos”. Em 2007,  as   seis  empresas-âncora entrevistaram 380 empresas candidatas a   fornecedoras.  Em  2008,  com 11 âncoras, foram realizadas 809 reuniões, 113% a mais do que o ano anterior.
Realizada no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, entre os dias 25 e 27 de junho, a Navalshore 2008 teve o patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. A conferência teve os patrocínios da Vicel Serviços Técnicos e Det Norske Veritas (DNV) e Firjan.
Segundo  o   gerente   sênior da MTU –  Alemanha,  Dennis Zumbach, que visitou a feira pela primeira vez, a Navalshore superou suas expectativas. “A feira apesar de não muito grande, apresentou boa qualidade de clientes potenciais e expositores de todos os segmentos da indústria naval e offshore,  desde  motores, acessórios até estaleiros  e  usuários  finais. Isso realmente me impressionou. Destaco também a presença, na feira, de muitas empresas internacionais. Vejo essa feira como muito importante para a América Latina. Foi a primeira vez que eu vim e pretendo estar de volta no próximo ano.”
Na abertura do evento, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, ressaltou que o momento atual é de consolidação do setor. “Já estamos estudando o Mercosul da construção naval, porque a indústria de navipeças vai se estender também para outros países, sem dúvida”, afirmou em seu discurso.
Segundo o coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do  Desenvolvimento,    Indústria  e Comércio Exterior, Carlos Eduardo Macedo, que também  participou  da solenidade de abertura, a preocupação do  ministério  com o setor naval foi redobrada desde o ano passado, o que pode ser demonstrado pela implantação da Câmara de Desenvolvimento da Indústria Naval. “Nós estamos dando uma atenção muito especial para a indústria de navipeças, porque entendemos que, mais até que os estaleiros, elas vão gerar mais emprego e mais renda nesse país”. A diretora do Fundo da Marinha Mercante (FMM) do Ministério dos Transportes, Débora Teixeira, anunciou o interesse da Caixa Econômica Federal em se tornar agente financeiro do Fundo. Somente bancos oficiais podem gerir os recursos do FMM. Atualmente, são agentes financeiros o BNDES, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia. Débora adiantou que para 2008, o orçamento do FMM é de R$ 2,1 bilhão. “Mas com a efervescência do setor deve haver um acréscimo de 50% para 2009”, calculou. O Fundo tem hoje 269 projetos em sua carteira para financiamento: 42 obras já estão contratadas e aguardam documentação para serem iniciadas; 157 projetos se encontram em análise; 36 estão em construção; e 34 já foram entregues.
Os 50 anos da Revista Portos e Navios, completados em março, foram saudados pelo presidente do Sinaval, que destacou a atuação ininterrupta da revista. “Mesmo durante os anos ruins  —  e  não  foram poucos — a Portos e Navios representou a resistência do setor, estando sempre presente e incentivando nossa atividade”, destacou. Débora Teixeira, por sua vez, destacou como reconhecimento ao trabalho  desenvolvido  pela  revista  a entrega da Medalha do Mérito Mauá pelo Ministério dos Transportes em abril passado, em evento que comemorou os 50 anos do FMM.
Participaram ainda da abertura da Navalshore o encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas, capitão Luiz Alberto Campos; o superintendente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Francis Fixel; o gerente executivo de Transporte Marítimo da Transpetro, Elizio de Araújo; o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Apoio Marítimo (Abeam), Ronaldo Lima; e o presidente da Representação Regional da Firjan no Leste Fluminense, Luiz Caetano.

Negócios em 15 minutos. Evento paralelo à Navalshore, o “Negócios em 15 minutos” teve a participação como empresas-âncora a Transpetro, os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB e ainda o Banco Fator. O evento é realizado desde a terceira edição da Feira e o seu credenciamento é bastante concorrido. Sócio da empresa Risp, Marcelo Cury participou do evento paralelo pela segunda vez. Representante das firmas de válvulas Conesteel e Silgon e da de parafuso Cifal, Cury diz que as entrevistas renderam. “Já marcamos uma visita ao estaleiro Mac Laren e este contato foi feito a partir dos ‘Negócios em 15 minutos’”. Participantes pela primeira vez, a Jormar Usinagem e a Nadus, representante da Agena, conseguiram falar  alguns  minutos  com  todas as empresas-âncora. “Gostei  bastante do evento. As  entrevistas foram realizadas num tempo bom tanto para os fornecedores quanto para os compradores”, disse o diretor comercial da Nadus, Daniel de Andrade. Para a diretora comercial da Jormar Usinagem, Nardine Marzullo, agora é esperar os futuros contatos.

Público. Além de atrair empresas e profissionais que atuam nos setores naval e offshore, a Navalshore também desperta  o  interesse  de jovens que estão de olho no mercado de trabalho, como as alunas Bruna Alves, Aline Dourado e Thaís Marco do curso técnico de Estruturas Navais da Escola Técnica do  Arsenal  da Marinha (Etam). Na feira, as jovens procuram oportunidades de trabalho em estaleiros. “No edital do concurso do Arsenal que fizemos era dito que os cinco primeiros colocados seriam contratados, mas como a demanda por técnicos é muito grande eles acabam contratando mais gente”, contou Bruna. “Mesmo assim, estamos procurando oportunidade em estaleiros nacionais.” Visitando a feira pelo segundo ano consecutivo, Thiago Henrique, do Eisa, ampliou seus horizontes: “Trabalho na carreira e o que me passaram em um estande de projetos é que nós, que trabalhamos na área, temos uma visão diferente de quem trabalha diretamente em um projeto. Estamos acostumados a montar a estrutura real, nós já vivenciamos o que eles estão projetando”, comentou o jovem de 21 anos.  A  visitação de estudantes do ensino médio aconteceu no terceiro e último dia do evento.

Estaleiros. Seis estaleiros participaram  da feira  como  expositores: Aker Promar, TWB, Eisa, Inace, Detroit e Di Gerardi Siplas. Para o engenheiro Carlos Palmer, do Eisa, que trabalha na área de coordenação de obras,  a  procura  pelo estaleiro está muito alta. “Se a carteira de encomendas dos estaleiros brasileiros está lotada, imagine a dos asiáticos: está hiper- lotada”, disse. “E, nessa hora, eles vão buscar o mercado alternativo, que somos nós.”  Palmer se surpreendeu com a visita de novos armadores ao estande do Eisa nesta edição. “Armadores orientais nos  procuraram  na  feira e conversei também com um armador brasileiro que está interessado em construir um navio definido  como  meio  supply,  meio rebocador para o atendimento de plataformas de petróleo”, afirmou.
O engenheiro José Vieira, do departamento  comercial do Aker Promar, concorda que, na feira deste ano foi possível sentir uma curiosidade dos estrangeiros pelo mercado naval brasileiro. “Todos estão de olho no que está acontecendo no mercado naval do país e na sua capacidade”, afirmou. “A perspectiva é muito boa mesmo, mas acho que ainda é cedo para dizer o que vai acontecer”.
A TWB, que finaliza um ferryboat para operar em Salvador e Ilha de Itaparica (BA), anunciou na Feira que planeja  colocar  em operação outra unidade. “Hoje, o sistema ferryboat na Bahia consome, aproximadamente, cinco mil toneladas de combustível por ano. Com  os  dois barcos que estão programados para entrar em operação essa quantidade de combustível será reduzida para menos de mil toneladas”, conta Santos. O ferryboat é um projeto australiano e já vem chamando a atenção de outros operadores no mundo. “Ele já está trazendo para o país encomendas de embarcações de alta tecnologia como essa”.
O estaleiro Di Gerardi – Siplás levou à Navalshore uma embarcação de trabalho fabricada com a tecnologia da termofusão do polietileno de alta densidade (HDPE). “Tem muita gente no nosso estande conhecendo as vantagens da embarcação de HDPE”, destacou o diretor administrativo da empresa, Abilio Di Gerardi. “Muitas pessoas ficam surpresas com o barco, elas batem nele para ver se não é inflável”.  Esta tecnologia utiliza o ‘material do futuro’. “É um barco 100% ecológico. Quando ele perde a sua função, podemos cortá-lo e transformá-lo em plástico de novo para fazer qualquer produto que seja de polietileno de alta densidade.” Di Gerardi listou também outras qualidades da embarcação: é insubmergível, muito estável e dura mais de 60 anos.

Bahia. A  Secretaria  de Indústria, Comércio e Mineração da Bahia participou pela primeira vez da Feira. Segundo o chefe de gabinete da Secretaria, Antônio Carlos Machado Matias, a meta do estado é atrair de seis a oito estaleiros para a implantação de um pólo naval na região. “Temos todas as condições de implantá-lo e rapidamente”, afirmou. Dois protocolos de intenção já foram assinados: com o consórcio Odebrecht/Queiroz Galvão e com o consórcio OAS/Setal/Piamont. O primeiro para operar estrutura já existente e o segundo para instalação de um estaleiro no rio Paranaguassu, cujas obras serão iniciadas em janeiro de 2009, com prazo de conclusão em 24 meses. Segundo Matias, mais dois interessados estão em fase de conversa. Um deles é o estaleiro TWB.

Novidades. Uma das novidades apresentadas na Navalshore ficou por conta do Grupo Calorisol que lançou uma nova linha de painéis e portas super ultraleves para a composição interna de navios e plataformas. Os painéis divisórios pesam um terço a menos que os convencionais e as portas pesam metade das que são atualmente comercializadas no mercado. Os novos produtos inauguraram a nova Divisão Naval e Offshore da empresa. Com tecnologia baseada em silicato de cálcio, a linha possui certificação de incombustibilidade e deve estender-se para todo o segmento de mobiliário naval. “Com nossos produtos, é possível economizar 10 toneladas de peso a cada 100 metros quadrados”, afirmou Eduardo dos Santos, executivo da nova divisão.
A Schottel, empresa de propulsores e bombas, também trouxe novidades. Rodrigo Miranda, gerente de vendas e projetos, anunciou o novo escritório da Schottel no Rio de Janeiro. O local será usado para gerenciamento de projetos de novas unidades. O objetivo é atender a toda América do Sul, mas a atuação poderá alcançar ainda parte da América Latina. O gerente de vendas e projetos avalia que o escritório vai aumentar a representatividade da empresa, além de proporcionar maior aproximação física e a distância entre a Schottel e os clientes.
A Electronic Power Design, Inc. (EPD), empresa americana especializada em sistemas eletrônicos integrados, também está pensando em ampliar sua base no Brasil. Os altos investimentos da empresa na América do Sul  têm  foco  especial no mercado brasileiro, principalmente em função do desenvolvimento do mercado de petróleo. Nesta nova fase, a empresa estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil, transferindo a gerência dos projetos latino-americanos dos Estados Unidos para cá.

Softwares. Os softwares 3D para projetos de engenharia integrada da Aveva também vão ficar muito mais próximos do mercado brasileiro. A empresa inglesa irá inaugurar em dois ou três meses um escritório no Rio de Janeiro, voltado ao atendimento do mercado local. A iniciativa é uma resposta direta ao crescimento da inserção de seus produtos no mercado brasileiro de construção naval, dentre os quais se destaca o Aveva Net Portal, portal online que permite a integração de vários ambientes com informações variadas sobre um mesmo projeto, que passam a ser conectáveis através de links. A ferramenta respeita as normas da ISO 15926, relativa a processos industriais. Conecta informações de diferentes softwares, inclusive de programas que não são fabricados pela companhia.
A francesa Dassault Systems, que já possui escritório no Brasil, retornou à Navalshore para impulsionar sua estratégia de entrada no mercado de construção naval, iniciado com a exposição na feira de 2007. A empresa fornece aplicações em 3D para o gerenciamento do ciclo de vida dos produtos (PLM - Product Life Cycle Management) e para o gerenciamento de informações do produto (PDM - Product Data Management). O diretor da empresa, Marcos Figueiredo, destacou que as aplicações da Dassault permitem que a indústria construa seus produtos — que podem ser aviões, automóveis, navios, plataformas, entre outros produtos industriais – com a possibilidade de testar virtualmente seu desenvolvimento, diminuindo o custo de produção e aumentando a eficiência e a produtividade. “Nossas soluções são muito aderentes a este mercado. A participação na feira foi o início deste plano de inserção. Viemos para dar visibilidade à marca no mercado de construção naval”, declarou. A empresa já fechou contrato com a UFRJ e está agora em negociações com o estaleiro Mauá.
A PhDSoft, empresa 100% brasileira, vem crescendo muito rápido com o fornecimento de software especificamente voltado para controle e previsão de corrosão em navios e equipamentos portuários, além de outras estruturas estáticas, como pontes, guindastes e oleodutos. O objetivo da empresa agora é a realização de parcerias com estaleiros e armadores na construção de navios e plataformas. “A idéia é de que as embarcações saiam dos estaleiros já com o C4D para o acompanhamento da corrosão e seja realizado desde o nascimento do navio. Isso viabiliza a diminuição dos custos com manutenção e, conseqüentemente, aumenta a extensão da vida útil do navio”, declarou a representante da empresa, Raquel de Camargo. A PhDSoft, que já fornece sua tecnologia para Transpetro, Petrobras e Shell, iniciou durante a Navalshore negociações com a Log-in Logística e o estaleiro Mauá, além de contatos com o estaleiro Eisa e a Triunfo Logística.

Coreanos. Para o representante da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca, a participação na Navalshore foi muito  positiva,  pois  representou  um ganho em visibilidade. “Várias pessoas estão ligando para cá a fim de conhecer o que estamos fazendo”, afirmou.
A empresa está intermediando a associação de brasileiros e coreanos na formação de parcerias comerciais e alguns contatos já foram realizados. Ao todo são mais de 15 empresas representadas, das quais cinco marcaram  presença  com  exposição na Navalshore. A fabricante de guindastes Haean Machinery Industries é uma das que vieram e já está em negociação com a Strauss Tecnologia, do Sul do país, e com a Pigeon, do Rio de Janeiro. Após a feira, inclusive, a catarinense Cimef Metalurgia S.A. contatou o escritório da Sy Marine no Rio de Janeiro para agilizar sua entrada a bordo dessa onda de negócios com a Haean, que tem como objetivo futuro realizar transferência de tecnologia.
Além disso, a Panasia também está em contato com uma empresa brasileira, cujo nome não foi revelado. As demais empresas expositoras, TankTech, Daeyang e Hyundai Heavy Industries, estão interessadas em fechar parcerias para representação no Brasil e prestação de serviços locais.

Diferenciais. Uma das características da Navalshore mais elogiadas é o seu espaço físico: nem muito pequeno, nem grande demais. Este diferencial é o que torna a Feira um ótimo lugar para novos contatos e para o fortalecimento de antigas parcerias. Na opinião de José Carlos Esteves, gerente comercial da Bkanav, que vende produtos de iluminação, a Navalshore tem o tamanho certo para não desagregar os visitantes. “Nas feiras muito grandes, se você não marcar em casa o que quer ver, acaba não encontrando o que procura”, comentou.  Mas há quem já considere pequeno o espaço disponível na feira. Um deles é Claudio Ribeiro, diretor da Promel Projetos e Montagens Elétricas, que atua na área de engenharia, fabricação, montagem e instalações elétricas, “Este é o quarto ano que participo e, a cada edição, está melhor. O espaço está ficando pequeno.”
Já para o gerente comercial da Faub Equipamentos Industriais, Carlos Cesar Pereira, o diferencial da Feira está no seu público dirigido. “É a primeira vez que a Faub participa da Navalshore e estamos sendo muito procurados por pessoas do ramo. Para nós, interessa mais a qualidade do que a quantidade de quem nos visita”, explicou.
Veterana da Navalshore, a Esab, empresa do ramo de soldagem e corte, aproveita o evento para rever os seus clientes. Segundo o seu consultor técnico, Pedro Muniz, mais do que uma feira de negócios, a Navalshore é uma feira de manutenção de contatos. A assistente de marketing da Lincoln Electric, Danielle Vargas, concorda com o consultor técnico da Esab. “A Feira está sendo mais institucional”, disse. Henry Didjurgeit, supervisor de projetos da Provolt, que fornece equipamentos eletroeletrônicos, por sua vez, afirmou que a Navalshore superou as suas expectativas. “Os negócios que estavam em andamento estão praticamente se concretizando na Feira”, contou. “Este é o quarto ano que participamos e estamos fazendo bastantes contatos. Como os projetos do setor estão mais na iminência de acontecer, está tudo uma correria”, comemorou.
Para o engenheiro de aplicações da Air Products Brasil, Fábio Mimessi, a Navalshore foi uma oportunidade de fazer novos contatos no Rio de Janeiro, já que a empresa abrirá uma fábrica em Santa Cruz no próximo ano. “A gente percebe que a Feira está muito movimentada, as pessoas têm se interessado bastante, realmente valeu a pena a participação.”
Quem também festeja a participação na Navalshore deste ano é a Recreio Tubos e Acessórios. “O balanço que eu faço é ótimo”, disse o representante comercial João Batista. “Fechamos um negócio muito interessante com o Atlântico Sul, de Pernambuco.”
A Transpetro também fez elogios ao evento. Para Elizio Araújo Neto, gerente executivo da empresa, o sucesso da feira deixa evidente que a indústria naval está em processo de crescimento: “São as evidências de que ela de fato decolou”. Para além do momento econômico, o executivo parabenizou a organização da feira e ressaltou que o evento traz a possibilidade de entender melhor os produtos e os fornecedores.