<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore</title>
	<atom:link href="http://navalshore.com.br/pt/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://navalshore.com.br/pt</link>
	<description>Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore</description>
	<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 14:26:18 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Sala de imprensa dos expositores</title>
		<link>http://navalshore.com.br/pt/?p=423</link>
		<comments>http://navalshore.com.br/pt/?p=423#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://navalshore.com.br/pt/?p=423</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aguarde um instante, esta página está sendo redirecionada.</p>
<p><head><br />
<meta http-equiv="Refresh" content="0;url=http://navalshore.com/2009/"><br />
</head></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://navalshore.com.br/pt/?feed=rss2&amp;p=423</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Noticiário publicado nas mídias impressa e eletrônica</title>
		<link>http://navalshore.com.br/pt/?p=83</link>
		<comments>http://navalshore.com.br/pt/?p=83#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 23:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://navalshore.com.br/pt/?p=83</guid>
		<description><![CDATA[<p>===========================<br />
CLIPPING DA NAVALSHORE 2008<br />
===========================</p>
<p>O Globo<br />
Jornal do Commercio<br />
Monitor Mercantil<br />
Reuters<br />
Estadão<br />
Economia UOL<br />
Abril.com<br />
Portos e Navios<br />
Nicomex<br />
Portal Fator<br />
Portal Nacional de Seguros<br />
Guia Offshore<br />
Intelog<br />
TN Petróleo<br />
Revista Portuária<br />
Click Macaé<br />
WebTranspo<br />
Portal Mies<br />
Revista Porto<br />
Quissamã News<br />
Pintura Industrial<br />
Nextrans<br />
Jornal Canal Aberto<br />
Guia Offshore<br />
Portal Naval<br />
CIMM<br />
Infomet<br />
Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais<br />
Portal dos Metalúrgicos<br />
Usuport<br />
Federação Nacional dos Estivadores</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval</p>
<p>24/06/2008</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira.</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha.</p>
<p>(Edição de Marcelo Teixeira) (Globo))</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>26/06/2008</p>
<p>Brasil está preparado para fazer 338 navios e plataformas</p>
<p>DANIEL CÚRIO<br />
DO JORNAL DO COMMERCIO</p>
<p>A demanda por 338 embarcações, que incluem construção de navios e plataformas, necessários para o desenvolvimento do setor naval no País pode ser atendida pelos estaleiros brasileiros. Esta é uma das conclusões do debate de abertura na quinta Feira e Conferência da Indústria Offshore (Navalshore). O evento começou ontem e será realizado até amanhã no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio.</p>
<p>Para os participantes, as companhias brasileiras têm capacidade para construir 26 estaleiros de porte médio e grande, em 4,7 milhões de metros quadrados de área ocupada e 570 mil toneladas de aço processadas por ano. Também poderiam ser fabricados 16 diques e docas elevatórias, 22 carreiras de construção e 43 cais de acabamento.</p>
<p>A demanda está elevada. Seriam 70 empreendimentos em demanda firma, 224 anunciados e 44 previstos, totalizando 338 empreendimentos. A demanda firme inclui 38 navios petroleiros, seis plataformas de produção, cinco navios porta-contêineres, três navios graneleiros e 18 navios de apoio marítimo.</p>
<p>A feira reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a feira serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Um dos destaques da Navalshore é o &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à feira com 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB recebem hoje e amanhã empresas interessadas em criar cadastrar como fornecedoras, apresentar novos produtos e serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos. Em 2006, a atração realizou 297 reuniões e no ano passado, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375.</p>
<p>O primeiro dia foi dedicado aos desafios para a indústria nos próximos anos. Participaram da conferência o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Hugo Figueiredo, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore, Ariovaldo Rocha, a diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes, Débora Teixeira, o coordenador geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Eduardo Macedo, a subsecretária estadual de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Rio, Renata Cavalcanti, o encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas, Capitão Luiz Alberto Campos da Silva, o gerente executivo de Transporte Marítimo da Transpetro, Elizio de Araújo Neto, e o gerente do Centro de Tecnologia do Senai, Marcos Pereira.</p>
<p>Os participantes comentaram o crescimento das encomendas no setor naval e suas conseqüências, como aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças e verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para novos negócios.</p>
<p>O tema de hoje será a responsabilidade ambiental, em duas palestras &#8220;Navios ecológicos formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica: normas da organização marítima internacional em elaboração ou sendo modificadas&#8221;. Na sexta-feira, será discutida a indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. (Jornal do Commercio)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Teccom investe em otimizador de combustível</p>
<p>A Teccom - produtos Técnicos em combustão Ltda. investiu cerca de US$ 10 milhões para desenvolver e colocar no mercado otimizadores para óleos combustíveis para vários segmentos, ou seja, industrial, naval, agrícola, rodoviários, veículos para fora de estrada e uma linha de limpeza não inflamável. A distribuição destes produtos está a cargo da Prev-Auto Distribuidora, empresa que opera há seis meses no mercado, conforme disse, ao MONITOR MERCANTIl, o presidente da Prev-Auto, Marcos Marcondes, acrescentando que investiu cerca de US$ 100 mil para criar a empresa.</p>
<p>A Prev-Auto, cuja sede fica na Ilha do governador, no Rio, segundo ele, é o braço exclusivo de distribuição da Teccom, que atua no mercado há 15 anos. A empresa gera 20 empregos diretos e outros 50 indiretos. &#8220;Esperamos muito da Navalshore. O mercado é muito promissor, até porque a empresa trabalha com um produto que é uma necessidade que o mercado demandava, que são os otimizadores de combustíveis. Este produto dispersa água do óleo diesel, limpa o motor por dentro, é anti-corrosivo, reduz drasticamente a emissão de poluentes, entre outros benefícios&#8221;.</p>
<p>Marcos Marcondes fez questão de frisar que a Navalshore pode ser um diferencial para a empresa. Todos os grandes armadores, incluindo a Marinha de Guerra do Brasil, já o procuraram para agendar visitas técnicas para a instalação do sistema. E adiantou que, para cada litro o otimizador trata 1000 ou 2000 litros de combustível. E adiantou ao MM que a empresa estuda outros lançamentos para outros tipos de combustível como o etanol e a gasolina. (Monitor Mercantil 30/6)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil<br />
25 de junho de 2008<br />
Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.<br />
OUTRO LADO</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.<br />
&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo.</p>
<p>(Edição de Camila Moreira)(Reuters)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil</p>
<p>DENISE LUNA - REUTERS</p>
<p>RIO DE JANEIRO - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.</p>
<p>OUTRO LADO</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.</p>
<p>&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo.</p>
<p>(Edição de Camila Moreira) (Estadão)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estaleiros otimistas com contratações da Petrobras</p>
<p>Os estaleiros Aker Yard, Eisa, Mauá e Inace irão participar da NavalShore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que será realizada entre os dias 25 a 27 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio. O evento, além de reunir os principais estaleiros do país, contará com palestras e exposição de equipamentos.<br />
Notícias da Petrobras, não confirmadas, deixaram o setor super otimista. Estima-se que 146 embarcações serão contratadas até o ano de 2014, sendo 40 ainda nesse semestre e a mesma quantidade até o final deste ano. O valor dos contratos é estimado em cerca de US$ 10 bilhões.<br />
O Eisa conta, atualmente, com uma carteira de encomendas que soma 17 embarcações. São dez petroleiros para a venezuelana PDVSA Marine, um graneleiro para a norte-americana Gypsum Transportation Ltda (GTL), cinco conteineiros para a brasileira Log-In, e um PSV para a argentina Ultrapetrol. Além desses, o Eisa constrói dois cascos para embarcações offshore contratadas ao Aker Yard.<br />
O Mauá tem em carteira quatro navios petroleiros para a Transpetro. Já o Aker Yard constrói duas embarcações para operação de robôs controlados remotamente (ROV), para utilização no apoio offshore. O Inace, por sua vez, tem encomendas de navios militares para a Marinha do Brasil e barcos de apoio marítimo.<br />
Já o Fundo de Marinha Mercante (FMM) tem previsão de recursos de R$ 2,1 bilhões para este ano. E prevê investir R$ 10,6 bilhões em projetos do setor até o ano de 2010. A diretora do fundo, Débora Teixeira, estima que, até 2010, o financiamento à construção e reparo de navios e estaleiros terão como saldo obras em 311 embarcações. (Monitor Mercantil / 5/5/2008))</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Expositores antecipam objetivos com a participação na feira. Bom momento da indústria naval cria perspectiva de bons negócios</p>
<p>Com o crescimento da indústria naval, o bom momento da economia e as relações comerciais em alta, a Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore não poderia ocorrer em melhor época. Marcada para os dias 25 a 27 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, a quinta edição do evento traz muitas novidades e reproduz o mesmo ambiente propício para negócios das edições anteriores. Referência no segmento de indústria naval e offshore, a Navalshore se reafirma como espaço para estaleiros, empresas de navegação e fornecedores de produtos e serviços para o setor naval estabelecer e reforçar parcerias, divulgar serviços, apresentar atualizações tecnológicas ou, ainda, participar das conferências e atualizar informações.</p>
<p>Desde a estréia em 2004, a feira vem ampliando sua abrangência, reunindo grandes, médias e pequenas empresas, como estaleiros, empresas de navegação, bases logísticas, petroleiras, entidades empresariais e de ensino e pesquisa. Em 2007, o evento reuniu 115 expositores e teve 11,6 mil visitantes.</p>
<p>Paralelamente à exposição, ocorre o “Negócios em 15 minutos”, evento que promove reuniões entre empresas de grande porte, contratadoras de produtos e serviços, e empresas fornecedoras, com fins de cadastramento para negociações futuras. Nas edições anteriores foram realizadas mais de 600 entrevistas, permitindo um excelente fluxo de informações.</p>
<p>Expositores. Para a sócia-gerente da Tradinox Representação, Elisabeth Fernandes, a expectativa de participação na feira é a melhor possível. “A Navalshore dá visibilidade porque tem grande visitação. É uma das feiras que está se tornando um ícone para bons investimentos e para bons negócios no setor naval”, afirma. A Tradinox representa empresas cadastradas e qualificadas pela Petrobras: Imefer, distribuidora de tubos da V&amp;M, Confab e Apolo; Fittnox, empresa do Grupo Feital, distribuidora de conexões em aço carbono, aço liga e aço inox; e a Forjafix, especializada em parafusos e fixadores. “Nossa participação busca reforçar o contato com nossos clientes”, afirma.</p>
<p>Para a Air Parts, empresa de locação de compressores a diesel portáteis e ferramentas pneumáticas para construção, as expectativas com o evento também são animadoras. “A expectativa de fechar negócios na feira sempre existe e muito nos interessa. Queremos consolidar a marca no mercado naval, conquistar novos clientes e obter acréscimo nas vendas”, ressalta Telmo Brito, gerente da área de vendas e serviços da empresa. Além da gama de produtos já oferecidos pela Air Parts, serão apresentados os novos compressores com tecnologia de inversor de freqüência e gerenciadores, diferentes do padrão oferecido no mercado. A Air Parts também estará representando a alemã Kaeser Compressores, que atua há 89 anos no mercado de equipamentos de ar comprimido.</p>
<p>A Volvo Penta Brasil, que atua no segmento de motores marítimos, pretende expor este ano dois motores para aplicação em lanchas de planeio e utilização em embarcações de praticagem, transporte de passageiros e apoio ambiental. O objetivo é a captação de clientes e o fortalecimento de contatos a partir da divulgação da marca no mercado. “Nossos negócios estão 25% superiores aos do ano passado e pretendemos utilizar a Navalshore para fortalecer este crescimento”, afirma Cristiano Conde, gerente de vendas e marketing da empresa.</p>
<p>Na área da salvatagem, a Angevinier, há 30 anos no mercado e expositora pela segunda vez na feira, apresenta novidades em balsas salva-vidas infláveis, especificamente desenvolvidas para empresas que ofecerem cursos de treinamento. A empresa apresentará também o Aparelho Flutuante Inflável (AFI) com capacidade para 100 pessoas, o grande lançamento da marca no momento. Barcos infláveis, barreiras de contenção de óleo rígidas e infláveis, coletes, fita retrorefletiva, válvula hidrostática, roupa de proteção térmica, entre outros produtos, também estão na lista para exposição na feira. Segundo o diretor da empresa, Carlos Pelegrini, a expectativa em relação à Navalshore é ampliar os negócios em função do lançamento de novos produtos, além de renovar os contatos. “A redução de preços da linha de balsas salva-vidas nos tornou muito competitivos no mercado. O resultado foi o fechamento de vários contratos com estaleiros e empresas de navegação que anteriormente optavam pela importação,” exulta ele.</p>
<p>Cláudio Ferreira, diretor da Minura Representação Comercial, tem expectativa de entrar em contato com fornecedores dos estaleiros e conseguir novos contratos de representação. Responsável pelos produtos da Triplex AS no Brasil, especializada em equipamentos para manejo de âncoras e redes de arrasto, a empresa irá apresentar novidades da marca. Será lançado na Navalshore o equipamento Shark Jaw, que proporciona maior segurança nas operações de ancoragem. Com o entendimento de que “operações de alto risco devem ser realizadas com exposição mínima da tripulação”, o Shark Jaw tem ação computadorizada e, portanto, não precisa ser operado por pessoal. “O equipamento promove segurança e evita acidentes fatais como ocorridos no passado”, diz Ferreira.</p>
<p>A Dtecto, empresa que desenvolve e produz equipamentos para embarcações com leme, traz esse ano o novo sistema de comando eletrônico de máquina do leme. A apresentação do produto, tecnologicamente superior ao exposto na Navalshore de 2007, faz parte do plano da empresa de marcar presença junto a potenciais compradores durante o evento. Segundo um de seus sócios, Wagner Samtrovitsch, a feira proporciona sempre bom rendimento. “É em razão do bom retorno com a exposição que participamos desde 2006 e pretendemos continuar na Navalshore todos os anos. É muito diferente trabalhar apenas com divulgação via email e encartes. A feira permite exibir aos visitantes os equipamentos operando, o que gera vários contatos”, explica.</p>
<p>Outra participante veterana no evento, a Triduar Máquinas e Ferramentas, que marca presença na Navalshore desde a primeira edição, expõe ferramentas da Cooper-tools, tais como alicates, jogos de chaves, estações de solda entre outros. A empresa representará também a Minipa, com equipamentos de medição eletrônica como multímetros, fontes, osciloscópios e produtos relacionados. Paulo Roberto Duarte, diretor da empresa, tem boa expectativa de retorno comercial com a participação na feira. “A freqüência de clientes sempre aumenta depois da feira”, garante ele.</p>
<p>Já a Juntaflex Comércio e Indústria, que atua no ramo de isolamentos e vedação, participa da feira deste ano com o objetivo de divulgar mais a marca. “Já conseguimos nos consolidar no mercado e vendemos para muitos participantes do evento” diz Valter de Assis, diretor da empresa. Na mesma linha de pensamento, a fabricante de juntas de expansão Balg do Brasil procura divulgação e, conseqüentemente, maior interação com clientes. Além das já conhecidas juntas de expansão metálicas, de borracha, do tipo dresser e tubos flexíveis em aço inoxidável serão expostas as novas juntas de expansão não-metálicas para altas temperaturas, usadas em fornos de companhias siderúrgicas.</p>
<p>Para a Wilhelmsen Ships Service (WSS), nova marca da Barwil Unitor Ships Service, a Navalshore significa expansão do relacionamento com a indústria naval e offshore brasileira. Com esta perspectiva, além dos já tradicionais produtos e equipamentos da linha Unitor, a empresa irá apresentar sua nova marca corporativa mundial. “As estimativas de negócios com a exposição na feira ainda estão sob avaliação, mas já temos certeza de que serão muito positivas”, informa o gerente Álvaro Moraes. A WSS continuará a prover serviços técnicos, produtos, agenciamento e soluções logísticas para a indústria marítima e de offshore. Os produtos Unitor continuarão a ser comercializados sob esta denominação, enquanto todos os serviços passarão a ser oferecidos sob a nova marca Wilhelmsen Ships Service.</p>
<p>Na área de válvulas e instrumentação, a Valcester retorna à Navalshore pela terceira vez para oferecer toda sua linha de válvulas, assim como manômetros, purgadores, entre outros produtos, voltados para aplicação na indústria naval. Segundo Regina Capella, sócia da empresa, a expectativa é de contratos futuros. Este é também o objetivo da MAN Diesel Brasil, que retorna ao evento para reforçar o relacionamento com clientes e expor a marca. Serão apresentados os motores de dois e quatro tempos para propulsão marítima, grupos de geradores marítimos e sistema de propulsão com passo controlado.</p>
<p>A Orca Representações e Consultoria montará um estande para oferecer à industria naval diversificadas soluções. A empresa representa as marcas Acomarin, Marioff, Cedervall, Navalex, Novatug, GE, Deno, Fernstrum, Steerprop e MacGregor Builk. A Orca, que vem aumentando seus investimentos em marketing, encontrou na feira uma ótima oportunidade de ampliar a inserção no mercado. “Queremos nos tornar referência no setor. Por representar muitos e excelentes fabricantes, podemos oferecer maior viabilização nos projetos, reduzir prazos de entrega e simplificar a compra”, aposta a gerente de marketing Larissa Garcia.</p>
<p>Universidade. O Sindicato das Agências de Navegação Marítima e Atividades afins do Rio de Janeiro (SindaRio) tem presença garantida na Navalshore 2008. Segundo o presidente da entidade, Luciano Oliveira, o objetivo do órgão é divulgar serviços, cursos, atividades e, também, conquistar novos associados. A grande novidade apresentada pelo Sindicato, no entanto, é a Universidade Corporativa Mar &amp; Portos, voltada para a formação e qualificação de profissionais no setor de navegação e serviço portuário. “O objetivo é atender às necessidades do mercado. Na medida em que aparecer a necessidade de um curso, nós vamos implementar”, diz o diretor-executivo da entidade, comandante Milton Ferreira Tito. O curso é fruto de um convênio de cooperação técnico-pedagógica do SindaRio com a Unigranrio e irá oferecer cursos de graduação tecnológica, pós-graduação lato sensu, extensão, qualificação profissional, técnicos entre outros.</p>
<p>Estréias. Participando pela primeira vez da Navalshore, a Workship do Brasil quer visibilidade. Como representante da inglesa Cathelco e fornecedora de produtos e serviços em sistemas de proteção catódica, anti-incrustante e automação, a empresa apresenta soluções em manutenção, reparo e atividades correlatas. Segundo Alisson de França, diretor da empresa, não há dúvida de que os serviços oferecidos pela Workship são novidades para o mercado brasileiro. “Queremos divulgar nossos serviços e demonstrar nosso alto nível de profissionalismo para o mercado. E esperamos conseguir isso a partir da Navalshore”, diz.</p>
<p>A multinacional canadense Aderco participa pela primeira vez da feira depois de sua vinda para o Brasil, há pouco mais de um ano. Antenada com as exigências ambientais do mercado, a empresa produz os únicos aditivos totalmente orgânicos do mundo, que contribuem para diminuir a emissão de gases poluentes, e que agora estão disponíveis para os armadores nacionais. De acordo com Sandro Vilela, representante comercial da empresa, o foco da participação da Aderco na Navalshore é na ampliação das vendas para a indústria naval. “Todos os nossos produtos são novidade porque chegamos no Brasil há pouco tempo. Ano passado não foi possível participar do evento, mas esse ano nos organizamos e esperamos divulgar nossa marca no mercado nacional e angariar clientes”, declara otimista. O principal aditivo a ser oferecido pela empresa na feira será o Aderco 2050, voltado para motores de navios.</p>
<p>Empresa já participante em edições anteriores do evento, mas que irá expor pela primeira vez, a Triunfo Operadora Portuária, especializada em transporte, armazenamento e logística de materiais siderúrgicos e cargas em geral, também foca o retorno comercial. A empresa irá apresentar serviços de transporte marítimo, terminal portuário e desenvolvimento de engenharia, que envolvem todo o trâmite relativo ao recebimento, embarque, desembarque e movimentação de cargas. A novidade, no entanto, é a abertura para o transporte de cargas especiais, com produtos de usinas siderúrgicas, empresas petrolíferas, termoelétricas, entre outras. Para Alexandre Lima, representante do departamento comercial da empresa, a participação na feira tem um objetivo claro. “Esperamos que a Navalshore viabilize a abertura para esse novo segmento de atuação com cargas especiais. A visibilidade é muito importante”, declara.</p>
<p>Com boas expectativas e também estreante na feira, a SeparAr irá trazer equipamentos de fabricação própria como compressores de 20/40/50 BAR de pistão, compressores parafuso, amplificadores de pressão a ar comprimido (booster), geradores de vácuo, filtros de retrolavagem automática em superduple e inox para água marinha e salobra, radares, antenas de transmissão entre outros equipamentos.</p>
<p>Realizada pela revista Portos e Navios, a Navalshore em 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Portos e Navios - edição 569)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiras querem navipeças no Brasil</p>
<p>Líder no mundo, com 2.500 navios encomendados, a indústria naval da Coréia do Sul busca parceiros brasileiros em navipeças para desafogar suas linhas de produção. Hyundai, Haen Machinery, Panasia e Daeyang Eletric participarão da Navalshore 2008, em junho. Além de importar componentes, as empresas pretendem nacionarlizar parte das produção de peças de grandes equipamentos vendidos no Brasil. (O Globo / 6/5/2008)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval</p>
<p>24/06/2008</p>
<p>Reuters/Brasil Online</p>
<p>Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira.</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha.</p>
<p>(Edição de Marcelo Teixeira)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estaleiros têm participação expressiva na Navalshore</p>
<p>Os estaleiros Aker Yards, Eisa, Mauá, Inace, Detroit e Di Gerardi Siplas participarão da Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que será realizada de 25 a 27 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. A carteira de encomenda destes estaleiros representa uma parcela significativa da tonelagem que será construída no Brasil nos próximos anos.</p>
<p>O Eisa atualmente conta com uma carteira de encomendas que soma 17 embarcações. São 10 petroleiros para a venezuelana PDV Marine, um graneleiro para a norte-americana Gypsum Transportation Ltd (GTL), cinco conteineiros para a brasileira Log-In e um PSV para a argentina Ultrapetrol. Além desses, o Eisa constrói dois cascos para embarcações offshore contratadas ao Aker Yards.</p>
<p>O Mauá tem em carteira quatro navios petroleiros para a Transpetro. Já o estaleiro Aker Yards constrói duas embarcações ultra-sofisticadas para operação de robôs controlados remotamente (ROV), para utilização no apoio offshore. O Inace, por sua vez, tem encomendas de navios militares para a Marinha do Brasil e barcos de apoio marítimo.</p>
<p>O estaleiro catarinense Detroit Brasil, especializado na construção de rebocadores portuários e oceânicos, possui atualmente em sua carteira um total de 22 embarcações. São 12 embarcações para a SMIT, de um total de 18 para o armador, das quais seis já foram entregues. Para a empresa de apoio portuário e marítimo Camorim, são seis rebocadores. Para a Tranship são dois rebocadores. Encontram ainda no parque industrial do estaleiro um rebocador encomendado pela companhia Vale e um ferry boat para a Alunorte.</p>
<p>As embarcações deverão ser construídas com recursos do Fundo da Marinha Mercante, exceto as embarcações da Tranship que utiliza recursos próprios. Segundo o diretor comercial do Detroit Brasil, Josuan Moraes Jr, o estaleiro amplia seu escopo de atuação para o segmento offshore. Encontra-se em fase adiantada de minuta de contrato a construção de quatro PSVs.</p>
<p>O estaleiro Di Gerardi Siplas estréia na Navalshore 2008. Criado da fusão entre as empresas Di Gerardi Industria e Comercio, com nove anos de experiência no mercado náutico brasileiro, e a chilena Termofusión Siplás, com 15 anos de liderança no mercado chileno no segmento de termofusão em polietileno de alta densidade - HDPE, o Di Gerardi - Siplás iniciou suas operações no Brasil no final do ano passado.</p>
<p>Especializado no desenvolvimento de embarcações para serviços especias, gerenciamento de projetos na área de construção naval e proteção ambiental, o estaleiro Di Gerardi Siplas constrói embarcações de apoio maritimo e meio ambiente, militar e resgate, além de desenvolver projetos especiais para socorro à vítimas de afogamento ou naufrágio.</p>
<p>FMM</p>
<p>O Fundo da Marinha Mercante (FMM) do Ministério dos Transportes tem previsão de recursos de R$ 2,1 bilhões para este ano. O FMM prevê investir R$ 10,6 bilhões em projetos da indústria naval até 2010.</p>
<p>A diretora do Departamento do Fundo, Débora Teixeira, estima que, até 2010, o financiamento à construção e reparação de navios e estaleiros terão como saldo obras em 311 embarcações. (Portos e Navios online)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Motores marítimos têm presença na Navalshore 2008</p>
<p>Com o mercado marítimo brasileiro de motores de serviços globalizado, fabricantes americanos, suíços, alemães e suecos participam da Navalshore 2008. O evento acontece de 25 a 27 de junho no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Nos últimos anos, ganharam impulso na indústria de motores marítimos para embarcações de serviço a venda de motores com sistema de injeção eletrônica Common Rail – que se tornou a bola da vez do mercado: são mais eficientes e menos poluentes que os tradicionais mecânicos. Eles serão um dos destaques da exposição.</p>
<p>Os motores marítimos com injeção eletrônica ganharam força no mercado depois que uma série de normas internacionais passaram a exigir modelos cada vez menos poluentes.</p>
<p>Participam da Navalshore 2008 a MTU do Brasil, Cummins Marine, Volvo Penta, Scania Marine, Man Diesel, GE e Caterpillar, que prometem expor o que há de mais avançado em motores maritimos de serviço. (Portos e Navios online)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Voith Turbo participa da Navalshore 2008</p>
<p>Propulsor Voith Schneider® Propeller para embarcações offshore de apoio a plataformas e rebocadores portuários é o destaque da empresa no maior evento da indústria naval do País.</p>
<p>São Paulo - A Voith Turbo, divisão do Grupo Voith que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes e sistemas relacionados a acionamentos, participa de 25 a 27 de junho da quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento será realizado no Rio de Janeiro é reconhecido como o que mais proporciona encontros de negócios no setor naval.</p>
<p>Apostando no crescimento da demanda da indústria offshore por embarcações de apoio a plataformas (PSVs), a Voith Turbo apresentará a tecnologia dos propulsores navais Voith Schneider® Propeller que são reconhecidos por proporcionarem manobras em todas as direções, confiabilidade, velocidade e precisão. O propulsor também é indicado para utilização em rebocadores portuários.</p>
<p>Para a aplicação específica em PSVs e embarcações offshore equipadas com seus propulsores navais, a Voith Turbo desenvolveu a tecnologia para atenuar o efeito lateral das ondas nas embarcações que operam em mares não abrigados (roll damping). A atenuação do efeito do “ângulo roll” é obtida graças à rapidez de resposta do Voith Schneider® Propeller, que permite criar forças que agem contra o movimento de ondulação. Como resultado, o balanço é eficientemente reduzido durante a navegação e também nas operações que exijam posicionamento dinâmico (DP).</p>
<p>Segundo o diretor da Voith Turbo no Brasil, Ralf Dreckmann, os propulsores navais da Voith Turbo oferecem estabilidade e segurança para embarcações de apoio offshore e estes aspectos são de extrema relevância para o mercado que está em expansão no Brasil.</p>
<p>Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, de 25 a 27 de junho de 2008, das 14 às 21 horas Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro - RJ</p>
<p>Voith Turbo - A Voith Turbo é uma divisão do Grupo Voith, que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes, sistemas e serviços relacionados a acionamentos. Com atuação global nas áreas industrial, automotiva, ferroviária e naval, a Voith Turbo emprega mundialmente mais de 4.941 colaboradores e faturou € 1 bilhão no ano fiscal 2006/2007. (Portal Fator - 24/06/2008))</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>WHITE MARTINS APRESENTA NOVA TECNOLOGIA EM SOLDAGEM NA NAVALSHORE 2008<br />
25-jun-2008</p>
<p>Novidade traz aumento expressivo da produtividade na soldagem de estruturas</p>
<p>Pela primeira vez, a White Martins participará da Navalshore 2008 – a feira, que chega a sua 5ª edição, entre os dias 25 e 27 de junho, e já virou referência no segmento da indústria naval e de offshore. Entre as tecnologias para soldagem apresentadas no evento pela White Martins destaca-se o lançamento do Duplo Arame com Arames Tubulares. Por utilizar dois arames em uma mesma tocha, o equipamento ganha aumento expressivo na velocidade da soldagem de estruturas, o que reduz o tempo de trabalho e proporciona o dobro da produtividade em relação aos processos convencionais.</p>
<p>Ainda serão expostas na feira outras duas tecnologias para soldagem: o sistema de mecanização pelo processo arame tubular e os sistemas Fast MigTM e Fast RootTM, que também promovem, em um mesmo equipamento, a alta produtividade nos processos de soldagem do passe de raiz, enchimento e acabamento, além de poder ser aplicado para tubulações, estruturas tubulares ou chapas. O estande da White Martins na feira vai contar ainda com peças de teste soldadas por meio de alguns desses processos, para que o visitante possa ver e entender os reais resultados das tecnologias.</p>
<p>As inovações apresentadas pela White Martins estão alinhadas com as necessidades da indústria naval e de offshore – que crescem a cada dia, graças à revitalização do segmento no Brasil. “Durante o evento vamos mostrar que não somos apenas uma empresa fornecedora de gases. A White Martins oferece um pacote de soluções integradas em soldagem. É com essa expectativa que chegamos à feira pela primeira vez. Vamos apresentar tecnologias realmente diferenciadas para que possamos aumentar, de fato, a competitividade do setor por meio de inovação tecnológica”, explica o gerente de tecnologia e de aplicações de soldagem da White Martins, William Macedo.</p>
<p>Sobre a White Martins</p>
<p>A White Martins atua há 96 anos no mercado brasileiro desde e está presente em nove países da América do Sul. Seu portfólio de produtos inclui gases atmosféricos, gases de processo, gases especiais e medicinais, cilindros de aço sem costura e equipamentos para aplicação, transporte e armazenamento de gases.</p>
<p>A empresa investe constantemente em tecnologia, o  que resulta em inovações desenvolvidas para seus clientes no Brasil e no exterior. Essa  capacitação tecnológica levou o Rio de Janeiro a garantir um centro de pesquisas tecnológicas da Praxair, grupo norte-americano controlador da White Martins, o único construído fora dos Estados Unidos: o CTR (Centro de Tecnologia Rio). No Centro são desenvolvidas tecnologias de soldagem e corte térmico que passam a ser utilizadas por todas as unidades da Praxair no resto do mundo. Um exemplo de produtos desenvolvidos no CTR e que já estão sendo aplicados em outras unidades do grupo são as soluções de misturas dedicadas a processos de soldagem da família Stargold New Generation, como Soldagem Plasma e Stargold Robot. Em breve, a White Martins irá lançar outras novidades no mercado com novas tecnologias para corte laser dos aços ao carbono e soldagem TIG dos aços inoxidáveis.</p>
<p>Serviço: Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore<br />
Local: Centro de Convenções SulAmérica – Rua Machado Coelho, 100 – Cidade Nova – Rio de Janeiro, RJ.<br />
Data: de 25 a 27 de junho de 2008<br />
Horário: das 14h às 21h  (Portal Nacional de Seguros)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>ASSIM Saúde terá estande no Navalshore 2008</p>
<p>23-jun-2008<br />
O ASSIM Saúde participará do Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que acontecerá de 25 a 27 de junho de 2008, no Centro de Convenções Cidade Nova.<br />
O evento é voltado para executivos e profissionais do setor naval e offshore, fornecedores de equipamentos, produtos e serviços, empresas de navegação e petroleiras, com uma expectativa de mais de 11 mil visitantes.</p>
<p>O principal objetivo do ASSIM Saúde, que acaba de completar 20 anos de fundação, é apresentar os diferenciais dos seus planos empresariais. “A criação do ASSIM Saúde foi um marco na história do mercado de saúde suplementar. Chegamos aos 20 anos com solidez financeira e patrimonial, o que garante aos nossos beneficiários a certeza do atendimento. Além disso, somos a única operadora a oferecer a maior estrutura médica própria do Estado do Rio de Janeiro”, destaca Cláudio da Rocha Miranda, superintendente-geral do Grupo ASSIM.</p>
<p>Além dos 34 hospitais e centros médicos próprios, os funcionários das empresas que contratam os planos da operadora contam com centros médicos exclusivos, que oferecem atendimento personalizado e um avançado programa de medicina preventiva; serviços gratuitos de remoção; e descontos em medicamentos. É possível também a inclusão do plano odontológico ASSIM DentSIM, com condições especiais para empresas.  (Portal Nacional de Seguros)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore 2008<br />
Navalshore abordará aumento da demanda na indústria naval e responsabilidade ambiental<br />
Redação<br />
releases@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 31/05/2008 - &#8220;O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades&#8221; é o tema central da conferência da Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência.</p>
<p>No dia 25 de junho, o painel &#8220;Desafios para a indústria naval nos próximos anos&#8221; abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel &#8220;Responsabilidade ambiental na indústria naval&#8221;. Duas palestras abordarão o assunto: &#8220;Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo  modificadas&#8221;.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: &#8220;Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Modelagem aduaneira na indústria offshore&#8221;, &#8220;Cenário da Indústria naval no Norte do país&#8221;, &#8220;Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval&#8221; e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.   (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>24/6/2008<br />
Translate</p>
<p>Navalshore 2008 tem início amanhã</p>
<p>Eventos e Cursos</p>
<p>Nota</p>
<p>?</p>
<p>0 votos<br />
A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, dia 25, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio.</p>
<p>O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo. A organização estima que contratos envolvendo cerca de R$ 300 milhões serão encaminhados durante a feira.</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. O Banco Fator também será âncora. Numa parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), a instituição financeira oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o ?Negócios em 15 minutos? foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364.</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>?O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades? é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel ?Desafios para a indústria naval nos próximos anos? abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel ?Responsabilidade ambiental na indústria naval?. Duas palestras abordarão o assunto: ?Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário? e ?Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas?.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: ?Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro?, ?Modelagem aduaneira na indústria offshore?, ?Cenário da Indústria naval no Norte do país?, ?Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval? e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô.</p>
<p>Realizada pela revista Portos e Navios, a Navalshore 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel. Mais informações: www.navalshore.com.br (Intelog)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore terá início amanhã no Rio</p>
<p>25/06/2008<br />
A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, dia 25 de junho quarta-feira, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira (Diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes); Eduardo Macedo (Coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Renata Cavalcanti (Subscretária de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro); Hugo Figueiredo (Presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma); Ariovaldo Rocha (Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore - Sinaval); Capitão Luiz Alberto Campos da Silva (Encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto (Gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro); Marcos Pereira (Gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ).</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. (Revista Portuária)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore 2008 teve início no Rio</p>
<p>26 de junho de 2008</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore teve início nesta quarta-feira (25 de junho), no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos<br />
produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. Na quarta-feira, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordou o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>Nesta quinta-feira (26), será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e<br />
Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>E no dia 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. A Navalshore 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel. (Click Macaé)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>25/6/2008<br />
Translate</p>
<p>Voith Turbo participa da Navalshore 2008</p>
<p>Eventos e Cursos</p>
<p>Nota</p>
<p>?</p>
<p>0 votos<br />
Propulsor Voith Schneider® Propeller para embarcações offshore de apoio a plataformas e rebocadores portuários é o destaque da empresa no maior evento da indústria naval do País.</p>
<p>São Paulo - A Voith Turbo, divisão do Grupo Voith que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes e sistemas relacionados a acionamentos, participa de 25 a 27 de junho da quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento será realizado no Rio de Janeiro é reconhecido como o que mais proporciona encontros de negócios no setor naval.</p>
<p>Apostando no crescimento da demanda da indústria offshore por embarcações de apoio a plataformas (PSVs), a Voith Turbo apresentará a tecnologia dos propulsores navais Voith Schneider® Propeller que são reconhecidos por proporcionarem manobras em todas as direções, confiabilidade, velocidade e precisão. O propulsor também é indicado para utilização em rebocadores portuários.</p>
<p>Para a aplicação específica em PSVs e embarcações offshore equipadas com seus propulsores navais, a Voith Turbo desenvolveu a tecnologia para atenuar o efeito lateral das ondas nas embarcações que operam em mares não abrigados (roll damping). A atenuação do efeito do ?ângulo roll? é obtida graças à rapidez de resposta do Voith Schneider® Propeller, que permite criar forças que agem contra o movimento de ondulação. Como resultado, o balanço é eficientemente reduzido durante a navegação e também nas operações que exijam posicionamento dinâmico (DP).</p>
<p>Segundo o diretor da Voith Turbo no Brasil, Ralf Dreckmann, os propulsores navais da Voith Turbo oferecem estabilidade e segurança para embarcações de apoio offshore e estes aspectos são de extrema relevância para o mercado que está em expansão no Brasil.</p>
<p>Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, de 25 a 27 de junho de 2008, das 14 às 21 horas Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro - RJ</p>
<p>Voith Turbo - A Voith Turbo é uma divisão do Grupo Voith, que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes, sistemas e serviços relacionados a acionamentos. Com atuação global nas áreas industrial, automotiva, ferroviária e naval, a Voith Turbo emprega mundialmente mais de 4.941 colaboradores e faturou ? 1 bilhão no ano fiscal 2006/2007 (INtelog)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>24/06/2008 - 11:55<br />
Voith Turbo participa da Navalshore 2008</p>
<p>Propulsor Voith Schneider® Propeller para embarcações offshore de apoio a plataformas e rebocadores portuários é o destaque da empresa no maior evento da indústria naval do País.</p>
<p>São Paulo - A Voith Turbo, divisão do Grupo Voith que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes e sistemas relacionados a acionamentos, participa de 25 a 27 de junho da quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento será realizado no Rio de Janeiro é reconhecido como o que mais proporciona encontros de negócios no setor naval.</p>
<p>Apostando no crescimento da demanda da indústria offshore por embarcações de apoio a plataformas (PSVs), a Voith Turbo apresentará a tecnologia dos propulsores navais Voith Schneider® Propeller que são reconhecidos por proporcionarem manobras em todas as direções, confiabilidade, velocidade e precisão. O propulsor também é indicado para utilização em rebocadores portuários.</p>
<p>Para a aplicação específica em PSVs e embarcações offshore equipadas com seus propulsores navais, a Voith Turbo desenvolveu a tecnologia para atenuar o efeito lateral das ondas nas embarcações que operam em mares não abrigados (roll damping). A atenuação do efeito do “ângulo roll” é obtida graças à rapidez de resposta do Voith Schneider® Propeller, que permite criar forças que agem contra o movimento de ondulação. Como resultado, o balanço é eficientemente reduzido durante a navegação e também nas operações que exijam posicionamento dinâmico (DP).</p>
<p>Segundo o diretor da Voith Turbo no Brasil, Ralf Dreckmann, os propulsores navais da Voith Turbo oferecem estabilidade e segurança para embarcações de apoio offshore e estes aspectos são de extrema relevância para o mercado que está em expansão no Brasil.</p>
<p>Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, de 25 a 27 de junho de 2008, das 14 às 21 horas Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro - RJ</p>
<p>Voith Turbo - A Voith Turbo é uma divisão do Grupo Voith, que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes, sistemas e serviços relacionados a acionamentos. Com atuação global nas áreas industrial, automotiva, ferroviária e naval, a Voith Turbo emprega mundialmente mais de 4.941 colaboradores e faturou € 1 bilhão no ano fiscal 2006/2007. (Portal Fator)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore 2008 tem início amanhã<br />
24/6/2008</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, dia 25, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo. A organização estima que contratos envolvendo cerca de R$ 300 milhões serão encaminhados durante a feira.</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. O Banco Fator também será âncora. Numa parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), a instituição financeira oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o ?Negócios em 15 minutos? foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364.</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.  (WebTranspo)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>25/06/2008<br />
Navalshore 2008 tem início hoje no Rio</p>
<p>A organização estima que durante a evento serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início hoje, dia 25 de junho quarta-feira, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença diversas autoridades e empresários</p>
<p>Contratos: Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira: A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos: O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221; foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência: &#8220;O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades&#8221; é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel &#8220;Desafios para a indústria naval nos próximos anos&#8221;” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel &#8220;Responsabilidade ambiental na indústria naval&#8221;. Duas palestras abordarão o assunto: &#8220;Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas&#8221;.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: &#8220;Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Modelagem aduaneira na indústria offshore&#8221;, &#8220;Cenário da Indústria naval no Norte do país&#8221;, &#8220;Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval&#8221; e apresentação institucional da Transpetro. (Portal Mies)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Feira - 26/6/2008<br />
Navalshore 2008 tem nício hoje, no Rio</p>
<p>O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira (Diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes); Eduardo Macedo (Coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Renata Cavalcanti (Subscretária de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro); Hugo Figueiredo (Presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma); Ariovaldo Rocha (Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore - Sinaval); Capitão Luiz Alberto Campos da Silva (Encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto (Gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro); Marcos Pereira (Gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ).</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia. A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração.</p>
<p>Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade. Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. A Navalshore 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel. (Revista Porto S/A)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Geral - 25/06/2008 - 13:01<br />
Navalshore 2008 reúne 115 expositores da indústria naval</p>
<p>A Navalshore 2008, V Feira e Conferência da Indústria Offshore, terá início nesta quarta-feira (25/06), no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira (27/06), reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura da feira acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira, diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes; Eduardo Macedo, coordenador geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Renata Cavalcanti subscretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Serviços; Hugo Figueiredo presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma); Ariovaldo Rocha , presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval); capitão Luiz Alberto Campos da Silva, encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto, gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro; Marcos Pereira, gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ.</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a feira serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também marcará presença na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente, a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O Negócios em 15 minutos, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27, durante a feira, empresas interessadas em se cadastrar como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o Negócios em 15 minutos foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões, e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. Nesta quarta-feira (25/06), o painel Desafios para a indústria naval nos próximos anos abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo, nesta quinta-feira (26/06), será dedicado ao painel Responsabilidade ambiental na indústria naval. Duas palestras abordarão o assunto: Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário e Prevenção da poluição marinha e atmosférica : normas da organização marítima internacional em elaboração ou sendo modificadas.</p>
<p>A sexta-feira (27/06) será dedicada à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: Programa de sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro, Modelagem aduaneira na indústria offshore, Cenário da indústria naval no Norte do país, Firjan - Tecnologia e educação profissional de soldagem e inspeção para a indústria Naval e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova. (Quissamã News)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>18/6/2008<br />
Translate</p>
<p>Cummins oferece solução completa para o mercado de offshore na navalshore 2008</p>
<p>Eventos e Cursos</p>
<p>Nota</p>
<p>10</p>
<p>1 votos<br />
A Cummins quer aproveitar a presença de profissionais e empresários que atuam em empresas com interesse na indústria naval e que participarão da Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que acontece de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para demonstrar sua ampla gama de motores, equipamentos e componentes para embarcações marítimas.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo é consolidar e aumentar a participação no mercado de embarcações comerciais, com um grande enfoque no suporte técnicos e na linha de produtos para todos os portos no mercado marítimo mundial&#8221;, diz Waldemar Marchetti, gerente de Negócios de Motores Marítimos da Cummins para a América do Sul e México.</p>
<p>Dispondo de uma linha de motores, com potências entre 500 cv a 2.500 cv, em aplicações de propulsão comercial, e de 50 a 2500 em aplicações auxiliares e geradores de bordo, a Cummins tem se consolidado como uma das maiores fornecedoras mundial de equipamentos utilizados em operações offshore e de exploração de óleo e gás. Destaca-se ainda a participação crescente em aplicações diesel elétrico em diversos tipos de embarcações de apoio à plataforma a nível mundial. Além da variedade de tipos, potências e modelos de motores, a Cummins ainda disponibiliza para os usuários do setor componentes como filtros de ar, de combustível e de água; turbinas e também óleos lubrificantes. Tudo com a garantia de uma marca que tem qualidade e uma reputação de eficiência em nível mundial.</p>
<p>O estande da Cummins estará localizado na Rua D da Navalshore 2008 - que acontecerá das 14h às 21 horas no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô. Para participar do evento, a Cummins conta com o apoio e a parceria da CDME - Cummins Distribuidora de Motores Diesel e Equipamentos, distribuidor da marca no Rio de Janeiro. (Intelog)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore abordará aumento da demanda na indústria naval</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência.</p>
<p>No dia 25 de junho, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.</p>
<p>A Navalshore 2008 tem patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Pintura Industrial)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Terá início amanhã no Rio a &#8220;VI Feira e Conferência da Indústria Offshore 2008&#8243; - 24/6/2008<br />
“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” será o tema central do evento</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira (Diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes); Eduardo Macedo (Coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Renata Cavalcanti (Subscretária de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro); Hugo Figueiredo (Presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma); Ariovaldo Rocha (Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore - Sinaval); Capitão Luiz Alberto Campos da Silva (Encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto (Gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro); Marcos Pereira (Gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ).</p>
<p>Contratos<br />
Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira<br />
A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos<br />
O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência<br />
“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. Amanhã, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, quinta-feira, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto:<br />
“Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, sexta-feira, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>Serviço<br />
A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. (Jornal Canal Aberto)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Francesa Marinelec apresenta linha de produtos de segurança e vigilância<br />
Redação<br />
releases@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 11/07/2008 - A Marinelec Technologies é uma empresa francesa que, há 30 anos, coloca a sua experiência ao serviço da segurança dos homens e dos navios. A empresa, que tem o seu próprio departamento de pesquisa, concebe e realiza equipamentos de vigilância, de alarme e de controle: monitorização, detecção de incêndios, alarme geral, comando e controle das luzes de navegação, medição e detecção de nível.</p>
<p>Na feira Navalshore, realizada no Rio, com o seu parceiro brasileiro AUTROTEC, a Marinelec Technologies apresentou aos profissionais do mercado marítimo a sua gama de produtos aprovados pelas empresas de Classificação. Ela expôs as suas centrais de detecção de incêndios, bem como um equipamento de monitorização e os seus transmissores de ordens, produtos que estão em conformidade com as regulamentações marítimas internacionais.</p>
<p>A Marinelec Technologies e a AUTROTEC  são parceiros particularmente atentos aos pedidos dos clientes. Graças ao seu know-how e ao conhecimento que possuem do mundo marítimo e das restrições normativas e de segurança, estas empresas oferecem soluções tecnológicas inovadoras, fiáveis, de grande qualidade, que permitem uma navegação em total segurança. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Aaborg Industries Brasil oferece assistência técnica de caldeiras para navios e plataformas<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 28/06/2008 - A Aaborg Industries Brasil,fabricante e líder nacional de caldeiras industriais,oferece no Brasil assistência técnica em caldeiras navais em navios e plataformas que usam equipamentos do grupo dinamarquês Aalborg Industries Company, de quem é representante também de vendas na América do Sul.Para atender o setor offshore,a empresa possui um centro de assistência técnica em São Paulo.</p>
<p>Em Macaé, no norte do estado do Rio, mantém uma unidade fabril especialmente destinada a prestar serviços de manutenção para a Petrobras, em plataformas petroleiros.A Aaborg participou da Navalshore,de 25 a 27 de junho, onde exibiu o portfólio de soluções.</p>
<p>A produção das caldeiras industriais da empresa é feita na fábrica de Petrópolis.Segundo Alberto Crespo (foto), diretor de vendas e marketing da Aaborg Industries Brasil, são 250 toneladas de aço por mês processados.A empresa tem 65% das vendas do mercado e está produzindo uma média anual de 120 unidades desses equipamentos. São mais de 11.000 unidades entregues no Brasil e América do Sul, desde 1968, quando começou a atuar. A empresa tem faturamento anual em torno de R$ 100 milhões. &#8220;A vida últil de uma caldeira gira em torno de 25 anos&#8221;, explica Crespo.</p>
<p>&#8220;Temos capacidade técnica de produzir caldeiras para o setor naval, mas nossos preços não são competitivos quando comparados ao similar estrangeiro, pois aqui o preço do aço é muito alto&#8221;, explica Crespo.</p>
<p>Da Aalborg Industries Company, líder mundial no mercado de caldeiras navais e que está presente em 13 países, a representante brasileira vende também os fornos, economizadores (WHRU), trocadores de calor/permutadores,sistemas de Combustão,aquecedores de óleo térmico e geradores de gás.</p>
<p>A Aalborg Industries realiza serviços de manutenção em caldeiras para grandes grupos como Petrobras, especialmente em plataformas e petroleiros; Michelin, Goodyear,Ambev e  Cervejaria Petrópolis,entre outros. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Calorisol entra no segmento de painéis para indústria naval<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 28/06/2008 - A arquitetura naval faz toda a diferença para quem costuma ficar confinado em uma plataforma ou durante dias em uma embarcação. &#8220;É preciso humanizar o ambiente e garantir segurança contra fogo&#8221;, explica Eduardo Santos (foto), executivo da divisão naval e offshore do Grupo Calorisol.<br />
A empresa, que desde 1961 é especialista no segmento de isolamento térmico, começou a desenvolver este ano painéis de revestimento, de divisórias,de teto e portas para a indústria naval e offshore.</p>
<p>&#8220;A feira marcou nossa entrada nesse novo segmento de mercado&#8221;, frisou Santos. O grupo também fornece para o setor naval uma linha de mobília pré-fabricada ou feita sob-encomenda que incluiu beliches, camas, guarda-roupas, escrivaninhas,criados mudos, mesas, entre outros componentes. Durante três dias, a empresa expôs sua gama de produtos na Navalshore.</p>
<p>A empresa desenvolve toda a produção em sua fábrica em Paulínia, São Paulo,em uma área de 174 mil m², sendo 8 mil m² de área construída. O processo totalmente automatizado possui capacidade produtiva de 300 toneladas/mês de Hidrossilicato de Cálcio, além de outros produtos, contando com o Sistema da Qualidade certificado de acordo com a norma ISO 9001:2000, o que a torna referência no mercado de isolantes térmicos.</p>
<p>Segundo Santos, a fabricação dos painéis não contêm amianto ou outras fibras nocivas à saúde.  Os produtos da linha Calorisol 300 e 400 são usados para proporcionar anteparas, divisórias e tetos decorativos e resistentes ao fogo em áreas de acomodação em todos os tipos de embarcações, navios e plataforma offshore. Santos explica que os painéis podem ser usados ainda como componentes em mobília. A divisão naval e offshore da empresa também é responsável pela venda e marketing de produtos e sistema de proteção marítima para o mercado nacional e internacional da construção naval. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Cummins procura parceiros locais para ampliar nacionalização de motores marítimos<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 28/06/2008 - A diretoria da norte-americana Cummins Engine Company vislumbra o mercado brasileiro, sobretudo o de motores marítimos, como um dos mais promissores do mundo. &#8220;Vamos participar de todas as licitações, inclusive a próxima da Petrobras&#8221;, disse Waldemar Marchetti (foto), gerente de negócios da área marítima da Cummins Brasil, que responde pela América do Sul e México. A empresa estaria buscando parceiros locais para garantir o índice de 65% de nacionalização de conteúdo exigido pelo governo.</p>
<p>Devido ao aumento da demanda, a projeção de crescimento da unidade de negócios marítimos este ano chega a 60%, quase 20% maior que a registrada nos últimos dois anos. A empresa também está fazendo projeção de novas oportunidades de negócios na América Latina. &#8220;Nossa expectativa é de que essas oportunidades gerem nos próximos três anos US$ 70 milhões de faturamento&#8221;, ressalta Marchetti.</p>
<p>Os produtos comercializados pela empresa para o setor marítimo compreende equipamentos de propulsão, geradores e auxiliares. A empresa participou da Navalshore deste ano demonstrando motores, equipamentos e componentes para embarcações marítimas.</p>
<p>Em 2008, a expectativa de faturamento é de US$ 10 milhões e em 2009 a empresa pretende dobrar a cifra. &#8220;Para isso contamos com uma rede de distribuidores&#8221;, explica Marchetti. São 32 distribuidores na América Latina, sendo três próprios: São Paulo, Buenos Aires e Santiago, além de centenas de pontos de venda de peças e assistência técnica nos 22 países cobertos pela fábrica brasileira.</p>
<p>A empresa pretende chegar à marca de 100 mil motores produzidos este ano em sua fábrica em São Paulo, para aplicações automotiva e industrial, cerca de 30 mil unidades acima do que desenvolve.</p>
<p>Cummins no mundo</p>
<p>A Cummins é fornecedora mundial de equipamentos utilizados em operações offshore e de exploração de óleo e gás. A linha de motores tem potências entre 500 a 2.500 cavalos, em aplicações de propulsão comercial; e de 50 a 2.500 para aplicações auxiliares e geradores de bordo. &#8220;Nossos motores atendem às novas e rígidas normas internacionais de emissões de poluentes&#8221;, explica Marchetti.</p>
<p>A Cummins foi fundada em 1919,em Columbus, Indiana (EUA), com o intuito de produzir motores diesel para caminhões e ônibus, que seriam mais econômicos e resistentes que os motores a gasolina disponíveis na época. A multinacional instalou 80 fábricas de motores, geradores e componentes e 5 mil pontos de serviços em 197 países. Hoje, é a maior fabricante independente de motores diesel do mundo.</p>
<p>Responsabilidade social</p>
<p>No Brasil, iniciou suas atividades industriais em 1974 em sua fábrica em Guarulhos. A fábrica tem 60 mil m² de área construída,com capacidade para produzir mais de 70 mil motores por ano. São 1.500 funcionários e 1.200 terceirizados, trabalhando em três turnos. A qualificação da mão-de-obra é uma das preocupações da empresa.<br />
&#8220;Temos há dois anos uma universidade Cummins em Guarulhos que oferece quatro meses de treinamento aos engenheiros e técnicos. Nesse tempo,eles passam a conhecer toda a linha de produtos, a parte eletrônica, a montagem e desmontagem de motores&#8221;, explica Marchetti   (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Schottel do Brasil abrirá em julho escritório de desenvolvimento de projetos no Rio<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 27/6/2008 - A Schottel do Brasil trouxe para o seu  estande na Navalshore um novo sistema de propulsão para rebocadores e o segmento offshore. Trata-se do Combi Drive Schottel, muito usado em embarcações de apoio marítimo. As primeiras unidades chegam ao mercado brasileiro até o final deste ano.</p>
<p>Em julho, a empresa vai inaugurar um escritório de desenvolvimento de projetos no Rio de Janeiro. Será a base do gerenciamento de todos os projetos do grupo alemão na América do Sul. O motivo é o crescimento que a indústria naval está apresentando. &#8221; A maioria dos armadores está no Rio. Por isso, queremos estar mais próximos e marcar mais presença no mercado&#8221;, explica Rodrigo Miranda, gerente de projetos e venda da empresa.</p>
<p>A empresa é subsidiária da alemã Schottel, com larga tradição nos campos de engenharia mecânica, hidrodinâmica e de sistemas elétricos.&#8221;Temos tradição no segmento de propulsão. O novo produto apresenta como uma das vantagens a combinação do sistema de transmissão elétrico com componentes mecânicos&#8221;,  ressalta Miranda.</p>
<p>Ele explica que o Schottel Combi Drive tem variação de potência entre 1.900 e 3.800 kW, com diâmetros de hélice que variam de 2.500 a 3.500 mm.</p>
<p>Mercado brasileiro</p>
<p>No Brasil, a Schottel está sediada no município de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul. Segundo Miranda, a participação da empresa no mercado brasileiro é em torno de 50%. &#8220;O objetivo é aumentar o quadro técnico e de engenheiros.Queremos contratar pessoas habilitadas para atender a demanda para instalação e suporte&#8221;, diz.</p>
<p>Em 2007, o faturamento global da Schottel foi de 180 milhões de euros e a expectativa este ano é chegar a 230 milhões de Euros, informou Miranda. (Guia Offshore)</p>
<p>GE marca estréia na Navalshore com apresentação do motor V250<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 27/6/2008 - A GE está confiante no crescimento do setor naval brasileiro. Prova disso é sua participação pela primeira vez, com um estande, na Navalshore onde exibe seus motores a diesel das linhas V228 e V250 totalmente adaptados para atender o setor naval. Para 2010, a empresa prevê o lançamento no mercado mundial de uma nova série de motores, projetada especificamente para a indústria naval.<br />
&#8220;Os motores já estão em fase de testes nos EUA&#8221;, informou Bruno Serapiao, gerente regional de marketing para a América Latina da GE Transportation.</p>
<p>O destaque na Navalshore é o motor marítimo V250,que acaba de chegar no mercado brasileiro. Tem  controle de emissão de poluentes, gerencimento de combustível mais aprimorado, sistema de combustão e de resfriamento que assegura economia de combustível da ordem de 6.5%, segundo especificações técnicas. O valor de cada motor está calculado em US$ 700 mil a US$ 1 milhão.</p>
<p>Além do V250, a GE continua promovendo a linha de motores V228, que produz energia constante entre  1045Kw e 3060Kw. Os equipamentos são capacitados para prover de energia navios de serviço, rebocadores, empurradores, embarcações para suprimento offshore, balsas, caçamba de dragas, barcas de passageiros, barcos pesqueiros além de outras funções no transporte marítimo.</p>
<p>São motores de alta compressão, quatro tempos, média rotação, turboalimentados, injeção eletrônica e capacitados para aplicação no setor naval. A linha V228 está disponível para aplicação na área naval há três anos. A GE trabalha com prazo de entrega de 10 meses.</p>
<p>Serapiao diz que o objetivo da empresa é participar cada vez mais de feiras no Brasil. &#8220;Estamos acreditando no crescimento do mercado naval brasileiro&#8221;, ressaltou. Segundo ele, a empresa está se capacitando para poder dar suporte aos clientes do setor, a exemplo do que já  faz no segmento de locomotiva. &#8220;Estamos iniciando treinamento na América Latina e no Brasil&#8221;, informa.</p>
<p>A empresa projeta e fabrica motores a diesel há mais de 40 anos. Com um centro de pesquisa mundial em Nova York,  é um dos líderes mundiais na produção de motores  de média rotação, nas configurações de 8, 12 e 16 cilindros.</p>
<p>Com valor de mercado estimado em US$ 290 milhões, a GE tem  mais de 15,000 motores operando mundialmente. Serapiao  conta que a fábrica no estado da Pensilvânia, nos EUA, produz anualmente 1.200 equipamentos.</p>
<p>No Brasil, a GE possui sete instalações industriais, distribuídas entre os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de escritórios de vendas e marketing em outras localidades. Com cerca de 8.000 empregados no País, a empresa tem sua matriz instalada na cidade de São Paulo.São seis áreas de negócios todas com atividades no país. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Triunfo Logística quer reforçar atuação na área de navegação<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 13:28 27/6/2008 - A Triunfo Logística marca presença na Navalshore com soluções de infra-estrutura e operação de movimentação de cargas offshore. A empresa faz projetos para cargas em geral, nas áreas de importação e mercado interno.&#8221;A empresa possui uma área portuária de 50 mil m² no Rio de Janeiro para garantir estrutura logística aos clientes. Além dessa área, dispomos  de 600 m²de berço de atracação, espaço para receber até 10 embarcações de apoio&#8221;, informa diz Rogério Cafaro, diretor presidente da empresa. Segundo ele, na área de navegação, a empresa pretende atuar mais em cabotagem.</p>
<p>Segundo Alexandre Lima, gerente comercial da Triunfo, na área de offshore a empresa oferece apoio logístico para embarcações, com estrutura operacional e de equipamentos. Já no segmento de transporte marítimo o transporte de cargas é garantido com embarcações tipo barcaça, com capacidade de carregamento de 10 mil toneladas. As barcaças têm dimensões que variam de 90 a 110 metros de comprimento.</p>
<p>A coordenação logística da Triunfo inclui acompanhamento diário de toda movimentação de carga, desde a chegada ao terminal até o carregamento em caminhões ou vagões para seguir ao destino final. Toda a movimentação de carga pode ser acompanhada pelos clientes pelo site da empresa.</p>
<p>Com mais de 15 anos de tradição, a Triunfo Logística está investindo em novos equipamentos e na capacitação da mão-de-obra, informa Lima. &#8220;A empresa tem quase 800 funcionários que passam constantemente por treinamento. Os profissionais têm amplo conhecimento em movimentação de carga &#8220;, diz. O faturamento médio da empresa é de R$ 5 milhões por mês. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Solaris pretende abrir mais nove unidades no país até 2010<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 20:05 26/6/2008 - A Solaris, com forte atuação em locação de equipamentos, planeja investir nas regiões norte, nordeste e sudeste. &#8220;Nos próximos três anos a meta é aplicar US$ 120 milhões no lançamento de novos equipamentos e incremento nos produtos já existentes&#8221;, informa Sandro Gianello, gerente da filial carioca. Do montante estimado, US$ 60 milhões serão aplicados na ampliação da área de plataformas aéreas e a outra metade no aumento dos grupos geradores, da frota de manipuladores telescópicos e na entrada no segmento de locação de equipamentos para manipulação de terra. A Solaris é controlada pelo grupo argentino Sullair.</p>
<p>Em julho, a empresa prevê o lançamento de cinco famílias de equipamentos para movimento de terra, composta de escavadeiras, moto niveladores, carregadeiras, rolos compactadores e topadoura. O preço de locação do equipamento é de R$ 30 a R$ 40 mil por mês. &#8220;O lançamento desse equipamento visa atender o aumento de demanda de construção de anéis rodoviários, aeroportos, portos e indústria de base&#8221;, explica Gianello.</p>
<p>O foco da empresa é locação de equipamentos utilizados na construção e em serviços de manutenção de setores como petroquímico, papel e celulose, siderurgia e indústria naval. A Solaris também atua nos segmentos de movimentação de carga, aluguel de grupos geradores e geração de energia. Segundo Gianello,no mercado mundial locação de equipamentos está em alta. Nos EUA e na Europa cerca de 35% dos equipamentos fabricados são para locação, enquanto no Brasil a margem gira em torno de 15%. No Japão chega a 80%, pois lá as empresas se concentram na sua atividade fim&#8221;, compara.</p>
<p>A Solaris tem uma carteira de cerca de mil clientes ativos, entre esses a Andrade Gutierrez, Brasken, Construtora Norberto Odebrecht, Vale do Rio Doce e Petrobras. Segundo Gianello, para 2008 a meta do grupo Sullair é fechar o ano com faturamento projetado de US$ 250 milhões, sendo 35% no Brasil. Em 2007, a empresa faturou US$ 200 milhões.</p>
<p>Entre os projetos para o segundo semestre deste ano, destaca-se a expansão da empresa com a abertura de novas filiais em Recife e São Luiz, em outras em Goiânia e Porto Alegre. A matriz da empresa fica em São Paulo. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Dânica-Norac marca presença em evento naval com novidade em mobiliário marítimo<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br<br />
Joint-venture criada há um ano e meio garantiu atendimento ao setor naval brasileiro</p>
<p>Rio, 15:45 26/6/2008 - A Dânica-Norac, fornecedora de sistemas para interiores de navios cruzeiros, ferreiros, comerciais e instalações offshore, está comemorando um ano e meio da associação  das duas marcas, a primeira de origem dinamarquesa e a outra norueguesa. A joint-venture foi criada para atender o setor naval. A empresa tem na Barra da Tijuca um escritório para desenvolvimento de projetos para a área naval e offshore. Uma equipe de sete pessoas cuida da realização dos projetos.</p>
<p>Décio Di Maio Ferreira, gerente de projetos, diz que a fusão aconteceu devido ao reaquecimento da indústria naval brasileira.&#8221;Com a descoberta de novos poços de petróleo e necessidade de novas plataformas e reformas das já existentes, além da contrução de barcos de apoio percebemos que haveria aumento de demanda&#8221;, diz.&#8221;Acreditamos em um aumento de demanda em torno de 35%&#8221;, estima.</p>
<p>A Dânica-Norac fabrica e distribui painéis de forração para anteparas e tetos, portas, banheiros modulares, pisos elevados e janelas,com proteção a incêndios.A empresa já produz alguns componentes no Brasil.</p>
<p>Segundo Juliano Martins Canato, gerente de vendas na América Latina da empresa, o objetivo é chegar até o final de 2009 com faturamento de R$ 20 milhões no segmento naval e offshore. Sobre as perspectivas de mais pedidos pelo mercado, Canato diz que a meta é conquistar até 2012 50% desse mercado.</p>
<p>Em 2007, a empresa ganhou 10 concorrências, entre esses com os estaleiros Aliança, Fittipaldi, Mauá, Santa Cruz (H Dantas) , Ilha (Eisa),TWB e com a Petrobras.</p>
<p>Mobiliário em exposição</p>
<p>A Dânica-Norac levou para a Navalshore alguns componentes de sua carteira de projetos, como um conjunto de sua linha de móveis para navios convencionais e de instalações offshore. Outro é um banheiro modular feito sob medida para acomodação marítima. Para o segmento, a empresa oferece várias opções de layout e de acessórios. Os banheiros modulares podem ser fabricados em aço galvanizado ou alumínio com proteção anti-corrosão. O modelo de alumínio garante redução de 20% a 25% no peso da embarcação. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Volvo Penta expõe na Navalshore motores que agridem menos o meio ambiente<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>A Volvo Penta Brasil, divisão de motores marítimos e industriais do grupo sueco Volvo, participa da V edição da Navalshore com motores para geradores de energia. Cristiano Conde, gerente do departamento de vendas, comunicação e logística da empresa, diz que as novidades para o setor naval são os motores para plataformas e embarcações auxiliares,com potência de 370 HP.</p>
<p>Um dos equipamentos em exposição é a linha D6, motor a diesel, compacto com seis cilindros, sistema de injeção eletrônica e que apresenta baixa emissão de poluentes. &#8220;Atendemos as rígidas regras da Europa e dos Estados Unidos&#8221;, ressalta. O preço médio do equipamento é R$ 112 mil.</p>
<p>Segundo Conde,o aquecimento do setor naval deve significar para a empresa aumento anual de vendas em torno de 25% nos próximos anos. A perspectiva é de a Volvo Penta Brasil fechar 2008 com faturamento e R$ 80 milhões.</p>
<p>&#8220;Há algum tempo que  estamos  adequando a nossa logística para atender aumento da demanda. Mantemos desde 99 um armazém em Curitiba, que abriga peças e motores. Trabalhamos 24h e sete dias por semana&#8221;, conta. A Volvo mantém na capital do Paraná a fabricação de caminhões e ônibus.</p>
<p>Com fábricas na Suécia, Holanda e nos EUA,o objetivo da Volvo Brasil é passar a produzir aqui motores para geradores industriais.Segundo Conde, o objetivo é que isso aconteça a partir de 2009.</p>
<p>De origem sueca e há mais de um século no mercado mundial, a empresa está comemorando 31 anos de mercado brasileiro. Com sede no Rio de Janeiro, a Volvo Penta Brasil<br />
conta com 3.500 funcionãrios. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Motores marítimos têm presença no evento</p>
<p>4/7/2008<br />
Com o mercado marítimo brasileiro de motores de serviços globalizado, fabricantes americanos, suíços, alemães e suecos participam da Navalshore 2008. O evento acontece de 25 a 27 de junho no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Nos últimos anos, ganharam impulso na indústria de motores marítimos para embarcações de serviço a venda de motores com<br />
sistema de injeção eletrônica Common Rail – que se tornou a bola da vez do mercado: são mais eficientes e menos poluentes que os<br />
tradicionais mecânicos. Eles serão um dos destaques da exposição.</p>
<p>Os motores marítimos com injeção eletrônica ganharam força no mercado depois que uma série de normas internacionais passaram a<br />
exigir modelos cada vez menos poluentes.</p>
<p>Participam da Navalshore 2008 a MTU do Brasil, Cummins Marine, Volvo Penta, Scania Marine, Man Diesel e Caterpillar, que prometem expor o que há de mais avançado em motores maritimos de serviço. (Portal Naval)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore abordará aumento da demanda na indústria naval e responsabilidade ambiental</p>
<p>&#8220;O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades&#8221; é o tema central da conferência da Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência.</p>
<p>No dia 25 de junho, o painel &#8220;Desafios para a indústria naval nos próximos anos&#8221; abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel &#8220;Responsabilidade ambiental na indústria naval&#8221;. Duas palestras abordarão o assunto: &#8220;Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas&#8221;.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: &#8220;Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Modelagem aduaneira na indústria offshore&#8221;, &#8220;Cenário da Indústria naval no Norte do país&#8221;, &#8220;Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval&#8221;e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.</p>
<p>A Realização da revista Portos e Navios, a Navalshore 2008 tem patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Infomet)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore abordará aumento da demanda e responsabilidade ambiental<br />
19/05/2008</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que será realizado de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.</p>
<p>Realização da revista Portos e Navios, a Navalshore 2008 tem patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>UOL<br />
24/06/2008 - 17h50<br />
Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval</p>
<p>Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira.</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha.</p>
<p>(Edição de Marcelo Teixeira) (Economia UOL)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Nova tecnologia em soldagem da White Martins</p>
<p>06/09/2007</p>
<p>Pela primeira vez, a White Martins participará da Navalshore 2008 - 5ª edição da feira que será realizada entre os dias 25 e 27 de junho e já virou referência no segmento da indústria naval e de offshore. Entre as tecnologias para soldagem apresentadas no evento pela White Martins, destaca-se o lançamento do Duplo Arame com Arames Tubulares. Por utilizar dois arames em uma mesma tocha, o equipamento ganha aumento expressivo na velocidade da soldagem de estruturas, o que reduz o tempo de trabalho e proporciona o dobro da produtividade em relação aos processos convencionais.</p>
<p>Ainda serão expostas na feira outras duas tecnologias para soldagem: o sistema de mecanização pelo processo arame tubular e os sistemas Fast MigTM e Fast RootTM, que também promovem, em um mesmo equipamento, a alta produtividade nos processos de soldagem do passe de raiz, enchimento e acabamento, além de poder ser aplicado para tubulações, estruturas tubulares ou chapas. O estande da White Martins na feira vai contar ainda com peças de teste soldadas por meio de alguns desses processos, para que o visitante possa ver e entender os reais resultados das tecnologias.</p>
<p>As inovações apresentadas pela White Martins estão alinhadas com as necessidades da indústria naval e de offshore - que crescem a cada dia, graças à revitalização do segmento no Brasil. &#8220;Durante o evento vamos mostrar que não somos apenas uma empresa fornecedora de gases. A White Martins oferece um pacote de soluções integradas em soldagem. É com essa expectativa que chegamos à feira pela primeira vez. Vamos apresentar tecnologias realmente diferenciadas para que possamos aumentar, de fato, a competitividade do setor por meio de inovação tecnológica&#8221;, explica o gerente de tecnologia e de aplicações de soldagem da White Martins, William Macedo.</p>
<p>Sobre a White Martins</p>
<p>A White Martins atua há 96 anos no mercado brasileiro desde e está presente em nove países da América do Sul. Seu portfólio de produtos inclui gases atmosféricos, gases de processo, gases especiais e medicinais, cilindros de aço sem costura e equipamentos para aplicação, transporte e armazenamento de gases.</p>
<p>A empresa investe constantemente em tecnologia, o que resulta em inovações desenvolvidas para seus clientes no Brasil e no exterior. Essa capacitação tecnológica levou o Rio de Janeiro a garantir um centro de pesquisas tecnológicas da Praxair, grupo norte-americano controlador da White Martins, o único construído fora dos Estados Unidos: o CTR (Centro de Tecnologia Rio). No Centro são desenvolvidas tecnologias de soldagem e corte térmico que passam a ser utilizadas por todas as unidades da Praxair no resto do mundo. Um exemplo de produtos desenvolvidos no CTR e que já estão sendo aplicados em outras unidades do grupo são as soluções de misturas dedicadas a processos de soldagem da família Stargold New Generation, como Soldagem Plasma e Stargold Robot. Em breve, a White Martins irá lançar outras novidades no mercado com novas tecnologias para corte laser dos aços ao carbono e soldagem TIG dos aços inoxidáveis. (CIMM)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>25/06/2008 - 11:05:27<br />
Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval no Brasil</p>
<p>A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha. (Portal dos Metalúrgicos)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>SINAVAL DEBATE SOBRE FORMAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA   27/06/08</p>
<p>O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) se reuniu ontem com representantes das universidades do Rio de Janeiro, na NavalShore, para debaterem sobre o atual cenário deste mercado. A conclusão foi que a indústria naval precisará de dois mil engenheiros navais pelos próximos quatro anos.</p>
<p>Segundo os dados apresentados, 50 engenheiros navais vão se formar este ano na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Enquanto, na Universidade de São Paulo (USP), o total de formandos deve ser próximo de 30. O número é considerado baixo para o momento atual, levando em conta que as duas universidades são as principais fontes de engenheiros navais do Brasil.</p>
<p>Apesar de estas constatações estarem bem longe da necessidade estimada para o futuro, o presidente do Sindicato, Ariovaldo Rocha, se mostrou otimista. Rocha considera a possibilidade de aproveitar engenheiros de outras áreas no setor.</p>
<p>O presidente do Sindicato acredita que engenheiros mecânicos e de produção podem ser amplamente utilizados se receberem treinamento nos próprios estaleiros ou em centros de educação continuada dentro das universidades, inclusive através de parcerias entre as instituições de ensino e os estaleiros. Também foram postos em pauta assuntos como estágios e formação no trabalho, além de bolsas de estudo para estudantes selecionados.</p>
<p>O presidente do Sinaval aproveitou para anunciar a parceria entre sua entidade e a UFRJ, nos moldes do que ocorria na década de 70. Participaram do encontro representantes do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), UFF, UFRJ e Senai.</p>
<p>Por Isabel Correia Lima (Nicomex)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>26.06.2008<br />
Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.</p>
<p>&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo. (Fonte: Reuters / Denise Luna) (Usuport)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Brasil está preparado para fazer 338 navios e plataformas<br />
Fonte: WebTranspo<br />
Incluído no site em 27/06/2008<br />
A demanda por 338 embarcações, que inclu­em construção de navi­os e plataformas, neces­sários para o desenvolvi­mento do setor naval no País pode ser atendida pelos estaleiros brasilei­ros. Esta é uma das conclusões do debate de abertura na quinta Feira e Conferência da Indús­tria Offshore (Navalshore). O evento começou ontem e será realizado até amanhã no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio.</p>
<p>Para os participantes, as companhias brasileiras têm capacidade para construir 26 estaleiros de porte médio e gran­de, em 4,7 milhões de metros quadrados de área ocupada e 570 mil toneladas de aço pro­cessadas por ano. Tam­bém poderiam ser fabricados 16 diques e docas elevatórias, 22 carreiras de construção e 43 cais de acabamento.</p>
<p>A demanda está elevada. Seriam 70 empreendi­mentos em demanda firma, 224 anunciados e 44 previstos, totalizando 338 empreendimentos. A demanda firme inclui 38 navios petroleiros, seis plataformas de produção, cinco navios porta-contêineres, três navios graneleiros e 18 navios de apoio maríti­mo.A feira reúne 115 exposi­tores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indús­tria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarca­ções pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contra­tos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio maríti­mo da Petrobras, recém-anunciado pelo presiden­te Lula. A organização da Navalshore estima que durante a feira serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Um dos destaques da Navalshore é o &#8220;Negóci­os em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à feira com 11 empre­sas-âncoras. A Transpetro e os estalei­ros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB recebem hoje e amanhã empresas inte­ressadas em criar cadas­trar como fornecedoras, apresentar novos produ­tos e serviços ou sim­plesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos. Em 2006, a atração realizou 297 reuniões e no ano passado, 364. Para este ano estão pré­agendadas 375.</p>
<p>O primeiro dia foi dedica­do aos desafios para a indústria nos próximos anos. Participaram da conferência o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Hugo Figueiredo, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore, Ariovaldo Ro­cha, a diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transpor tes, Débora Teixeira, o coordenador geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvol­vimento da Produção do Ministério do Desenvolvi­mento, Indústria e Co­mércio Exterior, Eduardo Macedo, a subsecretária estadual de Desenvoltimento Econô­mico, Indústria e Servi­ços do Rio, Renata Cavalcanti, o encarrega­do da Divisão de Segu­rança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas, Capitão Luiz Alberto Campos da Silva, o gerente executivo de Transporte Marítimo da Transpetro, Elizio de Araújo Neto, e o gerente do Centro de Tecnologia do Senai, Marcos Pereira.</p>
<p>Os participantes comen­taram o crescimento das encomendas no setor naval e suas conseqüências, como aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfei­çoamento tecnológico de toda a indústria, amplia­ção das oportunidades para a indústria de navipeças e verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para novos negócios.</p>
<p>O tema de hoje será a responsabilidade ambiental, em duas palestras &#8220;Navios ecoló­gicos formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica: normas da organização marítima internacional em elabora­ção ou sendo modifica­das&#8221;. Na sexta-feira, será discutida a indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. (Federação Nacional dos Estivadores)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil<br />
Reuters - 25/06/2008, 19:24</p>
<p>Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.</p>
<p>OUTRO LADO</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.</p>
<p>&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo.</p>
<p>(Edição de Camila Moreira)</p>
<p>Copyright © 2008 Reuters Limited. Todos os direitos reservados. Republicação ou redistribuição do conteúdo produzido pela Reuters é expressamente proibido sem autorização prévia por escrito. A Reuters não se responsabiliza por nenhum erro de conteúdo ou atraso de sua distribuição, ou qualquer outra ação decorrente desta publicação. (Abril.com)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Brasil está preparado para fazer 338 navios e plataformas</p>
<p>Enviado em 26 de Junho de 2008<br />
A demanda por 338 embarcações, que incluem construção de navios e plataformas, necessários para o desenvolvimento do setor naval no País pode ser atendida pelos estaleiros brasileiros. Esta é uma das conclusões do debate de abertura na quinta Feira e Conferência da Indústria Offshore (Navalshore). O evento começou ontem (25) e será realizado até amanhã (27), no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. Para os participantes, as companhias brasileiras têm capacidade para construir 26 estaleiros de porte médio e grande, em 4,7 milhões de metros quadrados de área ocupada e 570 mil toneladas de aço processadas por ano. Também poderiam ser fabricados 16 diques e docas elevatórias, 22 carreiras de construção e 43 cais de acabamento. A demanda está elevada. Seriam 70 empreendimentos em demanda firma, 224 anunciados e 44 previstos, totalizando 338 empreendimentos. A demanda firme inclui 38 navios petroleiros, seis plataformas de produção, cinco navios porta-contêineres, três navios graneleiros e 18 navios de apoio marítimo. (Nextrans)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Sinaval busca parceria com universidades para formar engenheiros</p>
<p>Fonte: Redação</p>
<p>Data: 26/06/2008 10:22</p>
<p>Com o primeiro encontro marcado com instituições de ensino superior hoje (26/06), às 13h, no auditório da Navalshore, o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, propõe a organização de um temário comum, contemplando a demanda por pessoal qualificado existente nos estaleiros, nas especialidades de engenharia naval, de produção e mecânica.</p>
<p>Entre as questões em pauta estão A capacidade de formação de graduados nos próximos oito anos; Possibilidades de reduzir prazo de formação; Cooperação com estaleiros para estágios e formação no trabalho como &#8220;trainees&#8221;; e Bolsas de estudo para estudantes selecionados em acordo com as universidades.</p>
<p>Já confirmaram presença os professores Marco Antonio Lucidi (Reitor da UEZO), Floriano Carlos Martins Pires (UFRJ) e Luiz Vaz (coordenador de Engenharia Naval da UFRJ); Emmanuel Paiva de Andrade (Vice Reitor da UFF); e Marcos Pereira (gerente executivo do Centro de Tecnologia de Soldagem do Senai-RJ). (TN Petróleo)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>CTSolda cria banco de dados online da construção naval no Rio</p>
<p>O Centro de Tecnologia de Solda do Senai-RJ &#8212; CTS-Solda, novo nome do CETEC de Solda &#8212; divulgou na sexta-feira, durante a Navalshore, o projeto Decisão Rio 2008-2010, que tem por objetivo mapear as intenções e os empreendimentos em curso no Rio de Janeiro na área de indústria naval. O Decisão Rio funciona como um banco de dados, visualizado através da ferramenta Google Earth, e reúne todas as informações disponíveis sobre investimentos e necessidades dos estaleiros no estado.</p>
<p>O banco de dados é de acesso livre e pode ser baixado na homepage da Firjan (www.firjan.org.br/decisaorio). (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Megatherm lança material para selagem de penetrações</p>
<p>A linha Flex-D Fireseal é a nova aposta para o segmento naval e offshore da Megatherm, empresa especializada em isolamentos térmicos e acústicos. O novo produto é voltado para a selagem de penetrações e foi lançado oficialmente na Navalshore 2008. De acordo com Sérgio Mattozo, diretor da empresa, a procura pelo produto durante a exposição foi muito positiva principalmente por ser um material que facilita muito o projeto, a aplicação e a manutenção. ?Para quem é projetista naval é muito bom porque é um projeto muito simples. Para quem aplica é ótimo porque é rápido. Para o armador também é interessante porque é de fácil manutenção?, apostou.</p>
<p>O material é apropriado para selagens de passagem de cabos elétricos, tubulações metálicas e tubulações plásticas PVC e CPVC. Além de fornecer o produto, Megatherm realiza as aplicações e já está cobrindo navios da Transpetro. (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Amazonas terá escola técnica para fluviários</p>
<p>A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) pretende construir a primeira escola técnica federal do Amazonas voltada para a formação de fluviários. Hoje a capacitação é realizada pelas representações da Marinha ou no Ciaba, em Belém (PA).</p>
<p>As novas mudanças são resultado da união de forças do programa Transporte Hidroviário e Construção Naval da Amazônia (THECNA) com vários agentes, como a Marinha do Brasil, a Capitania dos Portos, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a Superintendência Estadual de Navegação, Portos e Hidrovias (SNPH), o Sindicato dos Estaleiros e a Associação de Armadores. O anúncio foi feito na sexta-feira durante a Navalshore pela professora e pesquisadora do TECHNA Nadja Lins. (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Indústria de Pesca é tema de painel na Navalshore hoje</p>
<p>A construção naval em Santa Catarina e o Programa Nacional de Financiamento da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira - Profrota Pesqueira são temas de painel hoje na Navalshore. O Coordenador Geral de Crédito da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (SEAP), Marcelo Burguez, apresentará a palestra Sustentabilidade, Desenvolvimento Pesqueiro e Construção Naval no Programa Profrota Pequeira. O presidente do Sindicato da Construção Naval de Itajaí e Navegantes (Sinconavin), Paulo Roberto Noronha Dutra, apresentará a palestra Desenvolvimento do Pólo de Construção Naval em Santa Catarina.</p>
<p>A conferência da Navalshore será aberta às 14h com o tema Firjan - Tecnologia e Formação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval e será encerrada com palestra institucional da Transpetro. (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>Universidades e estaleiros buscam soluções na formação de mão-de-obra</p>
<p>A indústria naval precisará de dois mil engenheiros navais pelos próximos quatro anos. A UFRJ e a USP formam 80 novos profissionais este ano. Os números são do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), que promoveu encontro com entidades de ensino ontem durante a Navalshore, no Rio.</p>
<p>Representantes de cursos de engenharia se reuniram com o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) ontem, durante a Navalshore. Segundo os dados apresentados, 50 engenheiros navais vão se formar, este ano, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Enquanto, na Universidade de São Paulo (USP), o número de formandos deve ser próximo de 30. Um número baixo para o momento atual, se considerados que as duas universidades são as principais fontes de engenheiros navais do Brasil.</p>
<p>Apesar de esses números estarem bem longe da necessidade futura estimada pelo Sinaval, o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, mostrase otimista com a possibilidade de aproveitar engenheiros de outras áreas no setor. Ele afirma que engenheiros mecânicos e de produção podem ser amplamente utilizados se receberem treinamento nos próprios estaleiros ou em centros de educação continuada dentro das universidades, inclusive através de parcerias entre as instituições de ensino e os estaleiros.</p>
<p>O vice-reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), prof. Emmanuel Andrade, concorda que todos os profissionais formandos em engenharia podem atuar na área naval, desde que devidamente treinados. Segundo ele, apesar de a UFF não ter um curso de graduação em engenharia naval, ela oferece a possibilidade de que alunos de engenharia mecânica se direcionem para essa área durante o último ano de curso, através de disciplinas com ênfase no setor naval e offshore. Além disso, a universidade está oferecendo 11 cursos de especialização que dentro da programação do Prominp. A UFF deve formar no final deste ano quase 60 engenheiros mecânicos. O Senai e a própria UFRJ também oferecem cursos de educação continuada.</p>
<p>A grande novidade em relação ao aumento do número de vagas para a formação de engenheiros navais está na possibilidade de a Universo, instituição de ensino de Niterói, criar um novo curso de graduação em engenharia naval. Além disso, a faculdade tem procurado parcerias com empresas do setor para oferecer cursos de educação a distância.</p>
<p>O presidente do Sinaval anunciou parceria entre a entidade e a UFRJ, nos moldes do que ocorria na década de 70. A UFRJ está oferecendo 70 vagas para o curso de engenharia naval este ano. Participaram do encontro representantes do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), UFF, UFRJ e Senai. (da Redação Portos e Navios)</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>===========================<br />
CLIPPING DA NAVALSHORE 2008<br />
===========================</p>
<p>O Globo<br />
Jornal do Commercio<br />
Monitor Mercantil<br />
Reuters<br />
Estadão<br />
Economia UOL<br />
Abril.com<br />
Portos e Navios<br />
Nicomex<br />
Portal Fator<br />
Portal Nacional de Seguros<br />
Guia Offshore<br />
Intelog<br />
TN Petróleo<br />
Revista Portuária<br />
Click Macaé<br />
WebTranspo<br />
Portal Mies<br />
Revista Porto<br />
Quissamã News<br />
Pintura Industrial<br />
Nextrans<br />
Jornal Canal Aberto<br />
Guia Offshore<br />
Portal Naval<br />
CIMM<br />
Infomet<br />
Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais<br />
Portal dos Metalúrgicos<br />
Usuport<br />
Federação Nacional dos Estivadores</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval</p>
<p>24/06/2008</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira.</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha.</p>
<p>(Edição de Marcelo Teixeira) (Globo))</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>26/06/2008</p>
<p>Brasil está preparado para fazer 338 navios e plataformas</p>
<p>DANIEL CÚRIO<br />
DO JORNAL DO COMMERCIO</p>
<p>A demanda por 338 embarcações, que incluem construção de navios e plataformas, necessários para o desenvolvimento do setor naval no País pode ser atendida pelos estaleiros brasileiros. Esta é uma das conclusões do debate de abertura na quinta Feira e Conferência da Indústria Offshore (Navalshore). O evento começou ontem e será realizado até amanhã no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio.</p>
<p>Para os participantes, as companhias brasileiras têm capacidade para construir 26 estaleiros de porte médio e grande, em 4,7 milhões de metros quadrados de área ocupada e 570 mil toneladas de aço processadas por ano. Também poderiam ser fabricados 16 diques e docas elevatórias, 22 carreiras de construção e 43 cais de acabamento.</p>
<p>A demanda está elevada. Seriam 70 empreendimentos em demanda firma, 224 anunciados e 44 previstos, totalizando 338 empreendimentos. A demanda firme inclui 38 navios petroleiros, seis plataformas de produção, cinco navios porta-contêineres, três navios graneleiros e 18 navios de apoio marítimo.</p>
<p>A feira reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a feira serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Um dos destaques da Navalshore é o &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à feira com 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB recebem hoje e amanhã empresas interessadas em criar cadastrar como fornecedoras, apresentar novos produtos e serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos. Em 2006, a atração realizou 297 reuniões e no ano passado, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375.</p>
<p>O primeiro dia foi dedicado aos desafios para a indústria nos próximos anos. Participaram da conferência o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Hugo Figueiredo, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore, Ariovaldo Rocha, a diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes, Débora Teixeira, o coordenador geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Eduardo Macedo, a subsecretária estadual de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Rio, Renata Cavalcanti, o encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas, Capitão Luiz Alberto Campos da Silva, o gerente executivo de Transporte Marítimo da Transpetro, Elizio de Araújo Neto, e o gerente do Centro de Tecnologia do Senai, Marcos Pereira.</p>
<p>Os participantes comentaram o crescimento das encomendas no setor naval e suas conseqüências, como aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças e verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para novos negócios.</p>
<p>O tema de hoje será a responsabilidade ambiental, em duas palestras &#8220;Navios ecológicos formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica: normas da organização marítima internacional em elaboração ou sendo modificadas&#8221;. Na sexta-feira, será discutida a indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. (Jornal do Commercio)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Teccom investe em otimizador de combustível</p>
<p>A Teccom - produtos Técnicos em combustão Ltda. investiu cerca de US$ 10 milhões para desenvolver e colocar no mercado otimizadores para óleos combustíveis para vários segmentos, ou seja, industrial, naval, agrícola, rodoviários, veículos para fora de estrada e uma linha de limpeza não inflamável. A distribuição destes produtos está a cargo da Prev-Auto Distribuidora, empresa que opera há seis meses no mercado, conforme disse, ao MONITOR MERCANTIl, o presidente da Prev-Auto, Marcos Marcondes, acrescentando que investiu cerca de US$ 100 mil para criar a empresa.</p>
<p>A Prev-Auto, cuja sede fica na Ilha do governador, no Rio, segundo ele, é o braço exclusivo de distribuição da Teccom, que atua no mercado há 15 anos. A empresa gera 20 empregos diretos e outros 50 indiretos. &#8220;Esperamos muito da Navalshore. O mercado é muito promissor, até porque a empresa trabalha com um produto que é uma necessidade que o mercado demandava, que são os otimizadores de combustíveis. Este produto dispersa água do óleo diesel, limpa o motor por dentro, é anti-corrosivo, reduz drasticamente a emissão de poluentes, entre outros benefícios&#8221;.</p>
<p>Marcos Marcondes fez questão de frisar que a Navalshore pode ser um diferencial para a empresa. Todos os grandes armadores, incluindo a Marinha de Guerra do Brasil, já o procuraram para agendar visitas técnicas para a instalação do sistema. E adiantou que, para cada litro o otimizador trata 1000 ou 2000 litros de combustível. E adiantou ao MM que a empresa estuda outros lançamentos para outros tipos de combustível como o etanol e a gasolina. (Monitor Mercantil 30/6)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil<br />
25 de junho de 2008<br />
Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.<br />
OUTRO LADO</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.<br />
&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo.</p>
<p>(Edição de Camila Moreira)(Reuters)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil</p>
<p>DENISE LUNA - REUTERS</p>
<p>RIO DE JANEIRO - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.</p>
<p>OUTRO LADO</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.</p>
<p>&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo.</p>
<p>(Edição de Camila Moreira) (Estadão)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estaleiros otimistas com contratações da Petrobras</p>
<p>Os estaleiros Aker Yard, Eisa, Mauá e Inace irão participar da NavalShore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que será realizada entre os dias 25 a 27 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio. O evento, além de reunir os principais estaleiros do país, contará com palestras e exposição de equipamentos.<br />
Notícias da Petrobras, não confirmadas, deixaram o setor super otimista. Estima-se que 146 embarcações serão contratadas até o ano de 2014, sendo 40 ainda nesse semestre e a mesma quantidade até o final deste ano. O valor dos contratos é estimado em cerca de US$ 10 bilhões.<br />
O Eisa conta, atualmente, com uma carteira de encomendas que soma 17 embarcações. São dez petroleiros para a venezuelana PDVSA Marine, um graneleiro para a norte-americana Gypsum Transportation Ltda (GTL), cinco conteineiros para a brasileira Log-In, e um PSV para a argentina Ultrapetrol. Além desses, o Eisa constrói dois cascos para embarcações offshore contratadas ao Aker Yard.<br />
O Mauá tem em carteira quatro navios petroleiros para a Transpetro. Já o Aker Yard constrói duas embarcações para operação de robôs controlados remotamente (ROV), para utilização no apoio offshore. O Inace, por sua vez, tem encomendas de navios militares para a Marinha do Brasil e barcos de apoio marítimo.<br />
Já o Fundo de Marinha Mercante (FMM) tem previsão de recursos de R$ 2,1 bilhões para este ano. E prevê investir R$ 10,6 bilhões em projetos do setor até o ano de 2010. A diretora do fundo, Débora Teixeira, estima que, até 2010, o financiamento à construção e reparo de navios e estaleiros terão como saldo obras em 311 embarcações. (Monitor Mercantil / 5/5/2008))</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Expositores antecipam objetivos com a participação na feira. Bom momento da indústria naval cria perspectiva de bons negócios</p>
<p>Com o crescimento da indústria naval, o bom momento da economia e as relações comerciais em alta, a Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore não poderia ocorrer em melhor época. Marcada para os dias 25 a 27 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, a quinta edição do evento traz muitas novidades e reproduz o mesmo ambiente propício para negócios das edições anteriores. Referência no segmento de indústria naval e offshore, a Navalshore se reafirma como espaço para estaleiros, empresas de navegação e fornecedores de produtos e serviços para o setor naval estabelecer e reforçar parcerias, divulgar serviços, apresentar atualizações tecnológicas ou, ainda, participar das conferências e atualizar informações.</p>
<p>Desde a estréia em 2004, a feira vem ampliando sua abrangência, reunindo grandes, médias e pequenas empresas, como estaleiros, empresas de navegação, bases logísticas, petroleiras, entidades empresariais e de ensino e pesquisa. Em 2007, o evento reuniu 115 expositores e teve 11,6 mil visitantes.</p>
<p>Paralelamente à exposição, ocorre o “Negócios em 15 minutos”, evento que promove reuniões entre empresas de grande porte, contratadoras de produtos e serviços, e empresas fornecedoras, com fins de cadastramento para negociações futuras. Nas edições anteriores foram realizadas mais de 600 entrevistas, permitindo um excelente fluxo de informações.</p>
<p>Expositores. Para a sócia-gerente da Tradinox Representação, Elisabeth Fernandes, a expectativa de participação na feira é a melhor possível. “A Navalshore dá visibilidade porque tem grande visitação. É uma das feiras que está se tornando um ícone para bons investimentos e para bons negócios no setor naval”, afirma. A Tradinox representa empresas cadastradas e qualificadas pela Petrobras: Imefer, distribuidora de tubos da V&amp;M, Confab e Apolo; Fittnox, empresa do Grupo Feital, distribuidora de conexões em aço carbono, aço liga e aço inox; e a Forjafix, especializada em parafusos e fixadores. “Nossa participação busca reforçar o contato com nossos clientes”, afirma.</p>
<p>Para a Air Parts, empresa de locação de compressores a diesel portáteis e ferramentas pneumáticas para construção, as expectativas com o evento também são animadoras. “A expectativa de fechar negócios na feira sempre existe e muito nos interessa. Queremos consolidar a marca no mercado naval, conquistar novos clientes e obter acréscimo nas vendas”, ressalta Telmo Brito, gerente da área de vendas e serviços da empresa. Além da gama de produtos já oferecidos pela Air Parts, serão apresentados os novos compressores com tecnologia de inversor de freqüência e gerenciadores, diferentes do padrão oferecido no mercado. A Air Parts também estará representando a alemã Kaeser Compressores, que atua há 89 anos no mercado de equipamentos de ar comprimido.</p>
<p>A Volvo Penta Brasil, que atua no segmento de motores marítimos, pretende expor este ano dois motores para aplicação em lanchas de planeio e utilização em embarcações de praticagem, transporte de passageiros e apoio ambiental. O objetivo é a captação de clientes e o fortalecimento de contatos a partir da divulgação da marca no mercado. “Nossos negócios estão 25% superiores aos do ano passado e pretendemos utilizar a Navalshore para fortalecer este crescimento”, afirma Cristiano Conde, gerente de vendas e marketing da empresa.</p>
<p>Na área da salvatagem, a Angevinier, há 30 anos no mercado e expositora pela segunda vez na feira, apresenta novidades em balsas salva-vidas infláveis, especificamente desenvolvidas para empresas que ofecerem cursos de treinamento. A empresa apresentará também o Aparelho Flutuante Inflável (AFI) com capacidade para 100 pessoas, o grande lançamento da marca no momento. Barcos infláveis, barreiras de contenção de óleo rígidas e infláveis, coletes, fita retrorefletiva, válvula hidrostática, roupa de proteção térmica, entre outros produtos, também estão na lista para exposição na feira. Segundo o diretor da empresa, Carlos Pelegrini, a expectativa em relação à Navalshore é ampliar os negócios em função do lançamento de novos produtos, além de renovar os contatos. “A redução de preços da linha de balsas salva-vidas nos tornou muito competitivos no mercado. O resultado foi o fechamento de vários contratos com estaleiros e empresas de navegação que anteriormente optavam pela importação,” exulta ele.</p>
<p>Cláudio Ferreira, diretor da Minura Representação Comercial, tem expectativa de entrar em contato com fornecedores dos estaleiros e conseguir novos contratos de representação. Responsável pelos produtos da Triplex AS no Brasil, especializada em equipamentos para manejo de âncoras e redes de arrasto, a empresa irá apresentar novidades da marca. Será lançado na Navalshore o equipamento Shark Jaw, que proporciona maior segurança nas operações de ancoragem. Com o entendimento de que “operações de alto risco devem ser realizadas com exposição mínima da tripulação”, o Shark Jaw tem ação computadorizada e, portanto, não precisa ser operado por pessoal. “O equipamento promove segurança e evita acidentes fatais como ocorridos no passado”, diz Ferreira.</p>
<p>A Dtecto, empresa que desenvolve e produz equipamentos para embarcações com leme, traz esse ano o novo sistema de comando eletrônico de máquina do leme. A apresentação do produto, tecnologicamente superior ao exposto na Navalshore de 2007, faz parte do plano da empresa de marcar presença junto a potenciais compradores durante o evento. Segundo um de seus sócios, Wagner Samtrovitsch, a feira proporciona sempre bom rendimento. “É em razão do bom retorno com a exposição que participamos desde 2006 e pretendemos continuar na Navalshore todos os anos. É muito diferente trabalhar apenas com divulgação via email e encartes. A feira permite exibir aos visitantes os equipamentos operando, o que gera vários contatos”, explica.</p>
<p>Outra participante veterana no evento, a Triduar Máquinas e Ferramentas, que marca presença na Navalshore desde a primeira edição, expõe ferramentas da Cooper-tools, tais como alicates, jogos de chaves, estações de solda entre outros. A empresa representará também a Minipa, com equipamentos de medição eletrônica como multímetros, fontes, osciloscópios e produtos relacionados. Paulo Roberto Duarte, diretor da empresa, tem boa expectativa de retorno comercial com a participação na feira. “A freqüência de clientes sempre aumenta depois da feira”, garante ele.</p>
<p>Já a Juntaflex Comércio e Indústria, que atua no ramo de isolamentos e vedação, participa da feira deste ano com o objetivo de divulgar mais a marca. “Já conseguimos nos consolidar no mercado e vendemos para muitos participantes do evento” diz Valter de Assis, diretor da empresa. Na mesma linha de pensamento, a fabricante de juntas de expansão Balg do Brasil procura divulgação e, conseqüentemente, maior interação com clientes. Além das já conhecidas juntas de expansão metálicas, de borracha, do tipo dresser e tubos flexíveis em aço inoxidável serão expostas as novas juntas de expansão não-metálicas para altas temperaturas, usadas em fornos de companhias siderúrgicas.</p>
<p>Para a Wilhelmsen Ships Service (WSS), nova marca da Barwil Unitor Ships Service, a Navalshore significa expansão do relacionamento com a indústria naval e offshore brasileira. Com esta perspectiva, além dos já tradicionais produtos e equipamentos da linha Unitor, a empresa irá apresentar sua nova marca corporativa mundial. “As estimativas de negócios com a exposição na feira ainda estão sob avaliação, mas já temos certeza de que serão muito positivas”, informa o gerente Álvaro Moraes. A WSS continuará a prover serviços técnicos, produtos, agenciamento e soluções logísticas para a indústria marítima e de offshore. Os produtos Unitor continuarão a ser comercializados sob esta denominação, enquanto todos os serviços passarão a ser oferecidos sob a nova marca Wilhelmsen Ships Service.</p>
<p>Na área de válvulas e instrumentação, a Valcester retorna à Navalshore pela terceira vez para oferecer toda sua linha de válvulas, assim como manômetros, purgadores, entre outros produtos, voltados para aplicação na indústria naval. Segundo Regina Capella, sócia da empresa, a expectativa é de contratos futuros. Este é também o objetivo da MAN Diesel Brasil, que retorna ao evento para reforçar o relacionamento com clientes e expor a marca. Serão apresentados os motores de dois e quatro tempos para propulsão marítima, grupos de geradores marítimos e sistema de propulsão com passo controlado.</p>
<p>A Orca Representações e Consultoria montará um estande para oferecer à industria naval diversificadas soluções. A empresa representa as marcas Acomarin, Marioff, Cedervall, Navalex, Novatug, GE, Deno, Fernstrum, Steerprop e MacGregor Builk. A Orca, que vem aumentando seus investimentos em marketing, encontrou na feira uma ótima oportunidade de ampliar a inserção no mercado. “Queremos nos tornar referência no setor. Por representar muitos e excelentes fabricantes, podemos oferecer maior viabilização nos projetos, reduzir prazos de entrega e simplificar a compra”, aposta a gerente de marketing Larissa Garcia.</p>
<p>Universidade. O Sindicato das Agências de Navegação Marítima e Atividades afins do Rio de Janeiro (SindaRio) tem presença garantida na Navalshore 2008. Segundo o presidente da entidade, Luciano Oliveira, o objetivo do órgão é divulgar serviços, cursos, atividades e, também, conquistar novos associados. A grande novidade apresentada pelo Sindicato, no entanto, é a Universidade Corporativa Mar &amp; Portos, voltada para a formação e qualificação de profissionais no setor de navegação e serviço portuário. “O objetivo é atender às necessidades do mercado. Na medida em que aparecer a necessidade de um curso, nós vamos implementar”, diz o diretor-executivo da entidade, comandante Milton Ferreira Tito. O curso é fruto de um convênio de cooperação técnico-pedagógica do SindaRio com a Unigranrio e irá oferecer cursos de graduação tecnológica, pós-graduação lato sensu, extensão, qualificação profissional, técnicos entre outros.</p>
<p>Estréias. Participando pela primeira vez da Navalshore, a Workship do Brasil quer visibilidade. Como representante da inglesa Cathelco e fornecedora de produtos e serviços em sistemas de proteção catódica, anti-incrustante e automação, a empresa apresenta soluções em manutenção, reparo e atividades correlatas. Segundo Alisson de França, diretor da empresa, não há dúvida de que os serviços oferecidos pela Workship são novidades para o mercado brasileiro. “Queremos divulgar nossos serviços e demonstrar nosso alto nível de profissionalismo para o mercado. E esperamos conseguir isso a partir da Navalshore”, diz.</p>
<p>A multinacional canadense Aderco participa pela primeira vez da feira depois de sua vinda para o Brasil, há pouco mais de um ano. Antenada com as exigências ambientais do mercado, a empresa produz os únicos aditivos totalmente orgânicos do mundo, que contribuem para diminuir a emissão de gases poluentes, e que agora estão disponíveis para os armadores nacionais. De acordo com Sandro Vilela, representante comercial da empresa, o foco da participação da Aderco na Navalshore é na ampliação das vendas para a indústria naval. “Todos os nossos produtos são novidade porque chegamos no Brasil há pouco tempo. Ano passado não foi possível participar do evento, mas esse ano nos organizamos e esperamos divulgar nossa marca no mercado nacional e angariar clientes”, declara otimista. O principal aditivo a ser oferecido pela empresa na feira será o Aderco 2050, voltado para motores de navios.</p>
<p>Empresa já participante em edições anteriores do evento, mas que irá expor pela primeira vez, a Triunfo Operadora Portuária, especializada em transporte, armazenamento e logística de materiais siderúrgicos e cargas em geral, também foca o retorno comercial. A empresa irá apresentar serviços de transporte marítimo, terminal portuário e desenvolvimento de engenharia, que envolvem todo o trâmite relativo ao recebimento, embarque, desembarque e movimentação de cargas. A novidade, no entanto, é a abertura para o transporte de cargas especiais, com produtos de usinas siderúrgicas, empresas petrolíferas, termoelétricas, entre outras. Para Alexandre Lima, representante do departamento comercial da empresa, a participação na feira tem um objetivo claro. “Esperamos que a Navalshore viabilize a abertura para esse novo segmento de atuação com cargas especiais. A visibilidade é muito importante”, declara.</p>
<p>Com boas expectativas e também estreante na feira, a SeparAr irá trazer equipamentos de fabricação própria como compressores de 20/40/50 BAR de pistão, compressores parafuso, amplificadores de pressão a ar comprimido (booster), geradores de vácuo, filtros de retrolavagem automática em superduple e inox para água marinha e salobra, radares, antenas de transmissão entre outros equipamentos.</p>
<p>Realizada pela revista Portos e Navios, a Navalshore em 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Portos e Navios - edição 569)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiras querem navipeças no Brasil</p>
<p>Líder no mundo, com 2.500 navios encomendados, a indústria naval da Coréia do Sul busca parceiros brasileiros em navipeças para desafogar suas linhas de produção. Hyundai, Haen Machinery, Panasia e Daeyang Eletric participarão da Navalshore 2008, em junho. Além de importar componentes, as empresas pretendem nacionarlizar parte das produção de peças de grandes equipamentos vendidos no Brasil. (O Globo / 6/5/2008)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval</p>
<p>24/06/2008</p>
<p>Reuters/Brasil Online</p>
<p>Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira.</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha.</p>
<p>(Edição de Marcelo Teixeira)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estaleiros têm participação expressiva na Navalshore</p>
<p>Os estaleiros Aker Yards, Eisa, Mauá, Inace, Detroit e Di Gerardi Siplas participarão da Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que será realizada de 25 a 27 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. A carteira de encomenda destes estaleiros representa uma parcela significativa da tonelagem que será construída no Brasil nos próximos anos.</p>
<p>O Eisa atualmente conta com uma carteira de encomendas que soma 17 embarcações. São 10 petroleiros para a venezuelana PDV Marine, um graneleiro para a norte-americana Gypsum Transportation Ltd (GTL), cinco conteineiros para a brasileira Log-In e um PSV para a argentina Ultrapetrol. Além desses, o Eisa constrói dois cascos para embarcações offshore contratadas ao Aker Yards.</p>
<p>O Mauá tem em carteira quatro navios petroleiros para a Transpetro. Já o estaleiro Aker Yards constrói duas embarcações ultra-sofisticadas para operação de robôs controlados remotamente (ROV), para utilização no apoio offshore. O Inace, por sua vez, tem encomendas de navios militares para a Marinha do Brasil e barcos de apoio marítimo.</p>
<p>O estaleiro catarinense Detroit Brasil, especializado na construção de rebocadores portuários e oceânicos, possui atualmente em sua carteira um total de 22 embarcações. São 12 embarcações para a SMIT, de um total de 18 para o armador, das quais seis já foram entregues. Para a empresa de apoio portuário e marítimo Camorim, são seis rebocadores. Para a Tranship são dois rebocadores. Encontram ainda no parque industrial do estaleiro um rebocador encomendado pela companhia Vale e um ferry boat para a Alunorte.</p>
<p>As embarcações deverão ser construídas com recursos do Fundo da Marinha Mercante, exceto as embarcações da Tranship que utiliza recursos próprios. Segundo o diretor comercial do Detroit Brasil, Josuan Moraes Jr, o estaleiro amplia seu escopo de atuação para o segmento offshore. Encontra-se em fase adiantada de minuta de contrato a construção de quatro PSVs.</p>
<p>O estaleiro Di Gerardi Siplas estréia na Navalshore 2008. Criado da fusão entre as empresas Di Gerardi Industria e Comercio, com nove anos de experiência no mercado náutico brasileiro, e a chilena Termofusión Siplás, com 15 anos de liderança no mercado chileno no segmento de termofusão em polietileno de alta densidade - HDPE, o Di Gerardi - Siplás iniciou suas operações no Brasil no final do ano passado.</p>
<p>Especializado no desenvolvimento de embarcações para serviços especias, gerenciamento de projetos na área de construção naval e proteção ambiental, o estaleiro Di Gerardi Siplas constrói embarcações de apoio maritimo e meio ambiente, militar e resgate, além de desenvolver projetos especiais para socorro à vítimas de afogamento ou naufrágio.</p>
<p>FMM</p>
<p>O Fundo da Marinha Mercante (FMM) do Ministério dos Transportes tem previsão de recursos de R$ 2,1 bilhões para este ano. O FMM prevê investir R$ 10,6 bilhões em projetos da indústria naval até 2010.</p>
<p>A diretora do Departamento do Fundo, Débora Teixeira, estima que, até 2010, o financiamento à construção e reparação de navios e estaleiros terão como saldo obras em 311 embarcações. (Portos e Navios online)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Motores marítimos têm presença na Navalshore 2008</p>
<p>Com o mercado marítimo brasileiro de motores de serviços globalizado, fabricantes americanos, suíços, alemães e suecos participam da Navalshore 2008. O evento acontece de 25 a 27 de junho no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Nos últimos anos, ganharam impulso na indústria de motores marítimos para embarcações de serviço a venda de motores com sistema de injeção eletrônica Common Rail – que se tornou a bola da vez do mercado: são mais eficientes e menos poluentes que os tradicionais mecânicos. Eles serão um dos destaques da exposição.</p>
<p>Os motores marítimos com injeção eletrônica ganharam força no mercado depois que uma série de normas internacionais passaram a exigir modelos cada vez menos poluentes.</p>
<p>Participam da Navalshore 2008 a MTU do Brasil, Cummins Marine, Volvo Penta, Scania Marine, Man Diesel, GE e Caterpillar, que prometem expor o que há de mais avançado em motores maritimos de serviço. (Portos e Navios online)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Voith Turbo participa da Navalshore 2008</p>
<p>Propulsor Voith Schneider® Propeller para embarcações offshore de apoio a plataformas e rebocadores portuários é o destaque da empresa no maior evento da indústria naval do País.</p>
<p>São Paulo - A Voith Turbo, divisão do Grupo Voith que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes e sistemas relacionados a acionamentos, participa de 25 a 27 de junho da quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento será realizado no Rio de Janeiro é reconhecido como o que mais proporciona encontros de negócios no setor naval.</p>
<p>Apostando no crescimento da demanda da indústria offshore por embarcações de apoio a plataformas (PSVs), a Voith Turbo apresentará a tecnologia dos propulsores navais Voith Schneider® Propeller que são reconhecidos por proporcionarem manobras em todas as direções, confiabilidade, velocidade e precisão. O propulsor também é indicado para utilização em rebocadores portuários.</p>
<p>Para a aplicação específica em PSVs e embarcações offshore equipadas com seus propulsores navais, a Voith Turbo desenvolveu a tecnologia para atenuar o efeito lateral das ondas nas embarcações que operam em mares não abrigados (roll damping). A atenuação do efeito do “ângulo roll” é obtida graças à rapidez de resposta do Voith Schneider® Propeller, que permite criar forças que agem contra o movimento de ondulação. Como resultado, o balanço é eficientemente reduzido durante a navegação e também nas operações que exijam posicionamento dinâmico (DP).</p>
<p>Segundo o diretor da Voith Turbo no Brasil, Ralf Dreckmann, os propulsores navais da Voith Turbo oferecem estabilidade e segurança para embarcações de apoio offshore e estes aspectos são de extrema relevância para o mercado que está em expansão no Brasil.</p>
<p>Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, de 25 a 27 de junho de 2008, das 14 às 21 horas Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro - RJ</p>
<p>Voith Turbo - A Voith Turbo é uma divisão do Grupo Voith, que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes, sistemas e serviços relacionados a acionamentos. Com atuação global nas áreas industrial, automotiva, ferroviária e naval, a Voith Turbo emprega mundialmente mais de 4.941 colaboradores e faturou € 1 bilhão no ano fiscal 2006/2007. (Portal Fator - 24/06/2008))</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>WHITE MARTINS APRESENTA NOVA TECNOLOGIA EM SOLDAGEM NA NAVALSHORE 2008<br />
25-jun-2008</p>
<p>Novidade traz aumento expressivo da produtividade na soldagem de estruturas</p>
<p>Pela primeira vez, a White Martins participará da Navalshore 2008 – a feira, que chega a sua 5ª edição, entre os dias 25 e 27 de junho, e já virou referência no segmento da indústria naval e de offshore. Entre as tecnologias para soldagem apresentadas no evento pela White Martins destaca-se o lançamento do Duplo Arame com Arames Tubulares. Por utilizar dois arames em uma mesma tocha, o equipamento ganha aumento expressivo na velocidade da soldagem de estruturas, o que reduz o tempo de trabalho e proporciona o dobro da produtividade em relação aos processos convencionais.</p>
<p>Ainda serão expostas na feira outras duas tecnologias para soldagem: o sistema de mecanização pelo processo arame tubular e os sistemas Fast MigTM e Fast RootTM, que também promovem, em um mesmo equipamento, a alta produtividade nos processos de soldagem do passe de raiz, enchimento e acabamento, além de poder ser aplicado para tubulações, estruturas tubulares ou chapas. O estande da White Martins na feira vai contar ainda com peças de teste soldadas por meio de alguns desses processos, para que o visitante possa ver e entender os reais resultados das tecnologias.</p>
<p>As inovações apresentadas pela White Martins estão alinhadas com as necessidades da indústria naval e de offshore – que crescem a cada dia, graças à revitalização do segmento no Brasil. “Durante o evento vamos mostrar que não somos apenas uma empresa fornecedora de gases. A White Martins oferece um pacote de soluções integradas em soldagem. É com essa expectativa que chegamos à feira pela primeira vez. Vamos apresentar tecnologias realmente diferenciadas para que possamos aumentar, de fato, a competitividade do setor por meio de inovação tecnológica”, explica o gerente de tecnologia e de aplicações de soldagem da White Martins, William Macedo.</p>
<p>Sobre a White Martins</p>
<p>A White Martins atua há 96 anos no mercado brasileiro desde e está presente em nove países da América do Sul. Seu portfólio de produtos inclui gases atmosféricos, gases de processo, gases especiais e medicinais, cilindros de aço sem costura e equipamentos para aplicação, transporte e armazenamento de gases.</p>
<p>A empresa investe constantemente em tecnologia, o  que resulta em inovações desenvolvidas para seus clientes no Brasil e no exterior. Essa  capacitação tecnológica levou o Rio de Janeiro a garantir um centro de pesquisas tecnológicas da Praxair, grupo norte-americano controlador da White Martins, o único construído fora dos Estados Unidos: o CTR (Centro de Tecnologia Rio). No Centro são desenvolvidas tecnologias de soldagem e corte térmico que passam a ser utilizadas por todas as unidades da Praxair no resto do mundo. Um exemplo de produtos desenvolvidos no CTR e que já estão sendo aplicados em outras unidades do grupo são as soluções de misturas dedicadas a processos de soldagem da família Stargold New Generation, como Soldagem Plasma e Stargold Robot. Em breve, a White Martins irá lançar outras novidades no mercado com novas tecnologias para corte laser dos aços ao carbono e soldagem TIG dos aços inoxidáveis.</p>
<p>Serviço: Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore<br />
Local: Centro de Convenções SulAmérica – Rua Machado Coelho, 100 – Cidade Nova – Rio de Janeiro, RJ.<br />
Data: de 25 a 27 de junho de 2008<br />
Horário: das 14h às 21h  (Portal Nacional de Seguros)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>ASSIM Saúde terá estande no Navalshore 2008</p>
<p>23-jun-2008<br />
O ASSIM Saúde participará do Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que acontecerá de 25 a 27 de junho de 2008, no Centro de Convenções Cidade Nova.<br />
O evento é voltado para executivos e profissionais do setor naval e offshore, fornecedores de equipamentos, produtos e serviços, empresas de navegação e petroleiras, com uma expectativa de mais de 11 mil visitantes.</p>
<p>O principal objetivo do ASSIM Saúde, que acaba de completar 20 anos de fundação, é apresentar os diferenciais dos seus planos empresariais. “A criação do ASSIM Saúde foi um marco na história do mercado de saúde suplementar. Chegamos aos 20 anos com solidez financeira e patrimonial, o que garante aos nossos beneficiários a certeza do atendimento. Além disso, somos a única operadora a oferecer a maior estrutura médica própria do Estado do Rio de Janeiro”, destaca Cláudio da Rocha Miranda, superintendente-geral do Grupo ASSIM.</p>
<p>Além dos 34 hospitais e centros médicos próprios, os funcionários das empresas que contratam os planos da operadora contam com centros médicos exclusivos, que oferecem atendimento personalizado e um avançado programa de medicina preventiva; serviços gratuitos de remoção; e descontos em medicamentos. É possível também a inclusão do plano odontológico ASSIM DentSIM, com condições especiais para empresas.  (Portal Nacional de Seguros)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore 2008<br />
Navalshore abordará aumento da demanda na indústria naval e responsabilidade ambiental<br />
Redação<br />
releases@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 31/05/2008 - &#8220;O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades&#8221; é o tema central da conferência da Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência.</p>
<p>No dia 25 de junho, o painel &#8220;Desafios para a indústria naval nos próximos anos&#8221; abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel &#8220;Responsabilidade ambiental na indústria naval&#8221;. Duas palestras abordarão o assunto: &#8220;Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo  modificadas&#8221;.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: &#8220;Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Modelagem aduaneira na indústria offshore&#8221;, &#8220;Cenário da Indústria naval no Norte do país&#8221;, &#8220;Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval&#8221; e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.   (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>24/6/2008<br />
Translate</p>
<p>Navalshore 2008 tem início amanhã</p>
<p>Eventos e Cursos</p>
<p>Nota</p>
<p>?</p>
<p>0 votos<br />
A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, dia 25, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio.</p>
<p>O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo. A organização estima que contratos envolvendo cerca de R$ 300 milhões serão encaminhados durante a feira.</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. O Banco Fator também será âncora. Numa parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), a instituição financeira oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o ?Negócios em 15 minutos? foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364.</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>?O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades? é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel ?Desafios para a indústria naval nos próximos anos? abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel ?Responsabilidade ambiental na indústria naval?. Duas palestras abordarão o assunto: ?Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário? e ?Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas?.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: ?Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro?, ?Modelagem aduaneira na indústria offshore?, ?Cenário da Indústria naval no Norte do país?, ?Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval? e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô.</p>
<p>Realizada pela revista Portos e Navios, a Navalshore 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel. Mais informações: www.navalshore.com.br (Intelog)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore terá início amanhã no Rio</p>
<p>25/06/2008<br />
A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, dia 25 de junho quarta-feira, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira (Diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes); Eduardo Macedo (Coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Renata Cavalcanti (Subscretária de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro); Hugo Figueiredo (Presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma); Ariovaldo Rocha (Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore - Sinaval); Capitão Luiz Alberto Campos da Silva (Encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto (Gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro); Marcos Pereira (Gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ).</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. (Revista Portuária)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore 2008 teve início no Rio</p>
<p>26 de junho de 2008</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore teve início nesta quarta-feira (25 de junho), no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos<br />
produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. Na quarta-feira, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordou o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>Nesta quinta-feira (26), será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e<br />
Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>E no dia 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. A Navalshore 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel. (Click Macaé)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>25/6/2008<br />
Translate</p>
<p>Voith Turbo participa da Navalshore 2008</p>
<p>Eventos e Cursos</p>
<p>Nota</p>
<p>?</p>
<p>0 votos<br />
Propulsor Voith Schneider® Propeller para embarcações offshore de apoio a plataformas e rebocadores portuários é o destaque da empresa no maior evento da indústria naval do País.</p>
<p>São Paulo - A Voith Turbo, divisão do Grupo Voith que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes e sistemas relacionados a acionamentos, participa de 25 a 27 de junho da quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento será realizado no Rio de Janeiro é reconhecido como o que mais proporciona encontros de negócios no setor naval.</p>
<p>Apostando no crescimento da demanda da indústria offshore por embarcações de apoio a plataformas (PSVs), a Voith Turbo apresentará a tecnologia dos propulsores navais Voith Schneider® Propeller que são reconhecidos por proporcionarem manobras em todas as direções, confiabilidade, velocidade e precisão. O propulsor também é indicado para utilização em rebocadores portuários.</p>
<p>Para a aplicação específica em PSVs e embarcações offshore equipadas com seus propulsores navais, a Voith Turbo desenvolveu a tecnologia para atenuar o efeito lateral das ondas nas embarcações que operam em mares não abrigados (roll damping). A atenuação do efeito do ?ângulo roll? é obtida graças à rapidez de resposta do Voith Schneider® Propeller, que permite criar forças que agem contra o movimento de ondulação. Como resultado, o balanço é eficientemente reduzido durante a navegação e também nas operações que exijam posicionamento dinâmico (DP).</p>
<p>Segundo o diretor da Voith Turbo no Brasil, Ralf Dreckmann, os propulsores navais da Voith Turbo oferecem estabilidade e segurança para embarcações de apoio offshore e estes aspectos são de extrema relevância para o mercado que está em expansão no Brasil.</p>
<p>Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, de 25 a 27 de junho de 2008, das 14 às 21 horas Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro - RJ</p>
<p>Voith Turbo - A Voith Turbo é uma divisão do Grupo Voith, que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes, sistemas e serviços relacionados a acionamentos. Com atuação global nas áreas industrial, automotiva, ferroviária e naval, a Voith Turbo emprega mundialmente mais de 4.941 colaboradores e faturou ? 1 bilhão no ano fiscal 2006/2007 (INtelog)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>24/06/2008 - 11:55<br />
Voith Turbo participa da Navalshore 2008</p>
<p>Propulsor Voith Schneider® Propeller para embarcações offshore de apoio a plataformas e rebocadores portuários é o destaque da empresa no maior evento da indústria naval do País.</p>
<p>São Paulo - A Voith Turbo, divisão do Grupo Voith que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes e sistemas relacionados a acionamentos, participa de 25 a 27 de junho da quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento será realizado no Rio de Janeiro é reconhecido como o que mais proporciona encontros de negócios no setor naval.</p>
<p>Apostando no crescimento da demanda da indústria offshore por embarcações de apoio a plataformas (PSVs), a Voith Turbo apresentará a tecnologia dos propulsores navais Voith Schneider® Propeller que são reconhecidos por proporcionarem manobras em todas as direções, confiabilidade, velocidade e precisão. O propulsor também é indicado para utilização em rebocadores portuários.</p>
<p>Para a aplicação específica em PSVs e embarcações offshore equipadas com seus propulsores navais, a Voith Turbo desenvolveu a tecnologia para atenuar o efeito lateral das ondas nas embarcações que operam em mares não abrigados (roll damping). A atenuação do efeito do “ângulo roll” é obtida graças à rapidez de resposta do Voith Schneider® Propeller, que permite criar forças que agem contra o movimento de ondulação. Como resultado, o balanço é eficientemente reduzido durante a navegação e também nas operações que exijam posicionamento dinâmico (DP).</p>
<p>Segundo o diretor da Voith Turbo no Brasil, Ralf Dreckmann, os propulsores navais da Voith Turbo oferecem estabilidade e segurança para embarcações de apoio offshore e estes aspectos são de extrema relevância para o mercado que está em expansão no Brasil.</p>
<p>Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, de 25 a 27 de junho de 2008, das 14 às 21 horas Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro - RJ</p>
<p>Voith Turbo - A Voith Turbo é uma divisão do Grupo Voith, que desenvolve e fornece tecnologia de ponta em componentes, sistemas e serviços relacionados a acionamentos. Com atuação global nas áreas industrial, automotiva, ferroviária e naval, a Voith Turbo emprega mundialmente mais de 4.941 colaboradores e faturou € 1 bilhão no ano fiscal 2006/2007. (Portal Fator)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore 2008 tem início amanhã<br />
24/6/2008</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, dia 25, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo. A organização estima que contratos envolvendo cerca de R$ 300 milhões serão encaminhados durante a feira.</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. O Banco Fator também será âncora. Numa parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), a instituição financeira oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o ?Negócios em 15 minutos? foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364.</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.  (WebTranspo)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>25/06/2008<br />
Navalshore 2008 tem início hoje no Rio</p>
<p>A organização estima que durante a evento serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início hoje, dia 25 de junho quarta-feira, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença diversas autoridades e empresários</p>
<p>Contratos: Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira: A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos: O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221; foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência: &#8220;O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades&#8221; é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel &#8220;Desafios para a indústria naval nos próximos anos&#8221;” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel &#8220;Responsabilidade ambiental na indústria naval&#8221;. Duas palestras abordarão o assunto: &#8220;Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas&#8221;.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: &#8220;Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Modelagem aduaneira na indústria offshore&#8221;, &#8220;Cenário da Indústria naval no Norte do país&#8221;, &#8220;Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval&#8221; e apresentação institucional da Transpetro. (Portal Mies)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Feira - 26/6/2008<br />
Navalshore 2008 tem nício hoje, no Rio</p>
<p>O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira (Diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes); Eduardo Macedo (Coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Renata Cavalcanti (Subscretária de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro); Hugo Figueiredo (Presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma); Ariovaldo Rocha (Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore - Sinaval); Capitão Luiz Alberto Campos da Silva (Encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto (Gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro); Marcos Pereira (Gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ).</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia. A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração.</p>
<p>Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade. Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25 de junho, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. A Navalshore 2008 tem os patrocínios da Transpetro e da Schottel. (Revista Porto S/A)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Geral - 25/06/2008 - 13:01<br />
Navalshore 2008 reúne 115 expositores da indústria naval</p>
<p>A Navalshore 2008, V Feira e Conferência da Indústria Offshore, terá início nesta quarta-feira (25/06), no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira (27/06), reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura da feira acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira, diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes; Eduardo Macedo, coordenador geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Renata Cavalcanti subscretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Serviços; Hugo Figueiredo presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma); Ariovaldo Rocha , presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval); capitão Luiz Alberto Campos da Silva, encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto, gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro; Marcos Pereira, gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ.</p>
<p>Contratos</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a feira serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira</p>
<p>A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também marcará presença na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente, a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos</p>
<p>O Negócios em 15 minutos, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27, durante a feira, empresas interessadas em se cadastrar como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o Negócios em 15 minutos foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões, e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência</p>
<p>O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. Nesta quarta-feira (25/06), o painel Desafios para a indústria naval nos próximos anos abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo, nesta quinta-feira (26/06), será dedicado ao painel Responsabilidade ambiental na indústria naval. Duas palestras abordarão o assunto: Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário e Prevenção da poluição marinha e atmosférica : normas da organização marítima internacional em elaboração ou sendo modificadas.</p>
<p>A sexta-feira (27/06) será dedicada à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: Programa de sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro, Modelagem aduaneira na indústria offshore, Cenário da indústria naval no Norte do país, Firjan - Tecnologia e educação profissional de soldagem e inspeção para a indústria Naval e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova. (Quissamã News)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>18/6/2008<br />
Translate</p>
<p>Cummins oferece solução completa para o mercado de offshore na navalshore 2008</p>
<p>Eventos e Cursos</p>
<p>Nota</p>
<p>10</p>
<p>1 votos<br />
A Cummins quer aproveitar a presença de profissionais e empresários que atuam em empresas com interesse na indústria naval e que participarão da Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que acontece de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para demonstrar sua ampla gama de motores, equipamentos e componentes para embarcações marítimas.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo é consolidar e aumentar a participação no mercado de embarcações comerciais, com um grande enfoque no suporte técnicos e na linha de produtos para todos os portos no mercado marítimo mundial&#8221;, diz Waldemar Marchetti, gerente de Negócios de Motores Marítimos da Cummins para a América do Sul e México.</p>
<p>Dispondo de uma linha de motores, com potências entre 500 cv a 2.500 cv, em aplicações de propulsão comercial, e de 50 a 2500 em aplicações auxiliares e geradores de bordo, a Cummins tem se consolidado como uma das maiores fornecedoras mundial de equipamentos utilizados em operações offshore e de exploração de óleo e gás. Destaca-se ainda a participação crescente em aplicações diesel elétrico em diversos tipos de embarcações de apoio à plataforma a nível mundial. Além da variedade de tipos, potências e modelos de motores, a Cummins ainda disponibiliza para os usuários do setor componentes como filtros de ar, de combustível e de água; turbinas e também óleos lubrificantes. Tudo com a garantia de uma marca que tem qualidade e uma reputação de eficiência em nível mundial.</p>
<p>O estande da Cummins estará localizado na Rua D da Navalshore 2008 - que acontecerá das 14h às 21 horas no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô. Para participar do evento, a Cummins conta com o apoio e a parceria da CDME - Cummins Distribuidora de Motores Diesel e Equipamentos, distribuidor da marca no Rio de Janeiro. (Intelog)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore abordará aumento da demanda na indústria naval</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência.</p>
<p>No dia 25 de junho, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.</p>
<p>A Navalshore 2008 tem patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Pintura Industrial)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Terá início amanhã no Rio a &#8220;VI Feira e Conferência da Indústria Offshore 2008&#8243; - 24/6/2008<br />
“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” será o tema central do evento</p>
<p>A Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Offshore terá início amanhã, no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. O evento, que termina sexta-feira, reúne 115 expositores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indústria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarcações pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>A abertura solene acontecerá ao meio-dia, com a presença de Débora Teixeira (Diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes); Eduardo Macedo (Coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Renata Cavalcanti (Subscretária de Desenvoltimento Econômico, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro); Hugo Figueiredo (Presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma); Ariovaldo Rocha (Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore - Sinaval); Capitão Luiz Alberto Campos da Silva (Encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas); Elizio de Araújo Neto (Gerente Executivo de Transporte Marítimo da Transpetro); Marcos Pereira (Gerente do Centro de Tecnologia do Senai RJ).</p>
<p>Contratos<br />
Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contratos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio marítimo da Petrobras, recém-anunciado pelo presidente Lula. A organização da Navalshore estima que durante a Navalshore serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Participação estrangeira<br />
A indústria naval coreana, à procura de parceiros no Brasil, também se fará presente na Navalshore. Com um volume de encomendas que chega a cerca de dois mil navios atualmente a Coréia tem seu parque industrial de navipeças tomado por encomendas que visam a atender às embarcações em construção naquele país. Os coreanos querem conhecer a indústria de navipeças brasileira e selecionar empresas que possam exportar componentes de navios para os estaleiros da Coréia.</p>
<p>A Navalshore terá ainda a participação de empresas da Holanda, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Noruega, Alemanha e Suécia.</p>
<p>Negócios em 15 minutos<br />
O &#8220;Negócios em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à Navalshore, terá as participações de 11 empresas-âncoras. A Transpetro e os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB receberão nos dias 26 e 27 de junho, durante a feira, empresas interessadas em cadastrar-se como fornecedoras, apresentar novos produtos/serviços ou simplesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos de duração. Pela primeira vez uma instituição financeira, o Banco Fator, também será âncora. Numa parceria com a Abimaq, o banco oferecerá empréstimos a empresas de navipeças associadas à entidade.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o “Negócios em 15 minutos” foi uma das atrações da Navalshore. Em 2006, foram realizadas 297 reuniões e em 2007, 364. Para este ano estão pré-agendadas 375 entrevistas.</p>
<p>Conferência<br />
“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. Amanhã, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, quinta-feira, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto:<br />
“Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, sexta-feira, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>Serviço<br />
A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h. O Centro de Convenções SulAmérica está localizado ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova, ao lado da estação Estácio do Metrô. (Jornal Canal Aberto)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Francesa Marinelec apresenta linha de produtos de segurança e vigilância<br />
Redação<br />
releases@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 11/07/2008 - A Marinelec Technologies é uma empresa francesa que, há 30 anos, coloca a sua experiência ao serviço da segurança dos homens e dos navios. A empresa, que tem o seu próprio departamento de pesquisa, concebe e realiza equipamentos de vigilância, de alarme e de controle: monitorização, detecção de incêndios, alarme geral, comando e controle das luzes de navegação, medição e detecção de nível.</p>
<p>Na feira Navalshore, realizada no Rio, com o seu parceiro brasileiro AUTROTEC, a Marinelec Technologies apresentou aos profissionais do mercado marítimo a sua gama de produtos aprovados pelas empresas de Classificação. Ela expôs as suas centrais de detecção de incêndios, bem como um equipamento de monitorização e os seus transmissores de ordens, produtos que estão em conformidade com as regulamentações marítimas internacionais.</p>
<p>A Marinelec Technologies e a AUTROTEC  são parceiros particularmente atentos aos pedidos dos clientes. Graças ao seu know-how e ao conhecimento que possuem do mundo marítimo e das restrições normativas e de segurança, estas empresas oferecem soluções tecnológicas inovadoras, fiáveis, de grande qualidade, que permitem uma navegação em total segurança. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Aaborg Industries Brasil oferece assistência técnica de caldeiras para navios e plataformas<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 28/06/2008 - A Aaborg Industries Brasil,fabricante e líder nacional de caldeiras industriais,oferece no Brasil assistência técnica em caldeiras navais em navios e plataformas que usam equipamentos do grupo dinamarquês Aalborg Industries Company, de quem é representante também de vendas na América do Sul.Para atender o setor offshore,a empresa possui um centro de assistência técnica em São Paulo.</p>
<p>Em Macaé, no norte do estado do Rio, mantém uma unidade fabril especialmente destinada a prestar serviços de manutenção para a Petrobras, em plataformas petroleiros.A Aaborg participou da Navalshore,de 25 a 27 de junho, onde exibiu o portfólio de soluções.</p>
<p>A produção das caldeiras industriais da empresa é feita na fábrica de Petrópolis.Segundo Alberto Crespo (foto), diretor de vendas e marketing da Aaborg Industries Brasil, são 250 toneladas de aço por mês processados.A empresa tem 65% das vendas do mercado e está produzindo uma média anual de 120 unidades desses equipamentos. São mais de 11.000 unidades entregues no Brasil e América do Sul, desde 1968, quando começou a atuar. A empresa tem faturamento anual em torno de R$ 100 milhões. &#8220;A vida últil de uma caldeira gira em torno de 25 anos&#8221;, explica Crespo.</p>
<p>&#8220;Temos capacidade técnica de produzir caldeiras para o setor naval, mas nossos preços não são competitivos quando comparados ao similar estrangeiro, pois aqui o preço do aço é muito alto&#8221;, explica Crespo.</p>
<p>Da Aalborg Industries Company, líder mundial no mercado de caldeiras navais e que está presente em 13 países, a representante brasileira vende também os fornos, economizadores (WHRU), trocadores de calor/permutadores,sistemas de Combustão,aquecedores de óleo térmico e geradores de gás.</p>
<p>A Aalborg Industries realiza serviços de manutenção em caldeiras para grandes grupos como Petrobras, especialmente em plataformas e petroleiros; Michelin, Goodyear,Ambev e  Cervejaria Petrópolis,entre outros. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Calorisol entra no segmento de painéis para indústria naval<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 28/06/2008 - A arquitetura naval faz toda a diferença para quem costuma ficar confinado em uma plataforma ou durante dias em uma embarcação. &#8220;É preciso humanizar o ambiente e garantir segurança contra fogo&#8221;, explica Eduardo Santos (foto), executivo da divisão naval e offshore do Grupo Calorisol.<br />
A empresa, que desde 1961 é especialista no segmento de isolamento térmico, começou a desenvolver este ano painéis de revestimento, de divisórias,de teto e portas para a indústria naval e offshore.</p>
<p>&#8220;A feira marcou nossa entrada nesse novo segmento de mercado&#8221;, frisou Santos. O grupo também fornece para o setor naval uma linha de mobília pré-fabricada ou feita sob-encomenda que incluiu beliches, camas, guarda-roupas, escrivaninhas,criados mudos, mesas, entre outros componentes. Durante três dias, a empresa expôs sua gama de produtos na Navalshore.</p>
<p>A empresa desenvolve toda a produção em sua fábrica em Paulínia, São Paulo,em uma área de 174 mil m², sendo 8 mil m² de área construída. O processo totalmente automatizado possui capacidade produtiva de 300 toneladas/mês de Hidrossilicato de Cálcio, além de outros produtos, contando com o Sistema da Qualidade certificado de acordo com a norma ISO 9001:2000, o que a torna referência no mercado de isolantes térmicos.</p>
<p>Segundo Santos, a fabricação dos painéis não contêm amianto ou outras fibras nocivas à saúde.  Os produtos da linha Calorisol 300 e 400 são usados para proporcionar anteparas, divisórias e tetos decorativos e resistentes ao fogo em áreas de acomodação em todos os tipos de embarcações, navios e plataforma offshore. Santos explica que os painéis podem ser usados ainda como componentes em mobília. A divisão naval e offshore da empresa também é responsável pela venda e marketing de produtos e sistema de proteção marítima para o mercado nacional e internacional da construção naval. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Cummins procura parceiros locais para ampliar nacionalização de motores marítimos<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 28/06/2008 - A diretoria da norte-americana Cummins Engine Company vislumbra o mercado brasileiro, sobretudo o de motores marítimos, como um dos mais promissores do mundo. &#8220;Vamos participar de todas as licitações, inclusive a próxima da Petrobras&#8221;, disse Waldemar Marchetti (foto), gerente de negócios da área marítima da Cummins Brasil, que responde pela América do Sul e México. A empresa estaria buscando parceiros locais para garantir o índice de 65% de nacionalização de conteúdo exigido pelo governo.</p>
<p>Devido ao aumento da demanda, a projeção de crescimento da unidade de negócios marítimos este ano chega a 60%, quase 20% maior que a registrada nos últimos dois anos. A empresa também está fazendo projeção de novas oportunidades de negócios na América Latina. &#8220;Nossa expectativa é de que essas oportunidades gerem nos próximos três anos US$ 70 milhões de faturamento&#8221;, ressalta Marchetti.</p>
<p>Os produtos comercializados pela empresa para o setor marítimo compreende equipamentos de propulsão, geradores e auxiliares. A empresa participou da Navalshore deste ano demonstrando motores, equipamentos e componentes para embarcações marítimas.</p>
<p>Em 2008, a expectativa de faturamento é de US$ 10 milhões e em 2009 a empresa pretende dobrar a cifra. &#8220;Para isso contamos com uma rede de distribuidores&#8221;, explica Marchetti. São 32 distribuidores na América Latina, sendo três próprios: São Paulo, Buenos Aires e Santiago, além de centenas de pontos de venda de peças e assistência técnica nos 22 países cobertos pela fábrica brasileira.</p>
<p>A empresa pretende chegar à marca de 100 mil motores produzidos este ano em sua fábrica em São Paulo, para aplicações automotiva e industrial, cerca de 30 mil unidades acima do que desenvolve.</p>
<p>Cummins no mundo</p>
<p>A Cummins é fornecedora mundial de equipamentos utilizados em operações offshore e de exploração de óleo e gás. A linha de motores tem potências entre 500 a 2.500 cavalos, em aplicações de propulsão comercial; e de 50 a 2.500 para aplicações auxiliares e geradores de bordo. &#8220;Nossos motores atendem às novas e rígidas normas internacionais de emissões de poluentes&#8221;, explica Marchetti.</p>
<p>A Cummins foi fundada em 1919,em Columbus, Indiana (EUA), com o intuito de produzir motores diesel para caminhões e ônibus, que seriam mais econômicos e resistentes que os motores a gasolina disponíveis na época. A multinacional instalou 80 fábricas de motores, geradores e componentes e 5 mil pontos de serviços em 197 países. Hoje, é a maior fabricante independente de motores diesel do mundo.</p>
<p>Responsabilidade social</p>
<p>No Brasil, iniciou suas atividades industriais em 1974 em sua fábrica em Guarulhos. A fábrica tem 60 mil m² de área construída,com capacidade para produzir mais de 70 mil motores por ano. São 1.500 funcionários e 1.200 terceirizados, trabalhando em três turnos. A qualificação da mão-de-obra é uma das preocupações da empresa.<br />
&#8220;Temos há dois anos uma universidade Cummins em Guarulhos que oferece quatro meses de treinamento aos engenheiros e técnicos. Nesse tempo,eles passam a conhecer toda a linha de produtos, a parte eletrônica, a montagem e desmontagem de motores&#8221;, explica Marchetti   (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Schottel do Brasil abrirá em julho escritório de desenvolvimento de projetos no Rio<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 27/6/2008 - A Schottel do Brasil trouxe para o seu  estande na Navalshore um novo sistema de propulsão para rebocadores e o segmento offshore. Trata-se do Combi Drive Schottel, muito usado em embarcações de apoio marítimo. As primeiras unidades chegam ao mercado brasileiro até o final deste ano.</p>
<p>Em julho, a empresa vai inaugurar um escritório de desenvolvimento de projetos no Rio de Janeiro. Será a base do gerenciamento de todos os projetos do grupo alemão na América do Sul. O motivo é o crescimento que a indústria naval está apresentando. &#8221; A maioria dos armadores está no Rio. Por isso, queremos estar mais próximos e marcar mais presença no mercado&#8221;, explica Rodrigo Miranda, gerente de projetos e venda da empresa.</p>
<p>A empresa é subsidiária da alemã Schottel, com larga tradição nos campos de engenharia mecânica, hidrodinâmica e de sistemas elétricos.&#8221;Temos tradição no segmento de propulsão. O novo produto apresenta como uma das vantagens a combinação do sistema de transmissão elétrico com componentes mecânicos&#8221;,  ressalta Miranda.</p>
<p>Ele explica que o Schottel Combi Drive tem variação de potência entre 1.900 e 3.800 kW, com diâmetros de hélice que variam de 2.500 a 3.500 mm.</p>
<p>Mercado brasileiro</p>
<p>No Brasil, a Schottel está sediada no município de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul. Segundo Miranda, a participação da empresa no mercado brasileiro é em torno de 50%. &#8220;O objetivo é aumentar o quadro técnico e de engenheiros.Queremos contratar pessoas habilitadas para atender a demanda para instalação e suporte&#8221;, diz.</p>
<p>Em 2007, o faturamento global da Schottel foi de 180 milhões de euros e a expectativa este ano é chegar a 230 milhões de Euros, informou Miranda. (Guia Offshore)</p>
<p>GE marca estréia na Navalshore com apresentação do motor V250<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 27/6/2008 - A GE está confiante no crescimento do setor naval brasileiro. Prova disso é sua participação pela primeira vez, com um estande, na Navalshore onde exibe seus motores a diesel das linhas V228 e V250 totalmente adaptados para atender o setor naval. Para 2010, a empresa prevê o lançamento no mercado mundial de uma nova série de motores, projetada especificamente para a indústria naval.<br />
&#8220;Os motores já estão em fase de testes nos EUA&#8221;, informou Bruno Serapiao, gerente regional de marketing para a América Latina da GE Transportation.</p>
<p>O destaque na Navalshore é o motor marítimo V250,que acaba de chegar no mercado brasileiro. Tem  controle de emissão de poluentes, gerencimento de combustível mais aprimorado, sistema de combustão e de resfriamento que assegura economia de combustível da ordem de 6.5%, segundo especificações técnicas. O valor de cada motor está calculado em US$ 700 mil a US$ 1 milhão.</p>
<p>Além do V250, a GE continua promovendo a linha de motores V228, que produz energia constante entre  1045Kw e 3060Kw. Os equipamentos são capacitados para prover de energia navios de serviço, rebocadores, empurradores, embarcações para suprimento offshore, balsas, caçamba de dragas, barcas de passageiros, barcos pesqueiros além de outras funções no transporte marítimo.</p>
<p>São motores de alta compressão, quatro tempos, média rotação, turboalimentados, injeção eletrônica e capacitados para aplicação no setor naval. A linha V228 está disponível para aplicação na área naval há três anos. A GE trabalha com prazo de entrega de 10 meses.</p>
<p>Serapiao diz que o objetivo da empresa é participar cada vez mais de feiras no Brasil. &#8220;Estamos acreditando no crescimento do mercado naval brasileiro&#8221;, ressaltou. Segundo ele, a empresa está se capacitando para poder dar suporte aos clientes do setor, a exemplo do que já  faz no segmento de locomotiva. &#8220;Estamos iniciando treinamento na América Latina e no Brasil&#8221;, informa.</p>
<p>A empresa projeta e fabrica motores a diesel há mais de 40 anos. Com um centro de pesquisa mundial em Nova York,  é um dos líderes mundiais na produção de motores  de média rotação, nas configurações de 8, 12 e 16 cilindros.</p>
<p>Com valor de mercado estimado em US$ 290 milhões, a GE tem  mais de 15,000 motores operando mundialmente. Serapiao  conta que a fábrica no estado da Pensilvânia, nos EUA, produz anualmente 1.200 equipamentos.</p>
<p>No Brasil, a GE possui sete instalações industriais, distribuídas entre os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de escritórios de vendas e marketing em outras localidades. Com cerca de 8.000 empregados no País, a empresa tem sua matriz instalada na cidade de São Paulo.São seis áreas de negócios todas com atividades no país. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Triunfo Logística quer reforçar atuação na área de navegação<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 13:28 27/6/2008 - A Triunfo Logística marca presença na Navalshore com soluções de infra-estrutura e operação de movimentação de cargas offshore. A empresa faz projetos para cargas em geral, nas áreas de importação e mercado interno.&#8221;A empresa possui uma área portuária de 50 mil m² no Rio de Janeiro para garantir estrutura logística aos clientes. Além dessa área, dispomos  de 600 m²de berço de atracação, espaço para receber até 10 embarcações de apoio&#8221;, informa diz Rogério Cafaro, diretor presidente da empresa. Segundo ele, na área de navegação, a empresa pretende atuar mais em cabotagem.</p>
<p>Segundo Alexandre Lima, gerente comercial da Triunfo, na área de offshore a empresa oferece apoio logístico para embarcações, com estrutura operacional e de equipamentos. Já no segmento de transporte marítimo o transporte de cargas é garantido com embarcações tipo barcaça, com capacidade de carregamento de 10 mil toneladas. As barcaças têm dimensões que variam de 90 a 110 metros de comprimento.</p>
<p>A coordenação logística da Triunfo inclui acompanhamento diário de toda movimentação de carga, desde a chegada ao terminal até o carregamento em caminhões ou vagões para seguir ao destino final. Toda a movimentação de carga pode ser acompanhada pelos clientes pelo site da empresa.</p>
<p>Com mais de 15 anos de tradição, a Triunfo Logística está investindo em novos equipamentos e na capacitação da mão-de-obra, informa Lima. &#8220;A empresa tem quase 800 funcionários que passam constantemente por treinamento. Os profissionais têm amplo conhecimento em movimentação de carga &#8220;, diz. O faturamento médio da empresa é de R$ 5 milhões por mês. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Solaris pretende abrir mais nove unidades no país até 2010<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>Rio, 20:05 26/6/2008 - A Solaris, com forte atuação em locação de equipamentos, planeja investir nas regiões norte, nordeste e sudeste. &#8220;Nos próximos três anos a meta é aplicar US$ 120 milhões no lançamento de novos equipamentos e incremento nos produtos já existentes&#8221;, informa Sandro Gianello, gerente da filial carioca. Do montante estimado, US$ 60 milhões serão aplicados na ampliação da área de plataformas aéreas e a outra metade no aumento dos grupos geradores, da frota de manipuladores telescópicos e na entrada no segmento de locação de equipamentos para manipulação de terra. A Solaris é controlada pelo grupo argentino Sullair.</p>
<p>Em julho, a empresa prevê o lançamento de cinco famílias de equipamentos para movimento de terra, composta de escavadeiras, moto niveladores, carregadeiras, rolos compactadores e topadoura. O preço de locação do equipamento é de R$ 30 a R$ 40 mil por mês. &#8220;O lançamento desse equipamento visa atender o aumento de demanda de construção de anéis rodoviários, aeroportos, portos e indústria de base&#8221;, explica Gianello.</p>
<p>O foco da empresa é locação de equipamentos utilizados na construção e em serviços de manutenção de setores como petroquímico, papel e celulose, siderurgia e indústria naval. A Solaris também atua nos segmentos de movimentação de carga, aluguel de grupos geradores e geração de energia. Segundo Gianello,no mercado mundial locação de equipamentos está em alta. Nos EUA e na Europa cerca de 35% dos equipamentos fabricados são para locação, enquanto no Brasil a margem gira em torno de 15%. No Japão chega a 80%, pois lá as empresas se concentram na sua atividade fim&#8221;, compara.</p>
<p>A Solaris tem uma carteira de cerca de mil clientes ativos, entre esses a Andrade Gutierrez, Brasken, Construtora Norberto Odebrecht, Vale do Rio Doce e Petrobras. Segundo Gianello, para 2008 a meta do grupo Sullair é fechar o ano com faturamento projetado de US$ 250 milhões, sendo 35% no Brasil. Em 2007, a empresa faturou US$ 200 milhões.</p>
<p>Entre os projetos para o segundo semestre deste ano, destaca-se a expansão da empresa com a abertura de novas filiais em Recife e São Luiz, em outras em Goiânia e Porto Alegre. A matriz da empresa fica em São Paulo. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Dânica-Norac marca presença em evento naval com novidade em mobiliário marítimo<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br<br />
Joint-venture criada há um ano e meio garantiu atendimento ao setor naval brasileiro</p>
<p>Rio, 15:45 26/6/2008 - A Dânica-Norac, fornecedora de sistemas para interiores de navios cruzeiros, ferreiros, comerciais e instalações offshore, está comemorando um ano e meio da associação  das duas marcas, a primeira de origem dinamarquesa e a outra norueguesa. A joint-venture foi criada para atender o setor naval. A empresa tem na Barra da Tijuca um escritório para desenvolvimento de projetos para a área naval e offshore. Uma equipe de sete pessoas cuida da realização dos projetos.</p>
<p>Décio Di Maio Ferreira, gerente de projetos, diz que a fusão aconteceu devido ao reaquecimento da indústria naval brasileira.&#8221;Com a descoberta de novos poços de petróleo e necessidade de novas plataformas e reformas das já existentes, além da contrução de barcos de apoio percebemos que haveria aumento de demanda&#8221;, diz.&#8221;Acreditamos em um aumento de demanda em torno de 35%&#8221;, estima.</p>
<p>A Dânica-Norac fabrica e distribui painéis de forração para anteparas e tetos, portas, banheiros modulares, pisos elevados e janelas,com proteção a incêndios.A empresa já produz alguns componentes no Brasil.</p>
<p>Segundo Juliano Martins Canato, gerente de vendas na América Latina da empresa, o objetivo é chegar até o final de 2009 com faturamento de R$ 20 milhões no segmento naval e offshore. Sobre as perspectivas de mais pedidos pelo mercado, Canato diz que a meta é conquistar até 2012 50% desse mercado.</p>
<p>Em 2007, a empresa ganhou 10 concorrências, entre esses com os estaleiros Aliança, Fittipaldi, Mauá, Santa Cruz (H Dantas) , Ilha (Eisa),TWB e com a Petrobras.</p>
<p>Mobiliário em exposição</p>
<p>A Dânica-Norac levou para a Navalshore alguns componentes de sua carteira de projetos, como um conjunto de sua linha de móveis para navios convencionais e de instalações offshore. Outro é um banheiro modular feito sob medida para acomodação marítima. Para o segmento, a empresa oferece várias opções de layout e de acessórios. Os banheiros modulares podem ser fabricados em aço galvanizado ou alumínio com proteção anti-corrosão. O modelo de alumínio garante redução de 20% a 25% no peso da embarcação. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Volvo Penta expõe na Navalshore motores que agridem menos o meio ambiente<br />
Regina Teixeira<br />
regina@guiaoffshore.com.br</p>
<p>A Volvo Penta Brasil, divisão de motores marítimos e industriais do grupo sueco Volvo, participa da V edição da Navalshore com motores para geradores de energia. Cristiano Conde, gerente do departamento de vendas, comunicação e logística da empresa, diz que as novidades para o setor naval são os motores para plataformas e embarcações auxiliares,com potência de 370 HP.</p>
<p>Um dos equipamentos em exposição é a linha D6, motor a diesel, compacto com seis cilindros, sistema de injeção eletrônica e que apresenta baixa emissão de poluentes. &#8220;Atendemos as rígidas regras da Europa e dos Estados Unidos&#8221;, ressalta. O preço médio do equipamento é R$ 112 mil.</p>
<p>Segundo Conde,o aquecimento do setor naval deve significar para a empresa aumento anual de vendas em torno de 25% nos próximos anos. A perspectiva é de a Volvo Penta Brasil fechar 2008 com faturamento e R$ 80 milhões.</p>
<p>&#8220;Há algum tempo que  estamos  adequando a nossa logística para atender aumento da demanda. Mantemos desde 99 um armazém em Curitiba, que abriga peças e motores. Trabalhamos 24h e sete dias por semana&#8221;, conta. A Volvo mantém na capital do Paraná a fabricação de caminhões e ônibus.</p>
<p>Com fábricas na Suécia, Holanda e nos EUA,o objetivo da Volvo Brasil é passar a produzir aqui motores para geradores industriais.Segundo Conde, o objetivo é que isso aconteça a partir de 2009.</p>
<p>De origem sueca e há mais de um século no mercado mundial, a empresa está comemorando 31 anos de mercado brasileiro. Com sede no Rio de Janeiro, a Volvo Penta Brasil<br />
conta com 3.500 funcionãrios. (Guia Offshore)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Motores marítimos têm presença no evento</p>
<p>4/7/2008<br />
Com o mercado marítimo brasileiro de motores de serviços globalizado, fabricantes americanos, suíços, alemães e suecos participam da Navalshore 2008. O evento acontece de 25 a 27 de junho no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Nos últimos anos, ganharam impulso na indústria de motores marítimos para embarcações de serviço a venda de motores com<br />
sistema de injeção eletrônica Common Rail – que se tornou a bola da vez do mercado: são mais eficientes e menos poluentes que os<br />
tradicionais mecânicos. Eles serão um dos destaques da exposição.</p>
<p>Os motores marítimos com injeção eletrônica ganharam força no mercado depois que uma série de normas internacionais passaram a<br />
exigir modelos cada vez menos poluentes.</p>
<p>Participam da Navalshore 2008 a MTU do Brasil, Cummins Marine, Volvo Penta, Scania Marine, Man Diesel e Caterpillar, que prometem expor o que há de mais avançado em motores maritimos de serviço. (Portal Naval)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore abordará aumento da demanda na indústria naval e responsabilidade ambiental</p>
<p>&#8220;O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades&#8221; é o tema central da conferência da Navalshore 2008 - V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore. O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência.</p>
<p>No dia 25 de junho, o painel &#8220;Desafios para a indústria naval nos próximos anos&#8221; abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel &#8220;Responsabilidade ambiental na indústria naval&#8221;. Duas palestras abordarão o assunto: &#8220;Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas&#8221;.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: &#8220;Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Modelagem aduaneira na indústria offshore&#8221;, &#8220;Cenário da Indústria naval no Norte do país&#8221;, &#8220;Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval&#8221;e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.</p>
<p>A Realização da revista Portos e Navios, a Navalshore 2008 tem patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Infomet)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Navalshore abordará aumento da demanda e responsabilidade ambiental<br />
19/05/2008</p>
<p>“O crescimento da indústria naval: desafios e responsabilidades” é o tema central da conferência da Navalshore 2008 – V Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, que será realizado de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O evento terá três painéis, um para cada dia da conferência. No dia 25, o painel “Desafios para a indústria naval nos próximos anos” abordará o crescimento das encomendas no setor naval e suas principais conseqüências: aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfeiçoamento tecnológico de toda a indústria, ampliação das oportunidades para a indústria de navipeças, verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para fazer frente aos novos negócios.</p>
<p>O segundo dia, 26, será dedicado ao painel “Responsabilidade ambiental na indústria naval”. Duas palestras abordarão o assunto: “Navios ecológicos - formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário” e “Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica : Normas da Organização Marítima Internacional em elaboração ou sendo modificadas”.</p>
<p>O terceiro dia, 27, será dedicado à indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. O painel abordará a &#8220;Indústria de Pesca e a Construção Naval em Santa Catarina&#8221;.</p>
<p>Complementam a conferência palestras com os temas: “Programa de Sustentabilidade da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro”, “Modelagem aduaneira na indústria offshore”, “Cenário da Indústria naval no Norte do país”, “Firjan - Tecnologia e Educação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Industria Naval” e apresentação institucional da Transpetro.</p>
<p>A Navalshore 2008 será realizada das 14h às 21h no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio, ao lado da estação Estácio do Metrô, na Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova.</p>
<p>Realização da revista Portos e Navios, a Navalshore 2008 tem patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. (Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>UOL<br />
24/06/2008 - 17h50<br />
Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval</p>
<p>Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira.</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha.</p>
<p>(Edição de Marcelo Teixeira) (Economia UOL)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Nova tecnologia em soldagem da White Martins</p>
<p>06/09/2007</p>
<p>Pela primeira vez, a White Martins participará da Navalshore 2008 - 5ª edição da feira que será realizada entre os dias 25 e 27 de junho e já virou referência no segmento da indústria naval e de offshore. Entre as tecnologias para soldagem apresentadas no evento pela White Martins, destaca-se o lançamento do Duplo Arame com Arames Tubulares. Por utilizar dois arames em uma mesma tocha, o equipamento ganha aumento expressivo na velocidade da soldagem de estruturas, o que reduz o tempo de trabalho e proporciona o dobro da produtividade em relação aos processos convencionais.</p>
<p>Ainda serão expostas na feira outras duas tecnologias para soldagem: o sistema de mecanização pelo processo arame tubular e os sistemas Fast MigTM e Fast RootTM, que também promovem, em um mesmo equipamento, a alta produtividade nos processos de soldagem do passe de raiz, enchimento e acabamento, além de poder ser aplicado para tubulações, estruturas tubulares ou chapas. O estande da White Martins na feira vai contar ainda com peças de teste soldadas por meio de alguns desses processos, para que o visitante possa ver e entender os reais resultados das tecnologias.</p>
<p>As inovações apresentadas pela White Martins estão alinhadas com as necessidades da indústria naval e de offshore - que crescem a cada dia, graças à revitalização do segmento no Brasil. &#8220;Durante o evento vamos mostrar que não somos apenas uma empresa fornecedora de gases. A White Martins oferece um pacote de soluções integradas em soldagem. É com essa expectativa que chegamos à feira pela primeira vez. Vamos apresentar tecnologias realmente diferenciadas para que possamos aumentar, de fato, a competitividade do setor por meio de inovação tecnológica&#8221;, explica o gerente de tecnologia e de aplicações de soldagem da White Martins, William Macedo.</p>
<p>Sobre a White Martins</p>
<p>A White Martins atua há 96 anos no mercado brasileiro desde e está presente em nove países da América do Sul. Seu portfólio de produtos inclui gases atmosféricos, gases de processo, gases especiais e medicinais, cilindros de aço sem costura e equipamentos para aplicação, transporte e armazenamento de gases.</p>
<p>A empresa investe constantemente em tecnologia, o que resulta em inovações desenvolvidas para seus clientes no Brasil e no exterior. Essa capacitação tecnológica levou o Rio de Janeiro a garantir um centro de pesquisas tecnológicas da Praxair, grupo norte-americano controlador da White Martins, o único construído fora dos Estados Unidos: o CTR (Centro de Tecnologia Rio). No Centro são desenvolvidas tecnologias de soldagem e corte térmico que passam a ser utilizadas por todas as unidades da Praxair no resto do mundo. Um exemplo de produtos desenvolvidos no CTR e que já estão sendo aplicados em outras unidades do grupo são as soluções de misturas dedicadas a processos de soldagem da família Stargold New Generation, como Soldagem Plasma e Stargold Robot. Em breve, a White Martins irá lançar outras novidades no mercado com novas tecnologias para corte laser dos aços ao carbono e soldagem TIG dos aços inoxidáveis. (CIMM)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>25/06/2008 - 11:05:27<br />
Exploração de áreas de petróleo impulsiona indústria naval no Brasil</p>
<p>A política do governo brasileiro de privilegiar estaleiros locais, aliada aos programas agressivos de exploração das novas áreas de petróleo e gás, está dando grande fôlego para o desenvolvimento da indústria naval brasileira</p>
<p>O setor tem atraído investidores locais e do exterior e se prepara para testar esta semana, durante a feira Navalshore 2008, o impacto do aumento de encomendas no país e os possíveis novos estaleiros que serão construídos para atender essa demanda.</p>
<p>Até mesmo os experientes coreanos, segundo maiores produtores de navios do mundo, vão aportar pela primeira vez na feira que terá ainda suecos, noruegueses e alemãs entre os participantes. A área vendida foi 10 por cento superior à do ano anterior e mais 15 empresas estarão presentes, no total de 130.</p>
<p>&#8220;Esse ano teremos participação de empresas estrangeiras que estão vindo para sentir o mercado e prospectar oportunidades. No caso dos coreanos, são produtores de peças de navio que não têm mais espaço por lá, querem construir aqui para a Transpetro e exportar também&#8221;, afirmou a diretora da revista Portos e Navios, Rosângela Vieira, organizadora do evento.</p>
<p>De Eike Batista ao governo da Bahia, ninguém quer ficar de fora de um negócio que no mínimo contará com os já anunciados 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em encomendas da Petrobras, entre navios, plataformas e sondas.</p>
<p>No final de maio, a estatal anunciou a encomenda de 23 navios petroleiros, além dos 26 que já haviam sido contratados, e mais 146 navios de apoio e 40 sondas.</p>
<p>A Petrobras pretende explorar as reservas gigantes da região pré-sal, uma área que se estende por 800 quilômetros em águas ultraprofundas do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, utilizando o máximo de conteúdo nacional possível em seus equipamentos, como determinou o governo brasileiro.</p>
<p>Também visando consumo próprio, o dono da OGX, Eike Batista, pretende construir dois estaleiros para fabricar os equipamentos que serão usados na exploração de áreas adquiridas na nona rodada de petróleo do governo, no ano passado. O empresário disse recentemente que deverá fazer parceria com a norte-americana Dynamics e a dinamarquesa Maersk.</p>
<p>&#8220;Ele está olhando três locais e deve fechar com as empresas um no Sul e outro no Sudeste&#8221;, disse uma fonte próxima da negociação.</p>
<p>Inscrito de última hora no Navalshore, o governo do Estado da Bahia também já manifestou interesse em atrair estaleiros para o Estado. A construtora OAS é uma das candidatas em parceria com o grupo Setal, assim como a GDK e a Engevix, todas ligadas ao setor de construção.</p>
<p>Outras construtoras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estão investindo na área e já anunciaram empreendimentos, sendo estas duas últimas parceiras no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, e a primeira afirmou ter intenção de fazer um ou mais estaleiros, mas sem definir o local.</p>
<p>NO PAPEL</p>
<p>Outros estaleiros estão previstos para o Espírito Santo e Maranhão, mas, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação da Indústria Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, nenhum ainda saiu do papel.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 25 estaleiros no país, sendo que dois estão ainda sendo construídos, um no Rio Grande Sul, pela WTorre, o Rio Grande, e outro em Suape, em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o Sinaval, nos próximos oito anos os estaleiros brasileiros vão construir 335 empreendimentos (entre navios, navios de apoio, plataformas e sondas) e consumir mais de 500 mil toneladas de aço.</p>
<p>&#8220;Pela avaliação das obras existentes, com a capacidade atual dos estaleiros já seria possível (atender o aumento de demanda), cada estaleiro faria 13 navios em oito anos, não é uma coisa tão pesada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Sinaval vai levar para a quinta edição do Navalshore debates que, segundo Rocha, estão mexendo com a indústria. O primeiro seria a intenção do Ministério dos Transportes de aumentar de 13 para 29 por cento o modal do transporte aquaviário, aliviando as rodovias. Também a discussão sobre as metas do PAC em relação ao aumento da demanda na área de petróleo serão avaliadas e a questão da mão-de-obra, considerada o calcanhar de Aquiles do setor.</p>
<p>Hoje os estaleiros empregam 40 mil trabalhadores e a partir de 2009 as encomendas feitas pela Petrobras vão obrigar a contratação de pelo menos mais 22 mil pessoas, segundo o Sinaval. Para tentar reduzir o problema, o sindicato se reúne com universidades no segundo dia da feira, que vai de 25 a 27 de junho, no Rio de Janeiro, para debater uma forma de acelerar a formação de pessoal.</p>
<p>&#8220;É preciso diminuir o tempo de entrega desse pessoal, queremos saber o que é preciso fazer para treinar enquanto ainda se está na universidade, como fazer em três anos o que se faz em seis&#8221;, explicou Rocha. (Portal dos Metalúrgicos)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>SINAVAL DEBATE SOBRE FORMAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA   27/06/08</p>
<p>O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) se reuniu ontem com representantes das universidades do Rio de Janeiro, na NavalShore, para debaterem sobre o atual cenário deste mercado. A conclusão foi que a indústria naval precisará de dois mil engenheiros navais pelos próximos quatro anos.</p>
<p>Segundo os dados apresentados, 50 engenheiros navais vão se formar este ano na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Enquanto, na Universidade de São Paulo (USP), o total de formandos deve ser próximo de 30. O número é considerado baixo para o momento atual, levando em conta que as duas universidades são as principais fontes de engenheiros navais do Brasil.</p>
<p>Apesar de estas constatações estarem bem longe da necessidade estimada para o futuro, o presidente do Sindicato, Ariovaldo Rocha, se mostrou otimista. Rocha considera a possibilidade de aproveitar engenheiros de outras áreas no setor.</p>
<p>O presidente do Sindicato acredita que engenheiros mecânicos e de produção podem ser amplamente utilizados se receberem treinamento nos próprios estaleiros ou em centros de educação continuada dentro das universidades, inclusive através de parcerias entre as instituições de ensino e os estaleiros. Também foram postos em pauta assuntos como estágios e formação no trabalho, além de bolsas de estudo para estudantes selecionados.</p>
<p>O presidente do Sinaval aproveitou para anunciar a parceria entre sua entidade e a UFRJ, nos moldes do que ocorria na década de 70. Participaram do encontro representantes do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), UFF, UFRJ e Senai.</p>
<p>Por Isabel Correia Lima (Nicomex)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>26.06.2008<br />
Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.</p>
<p>&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo. (Fonte: Reuters / Denise Luna) (Usuport)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Brasil está preparado para fazer 338 navios e plataformas<br />
Fonte: WebTranspo<br />
Incluído no site em 27/06/2008<br />
A demanda por 338 embarcações, que inclu­em construção de navi­os e plataformas, neces­sários para o desenvolvi­mento do setor naval no País pode ser atendida pelos estaleiros brasilei­ros. Esta é uma das conclusões do debate de abertura na quinta Feira e Conferência da Indús­tria Offshore (Navalshore). O evento começou ontem e será realizado até amanhã no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio.</p>
<p>Para os participantes, as companhias brasileiras têm capacidade para construir 26 estaleiros de porte médio e gran­de, em 4,7 milhões de metros quadrados de área ocupada e 570 mil toneladas de aço pro­cessadas por ano. Tam­bém poderiam ser fabricados 16 diques e docas elevatórias, 22 carreiras de construção e 43 cais de acabamento.</p>
<p>A demanda está elevada. Seriam 70 empreendi­mentos em demanda firma, 224 anunciados e 44 previstos, totalizando 338 empreendimentos. A demanda firme inclui 38 navios petroleiros, seis plataformas de produção, cinco navios porta-contêineres, três navios graneleiros e 18 navios de apoio maríti­mo.A feira reúne 115 exposi­tores, principalmente estaleiros e empresas de navipeças. Com a indús­tria naval aquecida e os recentes anúncios de construção de embarca­ções pela Petrobras e Transpetro, a Navalshore acontecerá em ambiente de grande otimismo.</p>
<p>Segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria nacional de navipeças obterá contra­tos da ordem de R$ 1,5 bilhão com o programa de renovação da frota de barcos de apoio maríti­mo da Petrobras, recém-anunciado pelo presiden­te Lula. A organização da Navalshore estima que durante a feira serão fechados contratos envolvendo R$ 300 milhões.</p>
<p>Um dos destaques da Navalshore é o &#8220;Negóci­os em 15 minutos&#8221;, rodada de negócios realizada paralelamente à feira com 11 empre­sas-âncoras. A Transpetro e os estalei­ros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB recebem hoje e amanhã empresas inte­ressadas em criar cadas­trar como fornecedoras, apresentar novos produ­tos e serviços ou sim­plesmente atualizar seus contatos, em entrevistas com 15 minutos. Em 2006, a atração realizou 297 reuniões e no ano passado, 364. Para este ano estão pré­agendadas 375.</p>
<p>O primeiro dia foi dedica­do aos desafios para a indústria nos próximos anos. Participaram da conferência o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Hugo Figueiredo, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore, Ariovaldo Ro­cha, a diretora do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transpor tes, Débora Teixeira, o coordenador geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvol­vimento da Produção do Ministério do Desenvolvi­mento, Indústria e Co­mércio Exterior, Eduardo Macedo, a subsecretária estadual de Desenvoltimento Econô­mico, Indústria e Servi­ços do Rio, Renata Cavalcanti, o encarrega­do da Divisão de Segu­rança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas, Capitão Luiz Alberto Campos da Silva, o gerente executivo de Transporte Marítimo da Transpetro, Elizio de Araújo Neto, e o gerente do Centro de Tecnologia do Senai, Marcos Pereira.</p>
<p>Os participantes comen­taram o crescimento das encomendas no setor naval e suas conseqüências, como aumento da demanda por marítimos, necessidade de aperfei­çoamento tecnológico de toda a indústria, amplia­ção das oportunidades para a indústria de navipeças e verificação da capacidade produtiva dos estaleiros nacionais para novos negócios.</p>
<p>O tema de hoje será a responsabilidade ambiental, em duas palestras &#8220;Navios ecoló­gicos formas de minimização de impactos ambientais do transporte aquaviário&#8221; e &#8220;Prevenção da Poluição Marinha e Atmosférica: normas da organização marítima internacional em elabora­ção ou sendo modifica­das&#8221;. Na sexta-feira, será discutida a indústria de pesca, com ênfase no pólo naval de Santa Catarina. (Federação Nacional dos Estivadores)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Estrangeiros têm cautela com expansão do setor naval no Brasil<br />
Reuters - 25/06/2008, 19:24</p>
<p>Por Denise Luna</p>
<p>RIO DE JANEIRO (Reuters) - Maior construtor de navios do mundo atualmente, a Coréia do Sul está de olho na indústria naval brasileira e no potencial de encomendas que as novas descobertas na área do petróleo vão demandar. Mas com cautela, explicou à Reuters o diretor da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca.</p>
<p>&#8220;Eles estão querendo entender qual o futuro dessa área naval, porque ninguém vai colocar dinheiro no Brasil se não tiver um projeto de longo prazo&#8221;, disse Arouca, representante de companhias coreanas que estão presentes pela primeira vez na Navalshore 2008.</p>
<p>Reunidas em um mesmo stand, Hyundai, Tank Tech, Panasia e Deyang prospectam oportunidades no país, mas sem pressa para decidir investimentos, segundo Arouca.</p>
<p>&#8220;É um primeiro passo, por isso eles estão vindo, mas só a encomenda da Transpetro não é suficiente, é uma visão de 10 anos, praticamente, é pouco, a Coréia faz um navio a cada 15 dias&#8221;, ressaltou o executivo.</p>
<p>&#8220;Eles querem um plano mais concreto do governo (brasileiro) e das entidades no médio e longo prazo&#8221;, concluiu.</p>
<p>Também animado com o novo mercado mas prevendo ainda algum tempo para tomada de decisões, o representante comercial da norueguesa Aker Promar, José Guilherme Vieira, foi reticente quanto a confirmar informações de que o grupo estaria planejando uma expansão.</p>
<p>&#8220;Ainda falta uma definição do grupo de se vale a pena exapandir ou melhorar a área atual&#8221;, disse ele a jornalistas durante a feira da indústria naval no Rio de Janeiro.</p>
<p>O estaleiro Aker Promar, localizado em Niterói, estuda construir mais uma unidade em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, ou se vai ampliar as instalações já existentes. Entre as dificuldades para um novo estaleiro, Vieira apontou a demora da licença ambiental e a dragagem de um rio, &#8220;que deveria ser feita pelas prefeituras de Campos e Quissamã e que ainda está para acontecer&#8221;.</p>
<p>OUTRO LADO</p>
<p>Sem novos estaleiros ou expansão expressiva dos já existentes será difícil atender a tantas demandas que virão da Petrobras e outras petrolíferas, afirmou o secretário-geral do sindicato do setor, Sinaval, Sérgio Leal. &#8220;Principalmente quando começar a exploração da área pré-sal no país&#8221;, uma faixa de 800 quilômetros que se estende na costa brasileira do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Ele se disse confiante na consolidação do setor que praticamente foi extinto na década de 1980 e explicou que a retomada será feita aos poucos.</p>
<p>&#8220;O Brasil virou um grande produtor e cada plataforma que for instalada vai demandar uns três navios de apoio&#8221;, afirmou Leal.</p>
<p>Ele garantiu que novos estaleiros serão realmente instalados e citou como exemplo o anúncio feito pelo governo do Maranhão, na semana passada, de que iria incentivar a instalação de um estaleiro naquele Estado, provavelmente como grupo Mauá/Eisa.</p>
<p>Para financiar o setor, o Fundo de Marinha Mercante reservou este ano orçmamento de 3,1 bilhões de reais e prevê que em 2009 terá que subir o valor para 3,7 bilhões de reais, devido à demanda por crédito. Em 2002, a verba para o setor não passava de 600 milhões de reais, segundo a diretora do fundo, Débora Teixeira, presente no evento.</p>
<p>Também querendo participar da esperada explosão dessa indústria, o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) criticou a exclusão dos fabricantes de peças dos incentivos do governo.</p>
<p>&#8220;Os estaleiros têm que ser nacionais, mas as peças são quase todas importadas, o conteúdo nacional fica só na mão-de-obra e no aço&#8221;, disse Cesar Prata.</p>
<p>Ele argumentou que os 65 por cento de conteúdo nacional exigidos pelo governo não são suficientes para estimular a indústria de navipeças, já que 40 por cento desse total vem da mão de obra e 25 por cento do uso de aço nacional.</p>
<p>&#8220;Hoje somos excluídos dos projetos, o conteúdo nacional deveria ser de pelo menos 80 por cento&#8221;, repetiu uma reivindicação que, segundo ele, já está sendo feita há um ano para o governo.</p>
<p>(Edição de Camila Moreira)</p>
<p>Copyright © 2008 Reuters Limited. Todos os direitos reservados. Republicação ou redistribuição do conteúdo produzido pela Reuters é expressamente proibido sem autorização prévia por escrito. A Reuters não se responsabiliza por nenhum erro de conteúdo ou atraso de sua distribuição, ou qualquer outra ação decorrente desta publicação. (Abril.com)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Brasil está preparado para fazer 338 navios e plataformas</p>
<p>Enviado em 26 de Junho de 2008<br />
A demanda por 338 embarcações, que incluem construção de navios e plataformas, necessários para o desenvolvimento do setor naval no País pode ser atendida pelos estaleiros brasileiros. Esta é uma das conclusões do debate de abertura na quinta Feira e Conferência da Indústria Offshore (Navalshore). O evento começou ontem (25) e será realizado até amanhã (27), no Centro de Convenções SulAmérica, no Centro do Rio. Para os participantes, as companhias brasileiras têm capacidade para construir 26 estaleiros de porte médio e grande, em 4,7 milhões de metros quadrados de área ocupada e 570 mil toneladas de aço processadas por ano. Também poderiam ser fabricados 16 diques e docas elevatórias, 22 carreiras de construção e 43 cais de acabamento. A demanda está elevada. Seriam 70 empreendimentos em demanda firma, 224 anunciados e 44 previstos, totalizando 338 empreendimentos. A demanda firme inclui 38 navios petroleiros, seis plataformas de produção, cinco navios porta-contêineres, três navios graneleiros e 18 navios de apoio marítimo. (Nextrans)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Sinaval busca parceria com universidades para formar engenheiros</p>
<p>Fonte: Redação</p>
<p>Data: 26/06/2008 10:22</p>
<p>Com o primeiro encontro marcado com instituições de ensino superior hoje (26/06), às 13h, no auditório da Navalshore, o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, propõe a organização de um temário comum, contemplando a demanda por pessoal qualificado existente nos estaleiros, nas especialidades de engenharia naval, de produção e mecânica.</p>
<p>Entre as questões em pauta estão A capacidade de formação de graduados nos próximos oito anos; Possibilidades de reduzir prazo de formação; Cooperação com estaleiros para estágios e formação no trabalho como &#8220;trainees&#8221;; e Bolsas de estudo para estudantes selecionados em acordo com as universidades.</p>
<p>Já confirmaram presença os professores Marco Antonio Lucidi (Reitor da UEZO), Floriano Carlos Martins Pires (UFRJ) e Luiz Vaz (coordenador de Engenharia Naval da UFRJ); Emmanuel Paiva de Andrade (Vice Reitor da UFF); e Marcos Pereira (gerente executivo do Centro de Tecnologia de Soldagem do Senai-RJ). (TN Petróleo)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>CTSolda cria banco de dados online da construção naval no Rio</p>
<p>O Centro de Tecnologia de Solda do Senai-RJ &#8212; CTS-Solda, novo nome do CETEC de Solda &#8212; divulgou na sexta-feira, durante a Navalshore, o projeto Decisão Rio 2008-2010, que tem por objetivo mapear as intenções e os empreendimentos em curso no Rio de Janeiro na área de indústria naval. O Decisão Rio funciona como um banco de dados, visualizado através da ferramenta Google Earth, e reúne todas as informações disponíveis sobre investimentos e necessidades dos estaleiros no estado.</p>
<p>O banco de dados é de acesso livre e pode ser baixado na homepage da Firjan (www.firjan.org.br/decisaorio). (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Megatherm lança material para selagem de penetrações</p>
<p>A linha Flex-D Fireseal é a nova aposta para o segmento naval e offshore da Megatherm, empresa especializada em isolamentos térmicos e acústicos. O novo produto é voltado para a selagem de penetrações e foi lançado oficialmente na Navalshore 2008. De acordo com Sérgio Mattozo, diretor da empresa, a procura pelo produto durante a exposição foi muito positiva principalmente por ser um material que facilita muito o projeto, a aplicação e a manutenção. ?Para quem é projetista naval é muito bom porque é um projeto muito simples. Para quem aplica é ótimo porque é rápido. Para o armador também é interessante porque é de fácil manutenção?, apostou.</p>
<p>O material é apropriado para selagens de passagem de cabos elétricos, tubulações metálicas e tubulações plásticas PVC e CPVC. Além de fornecer o produto, Megatherm realiza as aplicações e já está cobrindo navios da Transpetro. (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Amazonas terá escola técnica para fluviários</p>
<p>A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) pretende construir a primeira escola técnica federal do Amazonas voltada para a formação de fluviários. Hoje a capacitação é realizada pelas representações da Marinha ou no Ciaba, em Belém (PA).</p>
<p>As novas mudanças são resultado da união de forças do programa Transporte Hidroviário e Construção Naval da Amazônia (THECNA) com vários agentes, como a Marinha do Brasil, a Capitania dos Portos, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a Superintendência Estadual de Navegação, Portos e Hidrovias (SNPH), o Sindicato dos Estaleiros e a Associação de Armadores. O anúncio foi feito na sexta-feira durante a Navalshore pela professora e pesquisadora do TECHNA Nadja Lins. (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</p>
<p>Indústria de Pesca é tema de painel na Navalshore hoje</p>
<p>A construção naval em Santa Catarina e o Programa Nacional de Financiamento da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira - Profrota Pesqueira são temas de painel hoje na Navalshore. O Coordenador Geral de Crédito da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (SEAP), Marcelo Burguez, apresentará a palestra Sustentabilidade, Desenvolvimento Pesqueiro e Construção Naval no Programa Profrota Pequeira. O presidente do Sindicato da Construção Naval de Itajaí e Navegantes (Sinconavin), Paulo Roberto Noronha Dutra, apresentará a palestra Desenvolvimento do Pólo de Construção Naval em Santa Catarina.</p>
<p>A conferência da Navalshore será aberta às 14h com o tema Firjan - Tecnologia e Formação Profissional de Soldagem e Inspeção para a Indústria Naval e será encerrada com palestra institucional da Transpetro. (da Redação Portos e Navios)</p>
<p>Universidades e estaleiros buscam soluções na formação de mão-de-obra</p>
<p>A indústria naval precisará de dois mil engenheiros navais pelos próximos quatro anos. A UFRJ e a USP formam 80 novos profissionais este ano. Os números são do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), que promoveu encontro com entidades de ensino ontem durante a Navalshore, no Rio.</p>
<p>Representantes de cursos de engenharia se reuniram com o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) ontem, durante a Navalshore. Segundo os dados apresentados, 50 engenheiros navais vão se formar, este ano, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Enquanto, na Universidade de São Paulo (USP), o número de formandos deve ser próximo de 30. Um número baixo para o momento atual, se considerados que as duas universidades são as principais fontes de engenheiros navais do Brasil.</p>
<p>Apesar de esses números estarem bem longe da necessidade futura estimada pelo Sinaval, o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, mostrase otimista com a possibilidade de aproveitar engenheiros de outras áreas no setor. Ele afirma que engenheiros mecânicos e de produção podem ser amplamente utilizados se receberem treinamento nos próprios estaleiros ou em centros de educação continuada dentro das universidades, inclusive através de parcerias entre as instituições de ensino e os estaleiros.</p>
<p>O vice-reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), prof. Emmanuel Andrade, concorda que todos os profissionais formandos em engenharia podem atuar na área naval, desde que devidamente treinados. Segundo ele, apesar de a UFF não ter um curso de graduação em engenharia naval, ela oferece a possibilidade de que alunos de engenharia mecânica se direcionem para essa área durante o último ano de curso, através de disciplinas com ênfase no setor naval e offshore. Além disso, a universidade está oferecendo 11 cursos de especialização que dentro da programação do Prominp. A UFF deve formar no final deste ano quase 60 engenheiros mecânicos. O Senai e a própria UFRJ também oferecem cursos de educação continuada.</p>
<p>A grande novidade em relação ao aumento do número de vagas para a formação de engenheiros navais está na possibilidade de a Universo, instituição de ensino de Niterói, criar um novo curso de graduação em engenharia naval. Além disso, a faculdade tem procurado parcerias com empresas do setor para oferecer cursos de educação a distância.</p>
<p>O presidente do Sinaval anunciou parceria entre a entidade e a UFRJ, nos moldes do que ocorria na década de 70. A UFRJ está oferecendo 70 vagas para o curso de engenharia naval este ano. Participaram do encontro representantes do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), UFF, UFRJ e Senai. (da Redação Portos e Navios)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://navalshore.com.br/pt/?feed=rss2&amp;p=83</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>De olhos bem abertos</title>
		<link>http://navalshore.com.br/pt/?p=71</link>
		<comments>http://navalshore.com.br/pt/?p=71#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 20:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://navalshore.com.br/pt/?p=71</guid>
		<description><![CDATA[<p>Grande momento do setor naval e offshore do país atrai coreanos para a Navalshore. Número de visitantes é recorde<br />
<em>(Publicado na revista Portos e Navios - edição 571 - agosto de 2008)</em><br />
A quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore seguiu a tendência dos anos anteriores e bateu novos recordes. Cerca de 12,3 mil pessoas visitaram a feira, contra os 11,6 mil de 2007, um crescimento de 6%. Neste ano, 130 expositores participaram, contra 115 em 2007, 13% a mais. Somadas as marcas representadas, 228 empresas expuseram seus produtos e serviços em 2008. Pela primeira vez, empresas coreanas participaram: Hyundai, TankTech, Panasia, Deyang e Haean Machinery  Industry.  O crescimento mais significativo  aconteceu no evento paralelo   “Negócios  em 15 minutos”. Em 2007,  as   seis  empresas-âncora entrevistaram 380 empresas candidatas a   fornecedoras.  Em  2008,  com 11 âncoras, foram realizadas 809 reuniões, 113% a mais do que o ano anterior.<br />
Realizada no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, entre os dias 25 e 27 de junho, a Navalshore 2008 teve o patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. A conferência teve os patrocínios da Vicel Serviços Técnicos e Det Norske Veritas (DNV) e Firjan.<br />
Segundo  o   gerente   sênior da MTU –  Alemanha,  Dennis Zumbach, que visitou a feira pela primeira vez, a Navalshore superou suas expectativas. “A feira apesar de não muito grande, apresentou boa qualidade de clientes potenciais e expositores de todos os segmentos da indústria naval e offshore,  desde  motores, acessórios até estaleiros  e  usuários  finais. Isso realmente me impressionou. Destaco também a presença, na feira, de muitas empresas internacionais. Vejo essa feira como muito importante para a América Latina. Foi a primeira vez que eu vim e pretendo estar de volta no próximo ano.”<br />
Na abertura do evento, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, ressaltou que o momento atual é de consolidação do setor. “Já estamos estudando o Mercosul da construção naval, porque a indústria de navipeças vai se estender também para outros países, sem dúvida”, afirmou em seu discurso.<br />
Segundo o coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do  Desenvolvimento,    Indústria  e Comércio Exterior, Carlos Eduardo Macedo, que também  participou  da solenidade de abertura, a preocupação do  ministério  com o setor naval foi redobrada desde o ano passado, o que pode ser demonstrado pela implantação da Câmara de Desenvolvimento da Indústria Naval. “Nós estamos dando uma atenção muito especial para a indústria de navipeças, porque entendemos que, mais até que os estaleiros, elas vão gerar mais emprego e mais renda nesse país”. A diretora do Fundo da Marinha Mercante (FMM) do Ministério dos Transportes, Débora Teixeira, anunciou o interesse da Caixa Econômica Federal em se tornar agente financeiro do Fundo. Somente bancos oficiais podem gerir os recursos do FMM. Atualmente, são agentes financeiros o BNDES, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia. Débora adiantou que para 2008, o orçamento do FMM é de R$ 2,1 bilhão. “Mas com a efervescência do setor deve haver um acréscimo de 50% para 2009”, calculou. O Fundo tem hoje 269 projetos em sua carteira para financiamento: 42 obras já estão contratadas e aguardam documentação para serem iniciadas; 157 projetos se encontram em análise; 36 estão em construção; e 34 já foram entregues.<br />
Os 50 anos da Revista Portos e Navios, completados em março, foram saudados pelo presidente do Sinaval, que destacou a atuação ininterrupta da revista. “Mesmo durante os anos ruins  —  e  não  foram poucos — a Portos e Navios representou a resistência do setor, estando sempre presente e incentivando nossa atividade”, destacou. Débora Teixeira, por sua vez, destacou como reconhecimento ao trabalho  desenvolvido  pela  revista  a entrega da Medalha do Mérito Mauá pelo Ministério dos Transportes em abril passado, em evento que comemorou os 50 anos do FMM.<br />
Participaram ainda da abertura da Navalshore o encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas, capitão Luiz Alberto Campos; o superintendente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Francis Fixel; o gerente executivo de Transporte Marítimo da Transpetro, Elizio de Araújo; o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Apoio Marítimo (Abeam), Ronaldo Lima; e o presidente da Representação Regional da Firjan no Leste Fluminense, Luiz Caetano.</p>
<p>Negócios em 15 minutos. Evento paralelo à Navalshore, o “Negócios em 15 minutos” teve a participação como empresas-âncora a Transpetro, os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB e ainda o Banco Fator. O evento é realizado desde a terceira edição da Feira e o seu credenciamento é bastante concorrido. Sócio da empresa Risp, Marcelo Cury participou do evento paralelo pela segunda vez. Representante das firmas de válvulas Conesteel e Silgon e da de parafuso Cifal, Cury diz que as entrevistas renderam. “Já marcamos uma visita ao estaleiro Mac Laren e este contato foi feito a partir dos ‘Negócios em 15 minutos’”. Participantes pela primeira vez, a Jormar Usinagem e a Nadus, representante da Agena, conseguiram falar  alguns  minutos  com  todas as empresas-âncora. “Gostei  bastante do evento. As  entrevistas foram realizadas num tempo bom tanto para os fornecedores quanto para os compradores”, disse o diretor comercial da Nadus, Daniel de Andrade. Para a diretora comercial da Jormar Usinagem, Nardine Marzullo, agora é esperar os futuros contatos.</p>
<p>Público. Além de atrair empresas e profissionais que atuam nos setores naval e offshore, a Navalshore também desperta  o  interesse  de jovens que estão de olho no mercado de trabalho, como as alunas Bruna Alves, Aline Dourado e Thaís Marco do curso técnico de Estruturas Navais da Escola Técnica do  Arsenal  da Marinha (Etam). Na feira, as jovens procuram oportunidades de trabalho em estaleiros. “No edital do concurso do Arsenal que fizemos era dito que os cinco primeiros colocados seriam contratados, mas como a demanda por técnicos é muito grande eles acabam contratando mais gente”, contou Bruna. “Mesmo assim, estamos procurando oportunidade em estaleiros nacionais.” Visitando a feira pelo segundo ano consecutivo, Thiago Henrique, do Eisa, ampliou seus horizontes: “Trabalho na carreira e o que me passaram em um estande de projetos é que nós, que trabalhamos na área, temos uma visão diferente de quem trabalha diretamente em um projeto. Estamos acostumados a montar a estrutura real, nós já vivenciamos o que eles estão projetando”, comentou o jovem de 21 anos.  A  visitação de estudantes do ensino médio aconteceu no terceiro e último dia do evento.</p>
<p>Estaleiros. Seis estaleiros participaram  da feira  como  expositores: Aker Promar, TWB, Eisa, Inace, Detroit e Di Gerardi Siplas. Para o engenheiro Carlos Palmer, do Eisa, que trabalha na área de coordenação de obras,  a  procura  pelo estaleiro está muito alta. “Se a carteira de encomendas dos estaleiros brasileiros está lotada, imagine a dos asiáticos: está hiper- lotada”, disse. “E, nessa hora, eles vão buscar o mercado alternativo, que somos nós.”  Palmer se surpreendeu com a visita de novos armadores ao estande do Eisa nesta edição. “Armadores orientais nos  procuraram  na  feira e conversei também com um armador brasileiro que está interessado em construir um navio definido  como  meio  supply,  meio rebocador para o atendimento de plataformas de petróleo”, afirmou.<br />
O engenheiro José Vieira, do departamento  comercial do Aker Promar, concorda que, na feira deste ano foi possível sentir uma curiosidade dos estrangeiros pelo mercado naval brasileiro. “Todos estão de olho no que está acontecendo no mercado naval do país e na sua capacidade”, afirmou. “A perspectiva é muito boa mesmo, mas acho que ainda é cedo para dizer o que vai acontecer”.<br />
A TWB, que finaliza um ferryboat para operar em Salvador e Ilha de Itaparica (BA), anunciou na Feira que planeja  colocar  em operação outra unidade. “Hoje, o sistema ferryboat na Bahia consome, aproximadamente, cinco mil toneladas de combustível por ano. Com  os  dois barcos que estão programados para entrar em operação essa quantidade de combustível será reduzida para menos de mil toneladas”, conta Santos. O ferryboat é um projeto australiano e já vem chamando a atenção de outros operadores no mundo. “Ele já está trazendo para o país encomendas de embarcações de alta tecnologia como essa”.<br />
O estaleiro Di Gerardi – Siplás levou à Navalshore uma embarcação de trabalho fabricada com a tecnologia da termofusão do polietileno de alta densidade (HDPE). “Tem muita gente no nosso estande conhecendo as vantagens da embarcação de HDPE”, destacou o diretor administrativo da empresa, Abilio Di Gerardi. “Muitas pessoas ficam surpresas com o barco, elas batem nele para ver se não é inflável”.  Esta tecnologia utiliza o ‘material do futuro’. “É um barco 100% ecológico. Quando ele perde a sua função, podemos cortá-lo e transformá-lo em plástico de novo para fazer qualquer produto que seja de polietileno de alta densidade.” Di Gerardi listou também outras qualidades da embarcação: é insubmergível, muito estável e dura mais de 60 anos.</p>
<p>Bahia. A  Secretaria  de Indústria, Comércio e Mineração da Bahia participou pela primeira vez da Feira. Segundo o chefe de gabinete da Secretaria, Antônio Carlos Machado Matias, a meta do estado é atrair de seis a oito estaleiros para a implantação de um pólo naval na região. “Temos todas as condições de implantá-lo e rapidamente”, afirmou. Dois protocolos de intenção já foram assinados: com o consórcio Odebrecht/Queiroz Galvão e com o consórcio OAS/Setal/Piamont. O primeiro para operar estrutura já existente e o segundo para instalação de um estaleiro no rio Paranaguassu, cujas obras serão iniciadas em janeiro de 2009, com prazo de conclusão em 24 meses. Segundo Matias, mais dois interessados estão em fase de conversa. Um deles é o estaleiro TWB.</p>
<p>Novidades. Uma das novidades apresentadas na Navalshore ficou por conta do Grupo Calorisol que lançou uma nova linha de painéis e portas super ultraleves para a composição interna de navios e plataformas. Os painéis divisórios pesam um terço a menos que os convencionais e as portas pesam metade das que são atualmente comercializadas no mercado. Os novos produtos inauguraram a nova Divisão Naval e Offshore da empresa. Com tecnologia baseada em silicato de cálcio, a linha possui certificação de incombustibilidade e deve estender-se para todo o segmento de mobiliário naval. “Com nossos produtos, é possível economizar 10 toneladas de peso a cada 100 metros quadrados”, afirmou Eduardo dos Santos, executivo da nova divisão.<br />
A Schottel, empresa de propulsores e bombas, também trouxe novidades. Rodrigo Miranda, gerente de vendas e projetos, anunciou o novo escritório da Schottel no Rio de Janeiro. O local será usado para gerenciamento de projetos de novas unidades. O objetivo é atender a toda América do Sul, mas a atuação poderá alcançar ainda parte da América Latina. O gerente de vendas e projetos avalia que o escritório vai aumentar a representatividade da empresa, além de proporcionar maior aproximação física e a distância entre a Schottel e os clientes.<br />
A Electronic Power Design, Inc. (EPD), empresa americana especializada em sistemas eletrônicos integrados, também está pensando em ampliar sua base no Brasil. Os altos investimentos da empresa na América do Sul  têm  foco  especial no mercado brasileiro, principalmente em função do desenvolvimento do mercado de petróleo. Nesta nova fase, a empresa estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil, transferindo a gerência dos projetos latino-americanos dos Estados Unidos para cá.</p>
<p>Softwares. Os softwares 3D para projetos de engenharia integrada da Aveva também vão ficar muito mais próximos do mercado brasileiro. A empresa inglesa irá inaugurar em dois ou três meses um escritório no Rio de Janeiro, voltado ao atendimento do mercado local. A iniciativa é uma resposta direta ao crescimento da inserção de seus produtos no mercado brasileiro de construção naval, dentre os quais se destaca o Aveva Net Portal, portal online que permite a integração de vários ambientes com informações variadas sobre um mesmo projeto, que passam a ser conectáveis através de links. A ferramenta respeita as normas da ISO 15926, relativa a processos industriais. Conecta informações de diferentes softwares, inclusive de programas que não são fabricados pela companhia.<br />
A francesa Dassault Systems, que já possui escritório no Brasil, retornou à Navalshore para impulsionar sua estratégia de entrada no mercado de construção naval, iniciado com a exposição na feira de 2007. A empresa fornece aplicações em 3D para o gerenciamento do ciclo de vida dos produtos (PLM - Product Life Cycle Management) e para o gerenciamento de informações do produto (PDM - Product Data Management). O diretor da empresa, Marcos Figueiredo, destacou que as aplicações da Dassault permitem que a indústria construa seus produtos — que podem ser aviões, automóveis, navios, plataformas, entre outros produtos industriais – com a possibilidade de testar virtualmente seu desenvolvimento, diminuindo o custo de produção e aumentando a eficiência e a produtividade. “Nossas soluções são muito aderentes a este mercado. A participação na feira foi o início deste plano de inserção. Viemos para dar visibilidade à marca no mercado de construção naval”, declarou. A empresa já fechou contrato com a UFRJ e está agora em negociações com o estaleiro Mauá.<br />
A PhDSoft, empresa 100% brasileira, vem crescendo muito rápido com o fornecimento de software especificamente voltado para controle e previsão de corrosão em navios e equipamentos portuários, além de outras estruturas estáticas, como pontes, guindastes e oleodutos. O objetivo da empresa agora é a realização de parcerias com estaleiros e armadores na construção de navios e plataformas. “A idéia é de que as embarcações saiam dos estaleiros já com o C4D para o acompanhamento da corrosão e seja realizado desde o nascimento do navio. Isso viabiliza a diminuição dos custos com manutenção e, conseqüentemente, aumenta a extensão da vida útil do navio”, declarou a representante da empresa, Raquel de Camargo. A PhDSoft, que já fornece sua tecnologia para Transpetro, Petrobras e Shell, iniciou durante a Navalshore negociações com a Log-in Logística e o estaleiro Mauá, além de contatos com o estaleiro Eisa e a Triunfo Logística.</p>
<p>Coreanos. Para o representante da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca, a participação na Navalshore foi muito  positiva,  pois  representou  um ganho em visibilidade. “Várias pessoas estão ligando para cá a fim de conhecer o que estamos fazendo”, afirmou.<br />
A empresa está intermediando a associação de brasileiros e coreanos na formação de parcerias comerciais e alguns contatos já foram realizados. Ao todo são mais de 15 empresas representadas, das quais cinco marcaram  presença  com  exposição na Navalshore. A fabricante de guindastes Haean Machinery Industries é uma das que vieram e já está em negociação com a Strauss Tecnologia, do Sul do país, e com a Pigeon, do Rio de Janeiro. Após a feira, inclusive, a catarinense Cimef Metalurgia S.A. contatou o escritório da Sy Marine no Rio de Janeiro para agilizar sua entrada a bordo dessa onda de negócios com a Haean, que tem como objetivo futuro realizar transferência de tecnologia.<br />
Além disso, a Panasia também está em contato com uma empresa brasileira, cujo nome não foi revelado. As demais empresas expositoras, TankTech, Daeyang e Hyundai Heavy Industries, estão interessadas em fechar parcerias para representação no Brasil e prestação de serviços locais.</p>
<p>Diferenciais. Uma das características da Navalshore mais elogiadas é o seu espaço físico: nem muito pequeno, nem grande demais. Este diferencial é o que torna a Feira um ótimo lugar para novos contatos e para o fortalecimento de antigas parcerias. Na opinião de José Carlos Esteves, gerente comercial da Bkanav, que vende produtos de iluminação, a Navalshore tem o tamanho certo para não desagregar os visitantes. “Nas feiras muito grandes, se você não marcar em casa o que quer ver, acaba não encontrando o que procura”, comentou.  Mas há quem já considere pequeno o espaço disponível na feira. Um deles é Claudio Ribeiro, diretor da Promel Projetos e Montagens Elétricas, que atua na área de engenharia, fabricação, montagem e instalações elétricas, “Este é o quarto ano que participo e, a cada edição, está melhor. O espaço está ficando pequeno.”<br />
Já para o gerente comercial da Faub Equipamentos Industriais, Carlos Cesar Pereira, o diferencial da Feira está no seu público dirigido. “É a primeira vez que a Faub participa da Navalshore e estamos sendo muito procurados por pessoas do ramo. Para nós, interessa mais a qualidade do que a quantidade de quem nos visita”, explicou.<br />
Veterana da Navalshore, a Esab, empresa do ramo de soldagem e corte, aproveita o evento para rever os seus clientes. Segundo o seu consultor técnico, Pedro Muniz, mais do que uma feira de negócios, a Navalshore é uma feira de manutenção de contatos. A assistente de marketing da Lincoln Electric, Danielle Vargas, concorda com o consultor técnico da Esab. “A Feira está sendo mais institucional”, disse. Henry Didjurgeit, supervisor de projetos da Provolt, que fornece equipamentos eletroeletrônicos, por sua vez, afirmou que a Navalshore superou as suas expectativas. “Os negócios que estavam em andamento estão praticamente se concretizando na Feira”, contou. “Este é o quarto ano que participamos e estamos fazendo bastantes contatos. Como os projetos do setor estão mais na iminência de acontecer, está tudo uma correria”, comemorou.<br />
Para o engenheiro de aplicações da Air Products Brasil, Fábio Mimessi, a Navalshore foi uma oportunidade de fazer novos contatos no Rio de Janeiro, já que a empresa abrirá uma fábrica em Santa Cruz no próximo ano. “A gente percebe que a Feira está muito movimentada, as pessoas têm se interessado bastante, realmente valeu a pena a participação.”<br />
Quem também festeja a participação na Navalshore deste ano é a Recreio Tubos e Acessórios. “O balanço que eu faço é ótimo”, disse o representante comercial João Batista. “Fechamos um negócio muito interessante com o Atlântico Sul, de Pernambuco.”<br />
A Transpetro também fez elogios ao evento. Para Elizio Araújo Neto, gerente executivo da empresa, o sucesso da feira deixa evidente que a indústria naval está em processo de crescimento: “São as evidências de que ela de fato decolou”. Para além do momento econômico, o executivo parabenizou a organização da feira e ressaltou que o evento traz a possibilidade de entender melhor os produtos e os fornecedores.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grande momento do setor naval e offshore do país atrai coreanos para a Navalshore. Número de visitantes é recorde<br />
<em>(Publicado na revista Portos e Navios - edição 571 - agosto de 2008)</em><br />
A quinta edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore seguiu a tendência dos anos anteriores e bateu novos recordes. Cerca de 12,3 mil pessoas visitaram a feira, contra os 11,6 mil de 2007, um crescimento de 6%. Neste ano, 130 expositores participaram, contra 115 em 2007, 13% a mais. Somadas as marcas representadas, 228 empresas expuseram seus produtos e serviços em 2008. Pela primeira vez, empresas coreanas participaram: Hyundai, TankTech, Panasia, Deyang e Haean Machinery  Industry.  O crescimento mais significativo  aconteceu no evento paralelo   “Negócios  em 15 minutos”. Em 2007,  as   seis  empresas-âncora entrevistaram 380 empresas candidatas a   fornecedoras.  Em  2008,  com 11 âncoras, foram realizadas 809 reuniões, 113% a mais do que o ano anterior.<br />
Realizada no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, entre os dias 25 e 27 de junho, a Navalshore 2008 teve o patrocínio da Transpetro e da Schottel do Brasil Propulsões Marítimas. A conferência teve os patrocínios da Vicel Serviços Técnicos e Det Norske Veritas (DNV) e Firjan.<br />
Segundo  o   gerente   sênior da MTU –  Alemanha,  Dennis Zumbach, que visitou a feira pela primeira vez, a Navalshore superou suas expectativas. “A feira apesar de não muito grande, apresentou boa qualidade de clientes potenciais e expositores de todos os segmentos da indústria naval e offshore,  desde  motores, acessórios até estaleiros  e  usuários  finais. Isso realmente me impressionou. Destaco também a presença, na feira, de muitas empresas internacionais. Vejo essa feira como muito importante para a América Latina. Foi a primeira vez que eu vim e pretendo estar de volta no próximo ano.”<br />
Na abertura do evento, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, ressaltou que o momento atual é de consolidação do setor. “Já estamos estudando o Mercosul da construção naval, porque a indústria de navipeças vai se estender também para outros países, sem dúvida”, afirmou em seu discurso.<br />
Segundo o coordenador Geral das Indústrias de Transporte Aéreo e Aeroespacial da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do Ministério do  Desenvolvimento,    Indústria  e Comércio Exterior, Carlos Eduardo Macedo, que também  participou  da solenidade de abertura, a preocupação do  ministério  com o setor naval foi redobrada desde o ano passado, o que pode ser demonstrado pela implantação da Câmara de Desenvolvimento da Indústria Naval. “Nós estamos dando uma atenção muito especial para a indústria de navipeças, porque entendemos que, mais até que os estaleiros, elas vão gerar mais emprego e mais renda nesse país”. A diretora do Fundo da Marinha Mercante (FMM) do Ministério dos Transportes, Débora Teixeira, anunciou o interesse da Caixa Econômica Federal em se tornar agente financeiro do Fundo. Somente bancos oficiais podem gerir os recursos do FMM. Atualmente, são agentes financeiros o BNDES, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia. Débora adiantou que para 2008, o orçamento do FMM é de R$ 2,1 bilhão. “Mas com a efervescência do setor deve haver um acréscimo de 50% para 2009”, calculou. O Fundo tem hoje 269 projetos em sua carteira para financiamento: 42 obras já estão contratadas e aguardam documentação para serem iniciadas; 157 projetos se encontram em análise; 36 estão em construção; e 34 já foram entregues.<br />
Os 50 anos da Revista Portos e Navios, completados em março, foram saudados pelo presidente do Sinaval, que destacou a atuação ininterrupta da revista. “Mesmo durante os anos ruins  —  e  não  foram poucos — a Portos e Navios representou a resistência do setor, estando sempre presente e incentivando nossa atividade”, destacou. Débora Teixeira, por sua vez, destacou como reconhecimento ao trabalho  desenvolvido  pela  revista  a entrega da Medalha do Mérito Mauá pelo Ministério dos Transportes em abril passado, em evento que comemorou os 50 anos do FMM.<br />
Participaram ainda da abertura da Navalshore o encarregado da Divisão de Segurança da Navegação da Diretoria de Portos e Costas, capitão Luiz Alberto Campos; o superintendente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Francis Fixel; o gerente executivo de Transporte Marítimo da Transpetro, Elizio de Araújo; o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Apoio Marítimo (Abeam), Ronaldo Lima; e o presidente da Representação Regional da Firjan no Leste Fluminense, Luiz Caetano.</p>
<p>Negócios em 15 minutos. Evento paralelo à Navalshore, o “Negócios em 15 minutos” teve a participação como empresas-âncora a Transpetro, os estaleiros Arsenal de Marinha, Eisa, Mauá, Aker Promar, Inace, Mac Laren, Rio Maguari, Santa Cruz e TWB e ainda o Banco Fator. O evento é realizado desde a terceira edição da Feira e o seu credenciamento é bastante concorrido. Sócio da empresa Risp, Marcelo Cury participou do evento paralelo pela segunda vez. Representante das firmas de válvulas Conesteel e Silgon e da de parafuso Cifal, Cury diz que as entrevistas renderam. “Já marcamos uma visita ao estaleiro Mac Laren e este contato foi feito a partir dos ‘Negócios em 15 minutos’”. Participantes pela primeira vez, a Jormar Usinagem e a Nadus, representante da Agena, conseguiram falar  alguns  minutos  com  todas as empresas-âncora. “Gostei  bastante do evento. As  entrevistas foram realizadas num tempo bom tanto para os fornecedores quanto para os compradores”, disse o diretor comercial da Nadus, Daniel de Andrade. Para a diretora comercial da Jormar Usinagem, Nardine Marzullo, agora é esperar os futuros contatos.</p>
<p>Público. Além de atrair empresas e profissionais que atuam nos setores naval e offshore, a Navalshore também desperta  o  interesse  de jovens que estão de olho no mercado de trabalho, como as alunas Bruna Alves, Aline Dourado e Thaís Marco do curso técnico de Estruturas Navais da Escola Técnica do  Arsenal  da Marinha (Etam). Na feira, as jovens procuram oportunidades de trabalho em estaleiros. “No edital do concurso do Arsenal que fizemos era dito que os cinco primeiros colocados seriam contratados, mas como a demanda por técnicos é muito grande eles acabam contratando mais gente”, contou Bruna. “Mesmo assim, estamos procurando oportunidade em estaleiros nacionais.” Visitando a feira pelo segundo ano consecutivo, Thiago Henrique, do Eisa, ampliou seus horizontes: “Trabalho na carreira e o que me passaram em um estande de projetos é que nós, que trabalhamos na área, temos uma visão diferente de quem trabalha diretamente em um projeto. Estamos acostumados a montar a estrutura real, nós já vivenciamos o que eles estão projetando”, comentou o jovem de 21 anos.  A  visitação de estudantes do ensino médio aconteceu no terceiro e último dia do evento.</p>
<p>Estaleiros. Seis estaleiros participaram  da feira  como  expositores: Aker Promar, TWB, Eisa, Inace, Detroit e Di Gerardi Siplas. Para o engenheiro Carlos Palmer, do Eisa, que trabalha na área de coordenação de obras,  a  procura  pelo estaleiro está muito alta. “Se a carteira de encomendas dos estaleiros brasileiros está lotada, imagine a dos asiáticos: está hiper- lotada”, disse. “E, nessa hora, eles vão buscar o mercado alternativo, que somos nós.”  Palmer se surpreendeu com a visita de novos armadores ao estande do Eisa nesta edição. “Armadores orientais nos  procuraram  na  feira e conversei também com um armador brasileiro que está interessado em construir um navio definido  como  meio  supply,  meio rebocador para o atendimento de plataformas de petróleo”, afirmou.<br />
O engenheiro José Vieira, do departamento  comercial do Aker Promar, concorda que, na feira deste ano foi possível sentir uma curiosidade dos estrangeiros pelo mercado naval brasileiro. “Todos estão de olho no que está acontecendo no mercado naval do país e na sua capacidade”, afirmou. “A perspectiva é muito boa mesmo, mas acho que ainda é cedo para dizer o que vai acontecer”.<br />
A TWB, que finaliza um ferryboat para operar em Salvador e Ilha de Itaparica (BA), anunciou na Feira que planeja  colocar  em operação outra unidade. “Hoje, o sistema ferryboat na Bahia consome, aproximadamente, cinco mil toneladas de combustível por ano. Com  os  dois barcos que estão programados para entrar em operação essa quantidade de combustível será reduzida para menos de mil toneladas”, conta Santos. O ferryboat é um projeto australiano e já vem chamando a atenção de outros operadores no mundo. “Ele já está trazendo para o país encomendas de embarcações de alta tecnologia como essa”.<br />
O estaleiro Di Gerardi – Siplás levou à Navalshore uma embarcação de trabalho fabricada com a tecnologia da termofusão do polietileno de alta densidade (HDPE). “Tem muita gente no nosso estande conhecendo as vantagens da embarcação de HDPE”, destacou o diretor administrativo da empresa, Abilio Di Gerardi. “Muitas pessoas ficam surpresas com o barco, elas batem nele para ver se não é inflável”.  Esta tecnologia utiliza o ‘material do futuro’. “É um barco 100% ecológico. Quando ele perde a sua função, podemos cortá-lo e transformá-lo em plástico de novo para fazer qualquer produto que seja de polietileno de alta densidade.” Di Gerardi listou também outras qualidades da embarcação: é insubmergível, muito estável e dura mais de 60 anos.</p>
<p>Bahia. A  Secretaria  de Indústria, Comércio e Mineração da Bahia participou pela primeira vez da Feira. Segundo o chefe de gabinete da Secretaria, Antônio Carlos Machado Matias, a meta do estado é atrair de seis a oito estaleiros para a implantação de um pólo naval na região. “Temos todas as condições de implantá-lo e rapidamente”, afirmou. Dois protocolos de intenção já foram assinados: com o consórcio Odebrecht/Queiroz Galvão e com o consórcio OAS/Setal/Piamont. O primeiro para operar estrutura já existente e o segundo para instalação de um estaleiro no rio Paranaguassu, cujas obras serão iniciadas em janeiro de 2009, com prazo de conclusão em 24 meses. Segundo Matias, mais dois interessados estão em fase de conversa. Um deles é o estaleiro TWB.</p>
<p>Novidades. Uma das novidades apresentadas na Navalshore ficou por conta do Grupo Calorisol que lançou uma nova linha de painéis e portas super ultraleves para a composição interna de navios e plataformas. Os painéis divisórios pesam um terço a menos que os convencionais e as portas pesam metade das que são atualmente comercializadas no mercado. Os novos produtos inauguraram a nova Divisão Naval e Offshore da empresa. Com tecnologia baseada em silicato de cálcio, a linha possui certificação de incombustibilidade e deve estender-se para todo o segmento de mobiliário naval. “Com nossos produtos, é possível economizar 10 toneladas de peso a cada 100 metros quadrados”, afirmou Eduardo dos Santos, executivo da nova divisão.<br />
A Schottel, empresa de propulsores e bombas, também trouxe novidades. Rodrigo Miranda, gerente de vendas e projetos, anunciou o novo escritório da Schottel no Rio de Janeiro. O local será usado para gerenciamento de projetos de novas unidades. O objetivo é atender a toda América do Sul, mas a atuação poderá alcançar ainda parte da América Latina. O gerente de vendas e projetos avalia que o escritório vai aumentar a representatividade da empresa, além de proporcionar maior aproximação física e a distância entre a Schottel e os clientes.<br />
A Electronic Power Design, Inc. (EPD), empresa americana especializada em sistemas eletrônicos integrados, também está pensando em ampliar sua base no Brasil. Os altos investimentos da empresa na América do Sul  têm  foco  especial no mercado brasileiro, principalmente em função do desenvolvimento do mercado de petróleo. Nesta nova fase, a empresa estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil, transferindo a gerência dos projetos latino-americanos dos Estados Unidos para cá.</p>
<p>Softwares. Os softwares 3D para projetos de engenharia integrada da Aveva também vão ficar muito mais próximos do mercado brasileiro. A empresa inglesa irá inaugurar em dois ou três meses um escritório no Rio de Janeiro, voltado ao atendimento do mercado local. A iniciativa é uma resposta direta ao crescimento da inserção de seus produtos no mercado brasileiro de construção naval, dentre os quais se destaca o Aveva Net Portal, portal online que permite a integração de vários ambientes com informações variadas sobre um mesmo projeto, que passam a ser conectáveis através de links. A ferramenta respeita as normas da ISO 15926, relativa a processos industriais. Conecta informações de diferentes softwares, inclusive de programas que não são fabricados pela companhia.<br />
A francesa Dassault Systems, que já possui escritório no Brasil, retornou à Navalshore para impulsionar sua estratégia de entrada no mercado de construção naval, iniciado com a exposição na feira de 2007. A empresa fornece aplicações em 3D para o gerenciamento do ciclo de vida dos produtos (PLM - Product Life Cycle Management) e para o gerenciamento de informações do produto (PDM - Product Data Management). O diretor da empresa, Marcos Figueiredo, destacou que as aplicações da Dassault permitem que a indústria construa seus produtos — que podem ser aviões, automóveis, navios, plataformas, entre outros produtos industriais – com a possibilidade de testar virtualmente seu desenvolvimento, diminuindo o custo de produção e aumentando a eficiência e a produtividade. “Nossas soluções são muito aderentes a este mercado. A participação na feira foi o início deste plano de inserção. Viemos para dar visibilidade à marca no mercado de construção naval”, declarou. A empresa já fechou contrato com a UFRJ e está agora em negociações com o estaleiro Mauá.<br />
A PhDSoft, empresa 100% brasileira, vem crescendo muito rápido com o fornecimento de software especificamente voltado para controle e previsão de corrosão em navios e equipamentos portuários, além de outras estruturas estáticas, como pontes, guindastes e oleodutos. O objetivo da empresa agora é a realização de parcerias com estaleiros e armadores na construção de navios e plataformas. “A idéia é de que as embarcações saiam dos estaleiros já com o C4D para o acompanhamento da corrosão e seja realizado desde o nascimento do navio. Isso viabiliza a diminuição dos custos com manutenção e, conseqüentemente, aumenta a extensão da vida útil do navio”, declarou a representante da empresa, Raquel de Camargo. A PhDSoft, que já fornece sua tecnologia para Transpetro, Petrobras e Shell, iniciou durante a Navalshore negociações com a Log-in Logística e o estaleiro Mauá, além de contatos com o estaleiro Eisa e a Triunfo Logística.</p>
<p>Coreanos. Para o representante da Sy Marine do Brasil, Ronaldo Arouca, a participação na Navalshore foi muito  positiva,  pois  representou  um ganho em visibilidade. “Várias pessoas estão ligando para cá a fim de conhecer o que estamos fazendo”, afirmou.<br />
A empresa está intermediando a associação de brasileiros e coreanos na formação de parcerias comerciais e alguns contatos já foram realizados. Ao todo são mais de 15 empresas representadas, das quais cinco marcaram  presença  com  exposição na Navalshore. A fabricante de guindastes Haean Machinery Industries é uma das que vieram e já está em negociação com a Strauss Tecnologia, do Sul do país, e com a Pigeon, do Rio de Janeiro. Após a feira, inclusive, a catarinense Cimef Metalurgia S.A. contatou o escritório da Sy Marine no Rio de Janeiro para agilizar sua entrada a bordo dessa onda de negócios com a Haean, que tem como objetivo futuro realizar transferência de tecnologia.<br />
Além disso, a Panasia também está em contato com uma empresa brasileira, cujo nome não foi revelado. As demais empresas expositoras, TankTech, Daeyang e Hyundai Heavy Industries, estão interessadas em fechar parcerias para representação no Brasil e prestação de serviços locais.</p>
<p>Diferenciais. Uma das características da Navalshore mais elogiadas é o seu espaço físico: nem muito pequeno, nem grande demais. Este diferencial é o que torna a Feira um ótimo lugar para novos contatos e para o fortalecimento de antigas parcerias. Na opinião de José Carlos Esteves, gerente comercial da Bkanav, que vende produtos de iluminação, a Navalshore tem o tamanho certo para não desagregar os visitantes. “Nas feiras muito grandes, se você não marcar em casa o que quer ver, acaba não encontrando o que procura”, comentou.  Mas há quem já considere pequeno o espaço disponível na feira. Um deles é Claudio Ribeiro, diretor da Promel Projetos e Montagens Elétricas, que atua na área de engenharia, fabricação, montagem e instalações elétricas, “Este é o quarto ano que participo e, a cada edição, está melhor. O espaço está ficando pequeno.”<br />
Já para o gerente comercial da Faub Equipamentos Industriais, Carlos Cesar Pereira, o diferencial da Feira está no seu público dirigido. “É a primeira vez que a Faub participa da Navalshore e estamos sendo muito procurados por pessoas do ramo. Para nós, interessa mais a qualidade do que a quantidade de quem nos visita”, explicou.<br />
Veterana da Navalshore, a Esab, empresa do ramo de soldagem e corte, aproveita o evento para rever os seus clientes. Segundo o seu consultor técnico, Pedro Muniz, mais do que uma feira de negócios, a Navalshore é uma feira de manutenção de contatos. A assistente de marketing da Lincoln Electric, Danielle Vargas, concorda com o consultor técnico da Esab. “A Feira está sendo mais institucional”, disse. Henry Didjurgeit, supervisor de projetos da Provolt, que fornece equipamentos eletroeletrônicos, por sua vez, afirmou que a Navalshore superou as suas expectativas. “Os negócios que estavam em andamento estão praticamente se concretizando na Feira”, contou. “Este é o quarto ano que participamos e estamos fazendo bastantes contatos. Como os projetos do setor estão mais na iminência de acontecer, está tudo uma correria”, comemorou.<br />
Para o engenheiro de aplicações da Air Products Brasil, Fábio Mimessi, a Navalshore foi uma oportunidade de fazer novos contatos no Rio de Janeiro, já que a empresa abrirá uma fábrica em Santa Cruz no próximo ano. “A gente percebe que a Feira está muito movimentada, as pessoas têm se interessado bastante, realmente valeu a pena a participação.”<br />
Quem também festeja a participação na Navalshore deste ano é a Recreio Tubos e Acessórios. “O balanço que eu faço é ótimo”, disse o representante comercial João Batista. “Fechamos um negócio muito interessante com o Atlântico Sul, de Pernambuco.”<br />
A Transpetro também fez elogios ao evento. Para Elizio Araújo Neto, gerente executivo da empresa, o sucesso da feira deixa evidente que a indústria naval está em processo de crescimento: “São as evidências de que ela de fato decolou”. Para além do momento econômico, o executivo parabenizou a organização da feira e ressaltou que o evento traz a possibilidade de entender melhor os produtos e os fornecedores.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://navalshore.com.br/pt/?feed=rss2&amp;p=71</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
